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Desde o inicio da pandemia cerca de 151 médicos em Mato Grosso contraíram o coronavírus e dois morreram segundo o CRM do Estado

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Desde o inicio da pandemia, 151 médicos contraíram o coronavírus e dois morreram em decorrência da doença, segundo levantamento do Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM).

Conforme o Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed/MT), as condições que os profissionais trabalham é crítica.

“O quadro deve se agravar já que os médicos estão atendendo pacientes em salas sem ventilação adequada para diminuir a transmissibilidade do vírus, consultórios com janelas que muitas vezes dão para corredores dentro do próprio estabelecimento de saúde, isso tudo torna as unidades de saúde um lugar “perigoso”, muito insalubre”, alerta o diretor de comunicação do Sindicato, Adeildo Lucena.

Em reunião com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, discutiu-se a ideia de se atender pacientes em tendas que teriam a ventilação necessária para evitar que mais profissionais de saúde e pacientes sejam expostos ao vírus.

“Outra sugestão é se colocar equipes para monitorar os pacientes. E seria necessário que realmente o poder público disponibilizasse os medicamentos ([vitamina D, zinco, prednisona, ivermectina, Azitromicina,, nitazoxamida, Enoxaparina e hidroxicloroquina) para as pessoas independente da classe social ou de ter o atendimento na UPA ou em um hospital para tratar no início impedindo que o quadro se agrave para evitar novas internações, já que estamos com 94% da taxa de ocupação de UTIs em Mato Grosso, um colapso. Não é só atender e medicar. Se faz necessário acompanhar os pacientes suspeitos ou já confirmados. A coordenação dos cuidados é muito importante para se antecipar o agravamento dos casos. Com uma coordenação adequada isso pode ser feito na atenção primária, que dispõe de profissionais competentes e comprometidos. Só precisam de proteção e condições de trabalho. Médicos têm, o que falta é gestão”, sugere Adeildo.

Adeildo também relatou a falta de medicamentos. “Nenhuma unidade de saúde de Cuiabá possui os medicamentos e não tenho notícias que já existiram alguma vez. Tem muitos médicos prescrevendo precocemente esses medicamentos, mas os pacientes não encontram nem nas farmácias. Quando muito conseguem mandando manipular”, afirma Adeildo Lucena, diretor de Comunicação do Sindimed.

O Sindimed alerta que se medidas não forem tomadas, a população vai sofrer mais ainda, visto que um médico a menos na linha de frente gera mais lentidão no atendimento e lotação nas unidades de saúde. “Esse é o momento de pensar em diminuir a transmissão, não podemos deixar a população sem atendimento, mas os profissionais de saúde não podem trabalhar infectados e se tornarem vetores do Covid-19. Nós nos formamos para salvar vidas, mas não deixamos de ser humanos suscetíveis a esse vírus como qualquer pessoa”, desabafa o médico.

 

Otavio Ventureli(com assessoria)

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Alunos do UNILASALLE Lucas concluem semestre letivo em formato remoto

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CAMPANHA – CONTINUAMOS JUNTOS

As tantas mudanças em função da pandemia, impactaram diretamente o ensino superior. E exigiram ação rápida e eficiente para que o calendário letivo fosse mantido, sem perder ou comprometer as aulas e planos de ensino e claro, a posição em um mercado de trabalho cada vez mais exigente.

Diferente de muitas instituição de ensino superior que suspenderam parcialmente ou totalmente suas atividades, no UNILASALLE Lucas os acadêmicos e professores adotaram o modelo de aula remota.

A modalidade, inclui uma série de atividades em que as aulas são ministradas de forma ao vivo, no mesmo dia e horário do presencial e com o professor da disciplina.

Os acadêmicos que não possuíam sistema computacional para acompanhar as aulas, receberam chromebooks para uso durante o período. Além disso, preocupada com a evolução da pandemia, a reitoria emitia comunicados com orientações e posicionamento institucional, sempre pautado na preocupação irrestrita da vida.

Na conclusão do semestre, uma avaliação institucional foi proposta para ouvir os acadêmicos e suas observações sobre o modelo de aula remota, e também o posicionamento institucional, frente ao atual cenário.

A avaliação indicou que a maioria dos alunos considera bom ou muito bom o desempenho dos professores no período. Quanto ao atendimento de suporte e serviços prestados pelo UNILASALLE, grande parte indicou como bom ou muito bom.

Frente às mudanças que estão em curso ou ainda por vir, a instituição parabeniza os alunos e professores pelo empenho, dedicação e adaptabilidade ao novo normal.

E esperançosa de que tudo vai passar, a instituição espera em breve, restabelecer suas aulas presenciais com o devido cumprimento dos protocolos de biosegurança estabelecidos.

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Tribunal Regional Eleitoral de MT consultará o TSE sobre a data da eleição suplementar de Senador no Estado

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O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), desembargador Gilberto Giraldelli(foto) consultará o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que defina a data da eleição suplementar para o Senado no Estado.

Como sugestão, o chefe da Corte Eleitoral mato-grossense pedirá que o pleito ocorra no mesmo dia do primeiro turno das eleições municipais deste ano, marcada, excepcionalmente, para 15 de novembro.

Giraldelli acredita que as eleições juntas, além de garantir uma economicidade aos cofres públicos e a otimização do trabalho e organização, evitará mais um dia de grande circulação de pessoas. A notificação ao TSE deverá ser encaminhada até esta terça-feira (7).

A eleição suplementar para o Senado foi determinada pelo próprio TSE, após a cassação de Selma Arruda (PODE) em dezembro do ano passado por abuso de poder econômico e Caixa 2.

Após a cassação, Carlos Fávaro (PSD), que tinha ficado em terceiro lugar na disputa de 2018, assumiu a cadeira temporariamente após uma liminar do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), sob alegação de que Mato Grosso não poderia ficar prejudicado neste período sem ter o mesmo número de senadores de outros estados.

A eleição suplementar chegou a ser marcada para o dia 26 de abril deste ano. Porém, foi adiada após o agravamento da pandemia do novo coronavírus.

Candidaturas

Com a abertura da vaga para o Senado, uma ‘chuva’ de candidaturas surgiuam em busca da vaga. Além de Fávaro, que já adiantou que irá disputar a vaga, outros 11 nomes surgiram.

Quem também está na disputa é o vice-governador Otaviano Pivetta (PDT) e o deputado federal José Medeiros (PODE).

O ex-deputado Nilson Leitão (PSDB) e o ex-governador Júlio Campos (DEM) também anunciaram que vão concorrer.

Os deputados estaduais Valdir Barranco (PT), Elizeu Nascimento (DC) também chegaram a registrar suas candidaturas.

Também se inscreveram Gisela Simona (PROS), Rúbia Fernanda (Patriotas), procurador Mauro (PSOL), Feliciano Azuaga (Novo) e Reinaldo Moraes (PSC).

Agora com os novos prazos, novas candidaturas poderão surgir, assim como a desistência de outros.

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