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Ecoarts Amazônia promove projeto Floresta de Alimentos no Mato Grosso

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PLANTAÇÃO DE MATRIZES FRUTÍFERAS COM RISCO DE EXTINÇÃO EM PARQUES, ESCOLAS E ÁREAS PÚBLICAS DO MUNICÍPIO DE SINOP RESGATARÃO MAIS DE 70 TONELADAS DE CO2 EM 20 ANOS.

Também conhecido como gás carbônico, o dióxido de carbono, o famoso CO2, é um composto químico gasoso, um do gases que pode desequilibrar o efeito estufa. Essencial para a vida no planeta (pois é um dos principais compostos usados para a fotossíntese), o carbono é encontrado na atmosfera na forma de dióxido de carbono. Por outro lado, vários organismos liberam CO2 para a atmosfera mediante o processo de respiração, inclusive as plantas e árvores (conhecidas como compensadoras de CO2) que, em condições de calor e seca, fecham seus poros para impedir a perda de água e mudam para o processo de respiração noturno, denominado de fotorrespiração, ou seja, consomem oxigênio e produzem dióxido de carbono.

Fonte:https://www.ecycle.com.br/

 

 

Nos dias 24 e 25 de janeiro de 2020 na cidade de Sinop no Mato Grosso, iniciará o projeto Floresta de alimentos, pioneiro na restauração florestal com o plantio de arvores frutíferas amazônicas com risco de extinção.

Nesta primeira fase, serão 300 frutíferas que serão monitoradas com pesquisa cientifica e tecnológica, através de parceria com a universidade local e EMBRAPA Agrosilvipastoril.

O projeto Floresta de Alimentos visa criar unidades de restauração florestal em cidades, áreas rurais e comunidades tradicionais e indígenas dentro da Amazônia Brasileira. O objetivo é evitar a erosão genética promovendo a propagação das espécies, a biodiversidade e a recuperação ambiental.

Árvores  como Bacuri, Muruci e Camu, num rol de 14 espécies que se encontram em risco de extinção, serão monitoradas através de tecnologia QR code, que permite o acompanhamento do desenvolvimento da muda.

Os cidadãos poderão através do celular se informar sobre a planta, compartilhar dados ajudando, assim  na sua conversação. “O estado do Mato Grosso é o nosso lar, e dali atuamos para implantar e multiplicar ações de preservação, recuperação e educação ambiental em cidades, áreas rurais e comunidades tradicionais e indígenas dentro do perímetro da Amazônia Legal. Nossa visão de preservação é sistêmica e integrada e nossa rede de parceiros inclui governos, produtores rurais, ONGs, instituições públicas e privadas e a população local.” Diz Marcia Martins, co-fundadora da entidade.

Fotos: Arquivo Internet

Texto: Aline Viana

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Selecionados na 2ª chamada do ProUni devem comprovar dados até sexta-feira (28)

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Documentação deverá ser entregue diretamente nas instituições de ensino

Os estudantes selecionados em segunda chamada para o Programa Universidade para Todos (ProUni) precisam comprovar as informações fornecidas no ato da inscrição até esta sexta-feira (28). A documentação deverá ser entregue diretamente nas instituições de ensino.

Segundo divulgado no site, as bolsas de estudo não solicitadas serão destinadas aos participantes da lista de espera. Os estudantes interessados têm de 6 a 9 de março para se inscreverem nesta lista. O resultado final sai no dia 12 de março.

O ProUni oferece, neste semestre, mais de 250 mil bolsas. O sistema registrou mais de 1,5 milhão de inscrições, feitas por cerca de 780 mil estudantes. O número de inscrições é superior ao de inscritos porque cada estudante pode escolher até duas opções de instituição, curso e turno.

O ProUni é um programa do Ministério da Educação que oferece bolsas de estudos, integrais e parciais em instituições particulares de educação superior. O estudante que deseja concorrer às bolsas integrais deve ter renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Já para as bolsas parciais, deve ser de até três salários mínimos por pessoa.

Só pode se inscrever no programa o estudante que não tiver diploma de curso superior, que tenha participado do Enem mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não ter zerado a redação.

 

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Ministério da Saúde confirma primeiro caso de coronavírus no Brasil

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O Ministério da Saúde confirmou, hoje (26), o primeiro caso de um brasileiro infectado pelo vírus causador do novo coronavírus (Covid-19).

Trata-se de um homem de 61 anos, morador da cidade de São Paulo, que esteve na região da Lombardia, no norte da Itália, entre os dias 9 e 21 de fevereiro. Ao retornar da viagem, na última sexta-feira (21), o paciente apresentou os sinais e sintomas compatíveis com a doença (febre, tosse seca, dor de garganta e coriza).

Atendido no Hospital Israelita Albert Einstein na segunda-feira (24), o homem foi submetido a exames clínicos que apontaram a suspeita de infecção pelo vírus. Com resultados preliminares realizados pela unidade de saúde e de acordo com o Plano de Contingência Nacional, o hospital enviou a amostra para o laboratório de referência nacional, Instituto Adolfo Lutz, para contraprova. “Agora é que vamos ver como este vírus vai se comportar em um país tropical, durante o verão”, disse hoje o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Agora é que vamos ver como este vírus vai se comportar em uma situação de um país tropical, em pleno verão. Como vai ser o padrão de comportamento deste vírus, que é novo e tanto pode manter o mesmo padrão de comportamento de transmissão que apresentou no hemisfério Norte, onde, nesta época, está fazendo frio”, disse hoje o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Na última sexta-feira, as autoridades italianas notificaram nove óbitos, o que levou o governo brasileiro a incluir a Itália entre os países onde a doença está se espalhando e há risco de infecção.

Acompanhe a coletiva ao vivo:

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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