ECONOMIA

Exportações de Mato Grosso registram novos recordes com saldo da balança comercial atingindo 12 bi de dólares

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As exportações mato-grossenses registraram novos recordes com o consolidado no mês de maio.

O saldo da balança comercial acumula, de janeiro a maio, US$ 12,2 bilhões e, além de histórico, fez com que Mato Grosso abrisse grande vantagem sobre os dois ‘concorrentes’ diretos nesse indicador: Minas Gerais (US$ 9,39 bilhões) e o Pará (US$ 7,45 bilhões).

Com os dados do último mês, Mato Grosso somou receita – recorde ao período – de US$ 14,13 bilhões e se tornou o quarto maior exportador brasileiro. Mais uma vez, soja em grão e a China sustentaram a performance mato-grossense.

Ainda conforme dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o superávit do Estado deriva dos resultados colhidos com as exportações – US$ 14,13 bilhões – debitando as cifras desembolsadas com as importações, que nos últimos cinco meses somou US$ 1,96 bilhão.

Nas exportações a receita estadual cresceu 32,58% na comparação anual.

As importações deram um saldo de 158,8%, na mesma comparação. Todas as cifras são inéditas para o acumulado dos primeiros cinco meses do ano. 

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Entre as principais commodities negociadas no período, a soja em grão segue em destaque e alicerçando os bons resultados até aqui.

Dos mais de US$ 14,13 bilhões faturados, US$ 9 bilhões vieram da commodity, responsável por 31,6% do faturamento global da pauta.

As cifras apontam alta de 64% ante igual momento do ano passado. Considerando apenas o crescimento anual em receita, se destaca a carne bovina com alta de 67%, atingindo US$ 1 bilhão. Na pauta, ocupa o 4º lugar em participação.

A liderança pertence à soja, seguida do algodão, que mesmo com queda de receita em 5,1%, faturou US$ 1,19 bilhão e participação de 8,4%.

Na terceira colocação, está o milho com receita de US$ 690 milhões, crescimento anual de 70,28% e participação de 4,9%.

Entre os destinos, a China se mantém como o maior parceiro comercial de Mato Grosso. Somou US$6,1 bilhões em negócios, 38% mais que em 2021, e registra participação de 43,2%.

Entre os cinco maiores destinos da pauta mato-grossense estão ainda, pela ordem: Tailândia US$ 677 milhões, Países Baixos US$ 604 milhões, Espanha US$ 603 milhões e Turquia US$ 504 milhões.

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Em relação às importações, a maior demanda dos mato-grossenses segue sendo por adubos e fertilizantes. Os insumos respondem por 81% do total de quase US$ 2 bilhões movimentados.

 

Otavio Ventureli(da Redação com assessoria e DC)

ECONOMIA

Gastança do finheiro público: AL MT gasta só no 1º semestre do ano mais de dois milhões e meio de reais em combustível

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Os 24 deputados estaduais gastaram no primeiro semestre de 2022 mais de R$ 2,4 milhões em combustível.

Os valores referentes aos meses de janeiro a junho estão declarados em relatório postado no Portal da Transparência na Casa de Leis. Com o valor gasto, seria possível encher o tanque de uma caminhonete 5,7 mil vezes.

Todos os parlamentaram estão concorrendo no pleito deste ano seja para a reeleição e para a Câmara Federal.  

O deputado que mais gastou nos seis primeiros meses do ano foi o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB) que empregou R$ 127 mil na aquisição do produto, que tem apresentado altas relevantes durante este ano.  

Os deputados Allan Kardec (PSB) e Elizeu Nascimento (PL) também estão entre os que mais usaram o benefício, consumindo R$124 mil em gasolina, etanol e diesel, seguido de Valmir Moretto (Republicanos) que gastou R$ 123 mil em combustível.

O Líder do governo na Assembleia, Dilmar Dal Bosco (União) também foi um dos que mais usou o combustível fornecido pelo poder público.

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Em seis meses seu gabinete consumiu R$ 122 mil, assim como o deputado Valdir Barranco (PT) que gastou R$ 120 mil.  

A proximidade das eleições também influenciou o consumo, só em junho, começo da pré-campanha, os parlamentares gastaram R$ 481 mil.

Deputados, que começaram o ano usando em torno de R$ 10 mil em combustível, chegaram em junho com gastos acima de R$ 20 mil.  

João Batista (PP) que em janeiro consumiu R$ 13 mil quase dobrou dos seus gastos em junho, abastecendo R$ 24 mil no sexto mês. Dr. João (MDB) que no começo de 2022 consumia R$ 13 mil passou a gastar R$ 25 mil, assim como o Dr. Gimenez (PSB), que de R$ 12 mil foi para R$ 23 mil.  

Outro deputado com salto significativo dos gastos foi o presidente da Casa, Eduardo Botelho (União), que gastou em janeiro R$ 8 mil e em junho R$ 25 mil.    

Xuxu Dal Molin (União) também teve crescimento nos gastos, de R$ 8 mil subiu para R$ 15 mil.

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Até mesmo o deputado Ulysses Moraes (PTB), que levanta a bandeira de não consumir recursos públicos, teve aumento em seus gastos com gasolina, no período de pré-campanha. Antes gastando R$ 4 mil, teve um consumo de R$ 12 mil em junho.  

Ainda entre os mais gastaram Carlos Avalone (PSDB) R$ 114 mil, Gilberto Cattani (PL) 116 mil, Nininho (PSD) R$ 110 mil, e Thiago Silva (MDB) 101 mil, somando os seis primeiros meses deste ano, que é eleitoral.  

Entre os mais econômicos estão Sebastião Rezende (PSC) R$ 73 mil, Lúdio Cabral (PT) R$ 56 mil, Dr. Eugênio (PSB) R$ 82 mil, Faissal (Cidadania) R$ 93 mil, Delegado Claudinei (PL) R$ 96 mil, Wilson Santos (PSD) R$ 90 mil, e Janaina Riva (MDB) R$ 98 mil.

 

Otavio Ventureli(da redação com GD)

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