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Athletico e Coritiba iniciam tira-teima em finais pelo Paranaense

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Athletico e Coritiba decidem o título do Campeonato Paranaense. Em 105 anos de competição, essa manchete se repete pela 19ª vez. Até hoje, são nove taças para cada lado. Só nesta década, é a sétima final Athle-Tiba. O primeiro duelo é neste domingo (2), às 16h (horário de Brasília), com mando athleticano, na Arena da Baixada, em Curitiba (PR). Na próxima quarta-feira (5), às 20h, o palco será o Couto Pereira, casa do Coxa.

Nos últimos anos, o Athletico vinha utilizando o time sub-23 no Estadual, priorizando outros torneios no primeiro semestre, como a Libertadores. Com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), a necessidade de ritmo de jogo fez a equipe principal ser escalada para a reta final, embora já fosse um desejo do técnico Dorival Júnior.

A classificação do Furacão veio após o empate em 0 a 0 com o FC Cascavel, fora de casa, na última quarta (29). No jogo de ida, na Arena, o Athletico fez 5 a 1. “Mesmo tendo a necessidade de segurar alguns jogadores, os garotos que entraram deram uma resposta positiva e acho que é isso que nós queremos”, destacou Dorival, em entrevista após a partida em Cascavel (PR).

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O volante Erik, que vinha atuando na lateral-direita, contundiu o ligamento colateral do joelho e está fora da final. O Furacão, porém, terá a volta do zagueiro Thiago Heleno, que cumpriu suspensão, e de atletas poupados na partida em Cascavel (PR), como os meias Léo Cittadini e Nikão.

Pelo lado do Coxa, o técnico Eduardo Barroca teve trabalho para montar o time que venceu o Cianorte por 2 a 0 e se classificou para a final – a equipe já tinha vencido fora de casa por 3 a 2. Diante do Athletico, o treinador poderá contar outra vez com o zagueiro Rhodolfo, o volante Nathan Silva, o meia Thiago Lopes e os atacantes Robson e Igor Jesus, que cumpriram suspensão.

Será o segundo duelo entre os rivais no Estadual. Na primeira fase, pela última rodada, o Coritiba atropelou – vitória por 4 a 0 –  o time sub-23 do Furacão, dirigido por Eduardo Barros. “É outro treinador, são outros jogadores, mas o que fica de referência é nossa atitude. Para enfrentar um adversário dessa qualidade, a gente vai precisar ter aquela atitude como referência, para mais”, avaliou Barroca, em entrevista depois da partida da última quarta.

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Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Jorge Jesus chega ao Benfica pedindo união

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A segunda (3) foi de apresentações. Enquanto o Flamengo apresentava o espanhol Domènec Torrent como novo treinador, do outro lado do Atlântico, em Lisboa, o Benfica fazia o mesmo com Jorge Jesus. No primeiro discurso como comandante dos Encarnados, o Mister rogou por união, falou com carinho do antigo clube e esquivou-se do papel de salvador da pátria.

“Vim para o Benfica porque acredito em um projeto, porque acredito que essa nação tem todas as condições de fazer o Benfica grande, recuperar o prestígio internacional que teve durante muitos anos”, explicou o português de 66 anos, enfatizando que assinou contrato por dois anos, negando que tenha voltado à terra natal para se aposentar ou ganhar mais dinheiro.

“Para sair de onde saí, onde me amavam, me adoravam, tinha que ser convencido por algo que me trouxesse um desafio diferente. E foi isso, o presidente [do Benfica] foi ao Brasil para me convencer que esse era o projeto certo, ambicioso, para eu continuar em Portugal”, declarou Jesus sobre a participação do dirigente Luis Felipe Vieira em fazê-lo deixar o Flamengo, sem deixar de agradecer o amor e a amizade que a torcida rubro-negra dedicou a ele.

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O Mister já comandou os Águias em dois períodos anteriores: entre 2009 e 2010, e entre 2014 e 2015. Neste período conquistou 10 títulos. Porém, mesmo com retrospecto tão positivo, parte da torcida não simpatiza com Jesus, que é um torcedor declarado do rival Sporting. “O que prometo é que vou trabalhar para dar alegrias aos torcedores. E é nisso que acredito, o que posso dizer é que tenho que convencer os torcedores do Benfica. Quando cheguei do outro lado do Atlântico ninguém acreditava em mim. E não eram sete milhões, eram 50 milhões. E quando saí de lá, choraram por mim”.

Edição: Fábio Lisboa

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