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Caldense e Cruzeiro entram em campo por vaga na semifinal do Mineiro

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Duelo direto nesta quarta-feira na última rodada da primeira fase do Campeonato Mineiro. Caldense e Cruzeiro se enfrentam às 21h30, no Estádio Doutor Ronaldo Junqueira, o Ronaldão, em Poços de Caldas, valendo uma vaga na semifinal da competição.

Com 20 pontos e na terceira posição, a Caldense pode até perder por dois gols de diferença que garante a classificação. Já a Raposa tem um caminho mais difícil. Com 17 pontos e na quinta colocação, precisa vencer a Veterana por três gols de diferença para passar de fase. Se conquistar a vitória, mas não abrir a vantagem necessária, vai ter que torcer por um tropeço do Atlético-MG diante da Patrocinense. O Galo está em quarto, com 19 pontos.

O técnico Enderson Moreira vai ter dois reforços para a partida. Léo testou negativo para covid-19 e viajou com a delegação para Poços de Caldas. O zagueiro tinha testado positivo para o novo coronavírus na última sexta-feira. Quem também pode jogar é o atacante Marcelo Moreno, que se recuperou de uma indisposição estomacal que o tirou da partida contra a URT.

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Apesar do retorno dos atletas, tirar uma vantagem de três gols em um jogo decisivo não é fácil, como o próprio técnico Enderson Moreira afirma: “A gente tem dificuldade na questão de classificação, porque é uma diferença significativa em termos de saldo de gols, mas acima de tudo temos que estar focados em poder vencer o jogo. É o nosso papel. É um jogo muito difícil, a Caldense é praticamente a mesma equipe de antes da parada, estava muito bem classificada. Vai ser um grande desafio para todos nós”.

O Cruzeiro deve entrar em campo com Fábio; Raúl Cáceres, Cacá, Marllon (Léo) e João Lucas; Jean, Ariel Cabral, Maurício, Régis e Patrick Brey; Thiago (Marcelo Moreno).

A Caldense pode terminar a primeira fase até na liderança do Campeonato Mineiro. Se derrotar o Cruzeiro, a Tombense perder para o Uberlândia e o América não vencer a URT, a Veterana será a primeira colocada. A principal arma do técnico Marcus Grippi é o ataque. A equipe foi a que mais marcou gols até aqui no Campeonato Mineiro, com 18 assinalados.

A Caldense deve jogar com Alyson; Gabriel Tonini, Jonathan Costa, Lucas Mufalo e Verrone; André, Lucas Silva, Nathan e Rafael Rosa; João Victor e Kaíque Maciel.

Edição: Fábio Lisboa

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Jorge Jesus chega ao Benfica pedindo união

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A segunda (3) foi de apresentações. Enquanto o Flamengo apresentava o espanhol Domènec Torrent como novo treinador, do outro lado do Atlântico, em Lisboa, o Benfica fazia o mesmo com Jorge Jesus. No primeiro discurso como comandante dos Encarnados, o Mister rogou por união, falou com carinho do antigo clube e esquivou-se do papel de salvador da pátria.

“Vim para o Benfica porque acredito em um projeto, porque acredito que essa nação tem todas as condições de fazer o Benfica grande, recuperar o prestígio internacional que teve durante muitos anos”, explicou o português de 66 anos, enfatizando que assinou contrato por dois anos, negando que tenha voltado à terra natal para se aposentar ou ganhar mais dinheiro.

“Para sair de onde saí, onde me amavam, me adoravam, tinha que ser convencido por algo que me trouxesse um desafio diferente. E foi isso, o presidente [do Benfica] foi ao Brasil para me convencer que esse era o projeto certo, ambicioso, para eu continuar em Portugal”, declarou Jesus sobre a participação do dirigente Luis Felipe Vieira em fazê-lo deixar o Flamengo, sem deixar de agradecer o amor e a amizade que a torcida rubro-negra dedicou a ele.

O Mister já comandou os Águias em dois períodos anteriores: entre 2009 e 2010, e entre 2014 e 2015. Neste período conquistou 10 títulos. Porém, mesmo com retrospecto tão positivo, parte da torcida não simpatiza com Jesus, que é um torcedor declarado do rival Sporting. “O que prometo é que vou trabalhar para dar alegrias aos torcedores. E é nisso que acredito, o que posso dizer é que tenho que convencer os torcedores do Benfica. Quando cheguei do outro lado do Atlântico ninguém acreditava em mim. E não eram sete milhões, eram 50 milhões. E quando saí de lá, choraram por mim”.

Edição: Fábio Lisboa

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