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Ceará vence Clássico-Rei e está na final da Copa do Nordeste

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O Ceará é o primeiro finalista da Copa do Nordeste de 2020. Em um Clássico-Rei disputado no Estádio de Pituaçu, em Salvador (BA), o Vozão levou a melhor sobre o Fortaleza, venceu por 1 a 0, e acabou com o sonho do rival de conquistar o bicampeonato.

O primeiro tempo teve muita pegada, discussão, e poucas chances de gol. O Fortaleza não conseguiu se aproximar com perigo no ataque, e o Ceará teve uma oportunidade, que converteu em gol. Aos 23 minutos, Vina cobrou falta na área. O zagueiro Klaus apareceu no meio da defesa para cabecear e abrir o placar. O Leão do Pici até tentou a resposta no fim, mas encontrou muita dificuldade na criação de jogadas.

Logo no início da segunda etapa, o Vozão mostrou que realmente está treinado, por Guto Ferreira, em lances de bola parada. O Ceará quase ampliou o marcador aos 6 minutos. Vina cobrou escanteio pela esquerda e Fabinho apareceu sozinho para cabecear. A bola passou raspando a trave direita de Felipe Alves.

O Fortaleza só foi assustar aos 19 minutos, quando Juninho cobrou falta e Bruno Melo, de cabeça, assustou o goleiro Fernando Prass. O Leão do Pici então partiu para o ataque, mas não conseguia furar a defesa do Vozão. A melhor oportunidade surgiu aos 35 minutos. Juninho cobrou escanteio pela direita e, no rebote, Yuri César finalizou na entrada da área. A bola passou por todo mundo, tirando tinta da trave esquerda.

No fim, o time de Rogério Ceni pressionou demais o Ceará, mas não teve sucesso. Esbarrando nos próprios erros e enfrentando um setor defensivo seguro, o Fortaleza foi eliminado da Copa do Nordeste pelo arquirrival.

Na final, o Ceará enfrentará o vencedor da segunda semifinal, que será disputada entre Bahia e Confiança, nesta quarta-feira (29), no Estádio de Pituaçu, às 19h30.

Edição: Fábio Lisboa

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Jorge Jesus chega ao Benfica pedindo união

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A segunda (3) foi de apresentações. Enquanto o Flamengo apresentava o espanhol Domènec Torrent como novo treinador, do outro lado do Atlântico, em Lisboa, o Benfica fazia o mesmo com Jorge Jesus. No primeiro discurso como comandante dos Encarnados, o Mister rogou por união, falou com carinho do antigo clube e esquivou-se do papel de salvador da pátria.

“Vim para o Benfica porque acredito em um projeto, porque acredito que essa nação tem todas as condições de fazer o Benfica grande, recuperar o prestígio internacional que teve durante muitos anos”, explicou o português de 66 anos, enfatizando que assinou contrato por dois anos, negando que tenha voltado à terra natal para se aposentar ou ganhar mais dinheiro.

“Para sair de onde saí, onde me amavam, me adoravam, tinha que ser convencido por algo que me trouxesse um desafio diferente. E foi isso, o presidente [do Benfica] foi ao Brasil para me convencer que esse era o projeto certo, ambicioso, para eu continuar em Portugal”, declarou Jesus sobre a participação do dirigente Luis Felipe Vieira em fazê-lo deixar o Flamengo, sem deixar de agradecer o amor e a amizade que a torcida rubro-negra dedicou a ele.

O Mister já comandou os Águias em dois períodos anteriores: entre 2009 e 2010, e entre 2014 e 2015. Neste período conquistou 10 títulos. Porém, mesmo com retrospecto tão positivo, parte da torcida não simpatiza com Jesus, que é um torcedor declarado do rival Sporting. “O que prometo é que vou trabalhar para dar alegrias aos torcedores. E é nisso que acredito, o que posso dizer é que tenho que convencer os torcedores do Benfica. Quando cheguei do outro lado do Atlântico ninguém acreditava em mim. E não eram sete milhões, eram 50 milhões. E quando saí de lá, choraram por mim”.

Edição: Fábio Lisboa

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