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“Estou casta há dois anos”, confessa Andressa Urach

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Promíscua e vulgar. Esses são alguns dos adjetivos que Andressa Urach usa para se referir à mulher que ela foi antes de sua conversão ao Evangelho há um pouco mais de quatro anos. A ex-modelo, agora apresentadora da Record no Sul, assume que usou e abusou das drogas e teve compulsão por sexo . Recentemente, descobriu uma DST: “Eu era impura”.

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Reprodução/Instagram/@andressaurachoficial
Andressa urach

Divorciada há dois anos, ela agora é a favor da castidade antes do casamento e tem pavor de roupas decotadas e que marcam demais o corpo. Andressa Urach , que está lançando o seu segundo livro, “Desejos da Alma”, também não gosta mais de falar de ex-affairs e nem de musas e modelos que continuam atrás de fama e sucesso.

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O “Morri para Viver”, lançado em 2015, foi um sucesso de vendas e agora, quatro anos depois, você está lançando o seu segundo livro. Por que e o que ele tem diferente do anterior?

O “Morri para Viver” vendeu mais de 1 milhão de exemplares e ali eu contava a minha experiência, fazia as minhas confissões sobre a vida impura que levei durante anos e quase me levou à morte. O “Desejos da Alma” eu considero um livro de autoajuda. Venci a ansiedade, a depressão, síndrome de pânico e todos os males da alma que muitas vezes são causados pelas emoções e atitudes erradas. E eu mostro onde eu cheguei por conta das minhas escolhas erradas. Para mim todos têm salvação.

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Divulgação
Andressa Urach

Por falar em escolhas erradas, tem um trecho que você fala o quanto foi difícil se livrar do sexo e das drogas. É verdade?

Eu abri mão do sexo, das drogas e de muitas amizades que eu prezava, mas que me deixavam presa àquele mundinho nojento. A vida que eu tive era regada a muito sexo, drogas, bebidas, festas, baladas, noitadas e tudo isso me trazia aquela felicidade momentânea, mas eu sabia o quanto aquilo me fazia mal quando ficava sozinha. Não foi fácil. Só que a paz interior que hoje eu tenho me faz ver o quanto valeu a pena.

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Quando você fala em drogas era só cocaína?

Cocaína, maconha, doce, bala, lança-perfume e álcool. Misturava tudo e até cheguei a ter três overdoses. Hoje eu estou totalmente limpa, curada dos vícios e não sinto a menor vontade de ficar perto. Tenho nojo.

E sexo? Você era maníaca? Tinha compulsão sexual?

Eu tinha que transar todos os dias e com vários parceiros. Eu era doente e tinha consciência. Eu cheguei a virar sadomasoquista e também fui garota de programa. Não sou mais aquela Andressa. Aquela mulher vulgar e impura morreu e não existe mais.

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Reprodução/Instagram
Andressa Urach

E sua vida sexual hoje? Como hoje ela é?

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Eu não gosto de falar da minha vida sexual. Hoje, não fico mais à vontade. Tenho vergonha. Sou a favor de sexo só depois do casamento. Casamento mesmo, abençoado na igreja e estou casta há dois anos. Desde que me divorciei, eu não transo com ninguém e vou ficar assim até ter um marido.

Mas, recentemente, você descobriu uma DST (Doença Sexualmente Transmissível). O que foi diagnosticado?

Fui doar sangue e descobri que estava com sífilis . Levei um susto. Não tenho a menor ideia onde e como peguei esse vírus. Tive uma vida terrível, era promíscua, sim, mas eu passei por várias transfusões de sangue quando eu fiquei internada por conta do problemas com hidrogel. Vai saber! O importante que fiz o tratamento e agora estou curada. Graças a Deus, descobri a tempo e me livrei de graves consequências.

E por falar no hidrogel, você ainda tem o produto no corpo?

Tenho. Em um dos meus glúteos ainda tem todo o produto. Pela medicina, isso pode estourar a qualquer momento. Os médicos falam que é uma bomba relógio, mas creio em Deus que isso não irá ocorrer.

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Divulgação/Artur Igrecias
Com Luciana Gimenez em 2016

Você ainda é vadosa? De zero a 10 onde anda seu nível de vaidade?

Toda mulher precisa se cuidar, se sentir bonita, mas é preciso ter equilíbrio. Antes eu era o supremo da vaidade. Era escrava de um padrão de beleza que a sociedade ditava e cobrava. Me cuido de forma saudável não só do corpo, mas principalmente a mente.

Roupas apertadas e decotadas… Nunca mais?

Não uso mais. Escolhi vestir roupas mais discretas que não precisem mais marcar o corpo. Foi uma escolha, um processo natural. Sinceramente eu sinto que as mulheres me admiram muito mais por ser reservada como da forma que eu me vestia. Busquei tanto essa admiração quando eu era uma mulher vulgar. Eu me arrependo.

É verdade que Cauã Reymond te bloqueou das redes sociais após você ter revelado o affair com ele? E o Cristiano Ronaldo ainda fala com você? E os três jogadores da seleção brasileira mantidos os nomes em segredo? Tem contato?

Me desculpe, mas eu não falo mais de terceiros. Eu tenho muito prazer de falar da minha vida. Situações que envolvam ou já envolveram outras pessoas, eu não falo mais. Não me sinto bem.

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Têm pessoas que ainda dizem que a sua conversão é jogada de marketing. Isso te incomoda?

Eu entendo que é difícil para as pessoas acreditarem na transformação. No passado, quando eu não conhecia Deus, eu também achava impossível uma pessoa mudar tanto, mudar do vinho para a água. Mas eu não ligo. Sou agora uma mulher que não preciso provar nada. A paz que eu tenho dentro de mim supera qualquer tipo de julgamento ou aprovação das pessoas. Eu tenho Deus no coração e tenho que prestar contas pra Ele e não para as pessoas. O tempo que mostre.

Teve um polêmica no início deste ano quando você foi nomeada para um cargo de assessora parlamentar em Porto Alegre por indicação do deputado e pastor da Igreja Universal, Sérgio Peres (PRB). O que aconteceu?

Fui nomeada, mas fiquei pouco tempo no cargo. Eu faço parte de um projeto que ajuda mulheres que sofreram e sofrem todos os tipos de abusos e violência. Tinha experiência na área e capacidade para trabalhar na Comissão de Direitos Humanos, mas logo em seguida a Record aqui do Sul me chamou para o quadro “Eu sobrevivi”, que conta histórias de superação e de lutas pessoais e aí eu pedi para ser exonerada. Não estou mais noa cargo, mas continuo no projeto chamado Raaabe.

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Reprodução/Instagram/@andressaurachoficial
Andressa Urach com o filho Arthur

E a faculdade de Enfermagem?

Tranquei no segundo semestre porque voltei para área de Comunicação, que eu adoro. Tenho que aproveitar a oportunidade. Mas espero voltar e terminar Enfermagem.

Como seria se você pudesse escolher como gostaria de ser lembrada no futuro?

Não faço muito questão de ser lembrada. Eu só quero ser uma pessoa melhor. Cada dia eu quero ser uma boa mãe, uma boa filha e uma mulher de Deus. Tive uma oportunidade divina e quero aproveitá-la ao máximo.

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Andressa Urach, modelo e musa fitness morreu, como você acentua, mas a cada ano surgem outras meninas em busca da fama e do sucesso. O que você pensa sobre isso?

Olha… Quem sou eu para julgar alguém se no passado eu fazia de tudo pela fama e pelo sucesso? Tudo é uma questão de escolha. Eu me arrependo e muito do meu passado, mas eu não tenho como apagar ou fingir que nunca fiz nada. Graças a Deus, eu pude mudar o rumo da minha história. Mas cada pessoa sabe onde está a sua verdade.

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Crianças brasileiras sofrerão mais com dengue e poluição no futuro, diz estudo

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Uma criança nascida nesta quinta-feira viverá, em média, até 2090. Mas, se os efeitos do aquecimento global não forem contidos, a população infantil estará cada vez mais exposta a doenças respiratórias e epidêmicas, incluindo a dengue, por conta do aumento das temperaturas, da poluição de gases poluentes e de queimadas. O alerta é do relatório anual sobre mudanças climáticas da revista científica britânica The Lancet .

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Estudo aponta que crianças brasileiras sofrerão mais com dengue e poluição no futuro

O The Lancet Countdown on Health and Climate Change , que avalia anualmente o cumprimento das metas firmadas pelo Acordo de Paris, está na sua terceira edição. É a primeira vez que o documento se dedica exclusivamente aos impactos à infância. No ano passado, o relatório destacou, entre outros fatores, o impacto das mudanças climáticas na infraestrutura e economia de países e cidades.

O estudo, assinado por 69 acadêmicos de diferentes instituições ao redor do mundo, projeta os impactos na saúde humana em dois cenários — um no caso de sucesso dos compromissos firmados no Acordo de Paris, que pretende reduzir as emissões de gases poluentes e restringir o aumento dos termômetros globais ao limiar de 2°C até o fim do século, e outro onde as metas não foram atingidas.

Segundo o editor-executivo do relatório, Nick Watts, uma criança nascida nos tempos atuais viverá, em média, até 2090. Se o cenário das emissões de gases do efeito de estufa não for revertido, os termômetros podem subir até 4°C, e as consequências seriam inimagináveis. Oito dos dez anos mais quentes registrados na história ocorreram nesta década.

“Nós mal sabemos o que isso representaria em uma perspectiva climática, e não temos ideia do que significaria para a saúde pública . Mas temos certeza que os efeitos seriam catastróficos’, alerta Watts.

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Dengue

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Crianças são mais suscetíveis aos efeitos mais severos do vírus transmitido pelo Aedes aegypt

Entre os principais riscos elencados pelo estudo, o relatório alerta para os riscos da disseminação dos mosquitos vetores com o aumento nas temperaturas globais, envolvendo inclusive outros males sensíveis ao clima, como a malária. Crianças também são mais suscetíveis aos efeitos mais severos do vírus transmitido pelo Aedes aegypt , como a diarreia, o que amplia os riscos infantis.

O ano de 2017, por exemplo, registrou o segundo maior índice de infecções da dengue desde 1950. Nos últimos 70 anos, a capacidade de transmissão da doença aumentou 5%. Na série dos dez anos mais suscetíveis à disseminação da dengue, nove ocorreram desde 2000. As estatísticas mais alarmantes de mortes pela doença no período entre 1990 e 2017 se concentram no Sudeste Asiático, segundo números da Organização Mundial da Saúde (OMS). O continente americano também registrou um aumento no índice de óbitos, embora menos expressivo.

Além disso, na hipótese de fracasso dos compromissos do Acordo de Paris , haveria um aumento considerável de problemas de saúde envolvendo a piora da poluição do ar.

“A cada grau acrescido nos termômetros, uma criança nascida nos dias de hoje encara um futuro no qual sua saúde e seu bem-estar será gradualmente afetado pela realidade e pelo perigo de um mundo mais quente”, explica Renee Salas, instrutora clínica de medicina de emergência na Escola Médica da Universidade de Harvard, que participou do estudo.

Ainda segundo Renee, os problemas podem surgir ainda durante a gravidez: “As mudanças climáticas e a poluição do ar com origem em combustíveis fósseis ameaçam a saúde das crianças ainda no útero da mãe, e se acumulam a partir daí”.

A vulnerabilidade na infância se explica, em parte, pelas próprias características físicas. Crianças acabam absorvendo mais poluição no organismo do que adultos expostos ao mesmo ambiente, em razão do tamanho de seus corpos, além de outras variáveis.

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“O coração das crianças bate mais rápido do que o dos adultos, e a frequência de respiração também é maior”, diz Mona Sarfaty, diretora do programa de clima e saúde no Centro de Comunicação das Mudanças Climáticas na Universidade George Mason.

De acordo com o relatório, somente em 2016, a poluição aérea foi responsável pela morte de sete milhões de pessoas ao redor do mundo. A queima de combustíveis fósseis como carvão e gás libera um tipo de poluição muito fina, chamada de PM 2.5, que pode prejudicar o coração e os pulmões quando inalados.

A exposição ao poluente também está ligada à subnutrição no momento do nascimento e ao desenvolvimento de doenças respiratórias crônicas, como a asma.

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Queimadas

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Fernando Martinho/Repórter Brasil

A saúde mental das crianças também será afetada

O relatório publicado na The Lancet aponta, ainda, para outra ameaça à saúde pública que já se tornou realidade para quem vive na região amazônica: os incêndios florestais. Embora as queimadas da Amazôni a tenham sido promovidas por ações criminosas, o agravamento das mudanças climáticas, a exemplo do clima seco que ajudou a disseminar o fogo no Pantanal, contribui para o aumento no número de incêndios ao redor do mundo, como no estado americano da Califórnia.

Desde 2015, o número de pessoas expostas à fumaça provocada pelo fogo em florestas cresceu 77%, a maior parte na Índia e na China. No Brasil, durante o auge das queimadas na Amazônia, os efeitos foram sentidos pela população de diversos estados. No Pantanal, houve um aumento de 2.025% na ocorrência de incêndios em outubro deste ano, comparado ao mesmo período de 2018.

Os cientistas apontam, ainda, prejuízos à saúde mental dessas crianças.

“Muitas crianças que escaparam dos incêndios serão, na prática, afetadas pelo resto da vida. Há problemas de saúde mental se desenvolvendo em decorrência de eventos climáticos como incêndios e enchentes que crianças nunca enfrentaram na frequência e intensidade como nos dias atuais”, avalia Gina McCarthy, ex-diretora da Agência de Proteção Ambiental americana.

Fonte: IG Mulher

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Eleve o patamar do seu look com os calçados e acessórios verão 2020

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De acordo com as últimas novidades do universo fashion, o verão 2020 dá indícios de que o clima natural e a vibe handmade, unida às formas orgânicas, serão o ponto alto da estação. 

Cores quentes e enérgicas como amarelo, laranja, rosa e vermelho aquecem os visuais mais disputados, enquanto estampas vibrantes atualizam os outfits do verão 2020 .

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Bolsas handmade 

As tramas naturais e peças feitas à mão conquistaram a mulher brasileira e já é figurinha carimbada em território nacional. Macrame, crochet, palha, bambu e bordados ganham personalidade e delicadeza em produções casuais cheias de feminilidade. Aposte no vestido longo e fluido com uma rasteirinha básica. O toque de estilo fica por conta da bolsa de palha: charme para todo lado!

Acessórios naturais 

A moda verão 2020, traz para os acessórios elementos naturais, diretamente do fundo do mar. Búzios, conchas e coral, juntamente com detalhes dourados ou prateados trazem o clima praiano para o look do dia. Incorpore também esta tendência!

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Rasteirinhas 

As rasteirinhas desta vez estão mais confortáveis e cheias de estilo. O solado de borracha traz praticidade e um conforto a mais para os pés, e para elevar o patamar, elementos como estampas e bordados são escalados para conquistar o seus pés.

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Sandália de tiras 

Das indispensáveis rasteirinhas até a atitude do salto, as sandálias de têm cadeira cativa na temporada verão 2020 . Opções coloridas e vibrantes, tiras metalizadas, bico folha ou quadrado elevam o patamar de qualquer look. 

O verão 2020 está recheado de personalidade: nuances enérgicas, elementos naturais e formas descomplicadas garantem o frescor indispensável da estação. Incorpore esta essência e conquiste um visual descolado, fortalecendo sua conexão com o simples e natural!

Fonte: IG Mulher

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