Internacional

EUA incluem entidades e indivíduos na lista de sanções por apoiar Irã

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O governo americano disse que acrescentou companhias com sede na China, em Hong Kong e Dubai, além de dois indivíduos, à sua lista de sanções por apoiar o Irã.

O Departamento do Tesouro anunciou, nessa quinta-feira (23), que adotou a medida contra quatro empresas de petróleo e petroquímicas. Duas delas têm sede em Hong Kong e as outras, em Xangai e Dubai.

Segundo o departamento, as firmas ajudaram a Companhia Nacional de Petróleo do Irã a exportar o produto e derivados aos Emirados Árabes Unidos e à China. O valor de exportação equivale, ao todo, a milhões de dólares.

Secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, anuncia sanções contra a Coreia do Norte

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin – REUTERS/Jonathan Ernst

O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, afirmou, em comunicado, que os setores petroquímico e de petróleo constituem fontes primárias de fundos para as atividades terroristas do governo iraniano em todo o mundo.

Uma medida similar foi adotada pelo Departamento de Estado americano, que anunciou na quinta-feira, a inclusão de novas entidades à sua lista de sanções. Uma empresa na China continental e duas firmas baseadas em Hong Kong, além de dois indivíduos, foram acrescentados à lista. Uma das companhias com sede em Hong Kong também está na relação do Departamento do Tesouro.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, disse, no Twitter,  que “a pressão máxima sobre o regime iraniano irá continuar até que seu comportamento mude”. Ele alertou que entidades ou indivíduos que apoiam atividades iranianas serão alvo de sanções.

*Emissora pública de televisão do Japão

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Internacional

Coronavírus: mais passageiros deixam navio de cruzeiro no Japão

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Um terceiro grupo de passageiros do navio de cruzeiro Diamond Princess, afetado pelo novo coronavírus, está desembarcando nesta sexta-feira (21).

A infecção pelo coronavírus foi confirmada em 634 passageiros e membros da tripulação do navio,ancorado no porto de Yokohama, próximo a Tóquio.

O Ministério da Saúde do Japão lembrou que as pessoas que testaram negativo para o vírus e não mostraram sintomas têm permissão para desembarcar desde quarta-feira (19), depois de um período de quarentena de 14 dias.

O ministério informou que 443 desembarcaram na quarta-feira, e 274, ontem. Acrescentou que até 450 pessoas adicionais deverão desembarcar hoje.

Funcionários do ministério solicitaram aos que regressaram para suas casas que verifiquem seu estado de saúde durante duas semanas e evitem sair, a menos que seja absolutamente necessário. Eles pediram também que permaneçam distantes de escolas ou locais de trabalho caso desenvolvam sintomas da infecção, como febre e tosse contínua.

Infecção pelo coronavírus

Especialistas do Instituto Nacional de Doenças Infecciosas do Japão disseram que muitos passageiros a bordo do navio Diamond Princess foram, provavelmente, infectados com o novo coronavírus antes de as autoridades pedirem que eles permanecessem em suas cabines.

Em entrevista nessa quinta-feira (20), eles falaram sobre a infecção em massa ocorrida no navio, que chegou ao porto de Yokohama no último dia 3.

Os especialistas acreditam que a manifestação de febre e outros sintomas entre as pessoas infectadas chegou ao pico no dia 7 de fevereiro. Para eles, isso indica que, caso se leve em conta o período de incubação, é muito provável que os passageiros tenham sido infectados antes de 5 de fevereiro. Esse foi o dia em que o Ministério da Saúde solicitou a todos os passageiros do navio que ficassem em suas cabines, após alguns deles terem sido confirmados com a infecção.

Segundo o ministério, de alguma forma, a solicitação para que os passageiros permanecessem confinados em suas cabines foi efetiva.  Ainda está sendo verificado se outras medidas de contenção poderiam ter sido tomadas bem antes e se foram implementados procedimentos suficientes para evitar infecções entre os tripulantes.

*Emissora pública de televisão do Japão

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Parlamento de Portugal aprova lei que tira pena de eutanásia

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Sala de sessões do Parlamento de Portugal

O Parlamento de Portugal aprovou nesta quinta-feira (20) cinco projetos de lei que despenalizam a prática da eutanásia (o suicídio assistido). Os textos seguem para sanção do Poder Executivo. Todos os projetos aprovados permitem a eutanásia ativa: quando um funcionário do setor de saúde ministra medicamentos e substâncias para reduzir o tempo de vida de um paciente em fase terminal.

Os projetos de lei estabelecem a prerrogativa da morte assistida aos portugueses e estrangeiros residentes no país, maiores de idade com doenças incuráveis e em fase de sofrimento duradouro e insuportável.

Leia também: Brasileira é detida por suspeita de ter matado namorado a facadas em Portugal

Agora, os textos seguem para a sanção do presidente Marcelo Rebelo de Sousa. No entanto, mesmo que sejam barrados pelo mandatário, o Parlamento ainda pode derrubar o veto e implementar as novas leis. A despenalização da eutanásia vem apenas dois anos após o Parlamento rejeitar várias propostas sobre o tema.

A aprovação só foi possível neste momento porque, nas eleições de outubro de 2019, o Partido Socialista (PS) conquistou mais espaço no cenário político. Os projetos de lei aprovados foram duramente criticados pela Igreja Católica portuguesa e por legendas conservadoras, que pediam que o tema fosse levado para referendo.

Fonte: IG Mundo

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