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Fofão é eleita 3ª melhor estrangeira da Champions League feminina

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Campeã nos Jogos de Pequim (2008) e bronze nos de Atlanta (1996) e Sydney (2000), a levantadora Fofão foi considerada uma das cinco melhores jogadoras não europeias a disputarem a Liga dos Campeões feminina de vôlei.

Hélia de Souza foi escolhida por um júri de três treinadores lendários na modalidade: o holandês Avital Selinger, o brasileiro Marco Aurélio Motta (ex-técnico da seleção brasileira de vôlei feminino) e o italiano Massimo Barbolini, que comandou a Fofão na conquista do europeu pelo Perugia (Itália) na temporada 2005/2006.

Em conversa com a Agência Brasil, a ex-atleta disse que a premiação foi uma surpresa: “Estar entre as cinco melhores, nesse nível de jogadoras, atacantes de decisão, de alto nível com muita habilidade, para uma levantadora é uma honra muito grande. Sinto-me privilegiada”.

A jogadora atuou na Europa entre 2004 e 2007 defendendo o Perugia, entre 2007 e 2008 no Múrcia (Espanha) e entre 2010 e 2011 no Fenerbahce (Turquia). “Não é fácil manter o nível de vôlei jogando fora. Exige demais. Mas, também é gratificante porque você joga toda semana com as melhores do mundo. Isso faz você crescer muito”, declarou.

Ao lado da levantadora Fofão, a norte-americana Jordan Larson, em segundo, e a chinesa Ting Zhu, em primeiro, completaram o pódio. O top cinco ficou completo com a ponteira cubana Mirka Francia, em quinto, e com a atacante sul-coreana Kim Yeon-Koung, na quarta colocação. A eleição foi uma promoção do canal European Volleyball.

Edição: Fábio Lisboa

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Brasileiro Lucas Rangel está na final do Campeonato Grego de vôlei

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O central Lucas Rangel, primeiro jogador brasileiro de vôlei a voltar às quadras europeias após a paralisação por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19), volta a atuar na próxima quinta (9) na Grécia com o Panathinaikos para a primeira partida da série melhor de três decisiva do campeonato local contra o Olympiakos.

Nascido em Belo Horizonte, o atleta colaborou para que a equipe chegasse à final depois de superar o Paok por dois jogos a um na semifinal, etapa na qual o campeonato retornou após mais de 90 dias de interrupção forçada pela covid-19. “Ficamos parados por três meses. Tudo fechado mesmo. Só era possível fazer abdominais e exercícios em casa. Foi difícil, pois perdemos o condicionamento aeróbico. No segundo mês da pandemia, para sair de casa por no máximo uma hora, era preciso enviar uma mensagem para um número de telefone para receber a autorização. Muitos policiais estavam pelas ruas, em todos os lados, parando todo mundo e verificando as mensagens. Se a pessoa não tivesse enviado, pagava multa de 300 euros”, diz o jogador à Agência Brasil.

Segundo Lucas, esta situação começou a mudar há aproximadamente um mês: “A Grécia vive ‘normalmente’ desde meados de junho. Apenas funcionários em mercados e lojas de comida usam máscara. Aos poucos, a vida está voltando ao normal. As fronteiras estão abertas para alguns países. Mas qualquer indivíduo que chega na Grécia passa pelo teste do corona e tem que esperar o resultado em um hotel por 24 horas. Se estiver com o vírus, volta para o país de origem”.

No pós-pandemia, o brasileiro lamenta que o tempo de preparação tenha sido muito curto para a retomada dos jogos: “Foi um mês muito corrido. Muitos cuidados para não nos lesionarmos. Há uma semana voltamos a jogar. Sempre com os ginásios vazios, sem público. Como nosso time conta muito com o apoio da torcida, sentimos demais. Foi como se estivéssemos com um jogador a menos, tanto que perdemos a primeira partida. Mas, graças a Deus, conseguimos a recuperação e colocamos a equipe de volta na final depois de 11 anos”.

O central diz que a expectativa para os confrontos decisivos é a mesma: “Ginásio vazio. Todos os jogadores testados. Rede e bolas higienizadas nos intervalos com álcool. Nos bancos de reserva, os atletas devem deixar uma assento vago”.

Aos 29 anos, o brasileiro está na terceira temporada no país europeu. O primeiro time dele na Grécia foi o Paok, na temporada 2014/2015. Em 2016/2017 ele passou pelo Panathinaikos. E voltou para o clube nessa temporada após jogar na França e na Romênia.

Edição: Fábio Lisboa

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Interino do Benfica evita comentar possível contratação de Jorge Jesus

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Se na entrevista coletiva de Bruno Henrique na véspera da final da Taça Rio o assunto principal foi Jorge Jesus, o que imaginar das perguntas ao técnico interino do Benfica? O vice-líder do Campeonato Português entra em campo na próxima quinta (9) contra o Famalicão, pela 31ª rodada, precisando desesperadamente da vitória.

Faltando apenas quatro jogos para o fim da competição, o Benfica está seis pontos atrás do líder Porto e só pode pensar em vencer se pretende levantar a taça pelo segundo ano consecutivo. O problema é que o time vive em grave crise, que culminou na demissão do técnico Bruno Lage.

Inicialmente, a imprensa portuguesa apontou Mauricio Pochettino e Jorge Sampaoli como favoritos para comandar a equipe. Entretanto, Jorge Jesus é o nome da vez em Lisboa. A torcida pede o retorno, os jornais pressionam e a diretoria faz contas para tirar o técnico do Flamengo. Enquanto isso, Nélson Veríssimo assumiu interinamente o time, e ficou com a improvável missão de conquistar o título português.

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Um dia antes do importante confronto com o Famalicão, fora de casa, não teve como escapar da pergunta na entrevista coletiva. Veríssimo precisou responder sobre Jorge Jesus: “Acredito que uma boa situação para o Benfica passar por ganhar o jogo amanhã. Volto a reforçar e percebo vossa curiosidade e de muitas pessoas lá fora na questão relativa ao mister Jorge Jesus. Epa, mas não é uma questão que me diga respeito. Diz-me respeito, mas não é uma questão de minha competência, que eu tenha que estar aqui para dizer alguma opinião”.

Pressionado, Nélson Veríssimo reforçou que o foco é orientar a equipe até o fim do Campeonato Português, e não seguir no Benfica como técnico na próxima temporada. Jorge Jesus ainda não comentou sobre o assunto, que deve ser abordado em uma eventual entrevista coletiva, após a final da Taça Rio, na noite desta quarta (8).

Edição: Fábio Lisboa

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