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Governador Mauro Mendes diz pensar diferente, mas segue pedido do presidente Bolsonaro, e destaca sua postura de equilíbrio.

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O governador Mauro Mendes (foto) negou, nesta quinta-feira(26) que tenha o mesmo entendimento do presidente Jair Bolsonaro diante da crise da pandemia do Ccovid-19 no Brasil.

Mesmo defendendo e adotando medidas como o isolamento vertical, quando apenas as pessoas que integram a faixa de risco, como idosos, pessoas com doenças pré existentes ou com suspeita de infecção, fiquem em casa, Mendes diz que a sua postura é de equilíbrio.

“As minhas ideias não são iguais ao do presidente Jair Bolsonaro. As minhas ideias foram do equilíbrio, da sensatez, do meio termo. Aqui em Mato Grosso nós determinamos sim dentro do Estado essa restrição ao convivio social. Porém, nós não determinamos a paralisia das atividades econômicas. Todas podem ser exercidas pelo nossos decretos desde que respeitem as regram sanitárias e que possam minimizar a transmissão do vírus”, disse o governador durante coletiva de imprensa virtual nesta quinta-feira (26).

Mais cedo, durante entrevista a rádio Vila Real, o governador disse ser adepto ao pedido de Bolsonaro, que defendeu na última terça-feira (24), o fim do isolamento horizontal, e que as pessoas fora da faixa de risco, retornassem às suas atividades, como o retorno das aúlas e do comércio.

“,exatamente, (a crise do coronavírus vai durar 4 meses, o ministro disse, o mundo inteiro está mostrando isso. Como é que as pessoas aguentam isso? Como é que as pessoas vão comer”, respondeu Mendes ao ser questionado sobre o assunto.

Sobre a possibilidade de bolsa auxílio para profissionais liberais, Mendes disse que o governo já está estudando medidas, por meio das Secretarias de Assistência Social e Fazenda, para ampliar as políticas de assistência social no Estado durante este período.

“Nós estávamos aguardando o governo federal anunciar no que poderia ajudar os Estado. E na próxima semana nós iremos oficiar aquilo que podemos fazer, além daquilo que já fazemos, como adiar o pagamento do IPVA de março e abril”, explicou ao anunciar que na próxima semana decretos econômicos e sociais serão publicados.

 

Otavio Ventureli(com Ascom)

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Na hora de união: Coronavírus acirra disputa política entre deputado e prefeito. Parlamentar acusa Pátio de ter visão individualista

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Mais uma vez o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) sai a público para criticar o prefeito de Rondonópolis, Zé Carlos do Pátio(foto). Desta vez, por conta do coronavírus.

Segundo o parlamentar, o prefeito não abre parcerias com os governos estadual e federal. O deputado acusa Pátio de tomar medidas isoladas.

“O prefeito (Pátio) permanece naquela visão individualista. Ele não conversa com o governo estadual e nem federal, através do Ministério da Saúde. Ele conseguiu uma autorização da Câmara de Vereadores para adquirir um imóvel na avenida Lions Internacional em Rondonópolis, onde funcionava um antigo hotel. Imóvel bem velho, sem estrutura nenhuma e que agora a gente não sabe se ele vai demolir ou construir um novo hospital ou se vai adequá-lo”, reclama Claudinei.

Vale lembrar que no município foi confirmado 3  casos de coronavírus.

“A gente não sabe se esse hospital estará pronto em poucos dias ou até final do ano e se vai chegar a atender paciente dessa pandemia. Acho que o prefeito poderia abraçar a causa da Santa Casa e firmar uma parceria na construção de 50 leitos de enfermarias. Aí sim seria uma obra mais rápida e até com menos recursos”, sugere o deputado.

 

Com Assessoria

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Justiça autoriza a entrada de uma Babá e uma secretária do lar que havia sido proibida pelo síndico de um condomínio em Cuiabá

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A juíza da 8ª Vara Cível de Cuiabá, Ana Paula da Veiga Carlota Miranda, permitiu, nesta terça-feira(31) a entrada de uma babá e uma empregada doméstica em um edifício, que havia sido proibida pelo síndico. A decisão do síndico teve como objetivo prevenir o contágio pelo coronavírus.

No entanto, um casal de empresários ingressou na Justiça alegando que ambos exercem atividades profissionais consideradas essenciais e que não podem ser realizadas por meio de teletrabalho, o que justificaria a necessidade dos empregados, responsáveis pelos cuidados dos dois filhos menores do casal.

O casal F G.B.V. e L.M.V. ajuizou ação de fazer cumulada com pedido de liminar em desfavor do condomínio. Relataram que em 23 de março foi encaminhado aos moradores um comunicado, emitido somente pelo síndico, estabelecendo algumas restrições para controle da disseminação do coronavirus, entre elas a proibição de entrada de empregados domésticos nas unidades autônomas.

Na ação, o casal alegou que buscou resolver o problema administrativamente, encaminhando ao síndico informações sobre a situação deles e pedindo reconsideração da decisão, mas o pedido foi negado. A magistrada alertou que, embora a decisão do síndico tenha o intuito de preservar a coletividade e os condôminos da Covid-19, o réu deveria se ater à prevenção em áreas comuns e orientação quanto às demais questões inerentes ao condomínio.

“Não se deve proibir que moradores, prestadores de serviço e funcionários do lar adentrem a unidade residencial do condômino quando autorizados pelo proprietário da unidade, salvo hipótese extração que não se vislumbra nos autos”, ressaltou.

Ao conceder a tutela de urgência, a magistrada ressaltou que o casal deverá atender as orientações recomendadas pela OMS, com o uso de álcool em gel, circulação somente nas áreas comuns permitidas, bem como todos os cuidados preventivos dentro da residência.

 

Assessoria

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