Internacional

Governo da Catalunha pede reunião para negociar solução política

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O chefe do governo da Catalunha, Joaquim Torra, pediu hoje (19) ao primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, uma reunião para negociar uma solução política para encerrar os protestos na região. Neste sábado, Barcelona e outras cidades catalãs entraram no sexto dia de protestos, que começaram após a condenação de líderes que lutam pela independência da comunidade autônoma.

Mais cedo, ao visitar o gabinete que monitora os distúrbios provocados pelos manifestantes, Torra pediu que os protestos sejam pacíficos e disse que a violência “não é nossa bandeira”, referindo-se aos casos de vandalismo e confronto entre a polícia e manifestantes ocorridos ontem (18), durante uma greve geral. “Nenhuma forma de violência nos representa”, afirmou.

Ao responder ao pedido do governador da Catalunha, o primeiro-ministro espanhol rebateu e disse que Torra “deve condenar veementemente a violência, o que ainda não fez”.

Na segunda-feira (14), o Supremo Tribunal da Espanha condenou os líderes que tentaram declarar a independência da região em 2017 a penas de prisão de até 13 anos.

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O ex-vice-presidente da Generalitat (governo da Catalunha), Oriol Junqueras, foi condenado, por unanimidade, a 13 anos de cadeia por delito de sedição e má gestão de fundos públicos, por ter organizado um referendo considerado ilegal com dinheiro público.

Os ex-conselheiros da Jordi Turull (ex-conselheiro da presidência), Raul Romeva (ex-conselheiro do Trabalho) e Dolors Bassa (ex-conselheira para as Relações Exteriores) também foram condenados.

As condenações de líderes independentistas são consideradas “inaceitáveis” pela Assembleia Nacional Catalã (ANC).

* Com informações da RTP, televisão pública portuguesa

Edição: Wellton Máximo

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Internacional

Hamilton Mourão representará o governo em posse na Argentina

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O porta-voz do Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, disse que o vice-presidente Hamilton Mourão será o representante do governo brasileiro na posse do novo presidente da Argentina, Alberto Fernández , que ocorrerá nesta terça-feira (10), em Buenos Aires. Mourão embarca ainda hoje (9) para a capital do país vizinho. 

“Confirmamos a participação do nosso vice-presidente na posse do futuro presidente da Argentina, senhor [Alberto] Fernández. O vice-presidente deve deslocar-se para a Argentina ainda hoje”, afirmou Rêgo Barros a jornalistas, durante coletiva no Palácio do Planalto, na noite desta segunda-feira. O embarque está previsto para as 20h. 

Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores havia informado que o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Sérgio Danese, era quem representaria o governo brasileiro na posse de Alberto Fernández. Seria a primeira vez em mais de 15 anos que o governo brasileiro deixaria de enviar um representante do primeiro escalão para a posse de um presidente argentino. O país vizinho é o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, atrás de China e dos Estados Unidos, com um fluxo comercial anual de mais de quase US$ 26 bilhões, segundo dados de 2018. 

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Segundo Rêgo Barros, a decisão de Bolsonaro de enviar o vice-presidente foi uma forma de valorizar a relação entre os dois países, especialmente em relação às questões comerciais. “Com relação à decisão do presidente, ele vem, ao longo do dia, e mesmo ontem, fazendo análises continuadas, discutindo com vários ministros, e a partir dessas discussões, entendendo que se faria necessária a presença de uma autoridade lá […] para valorizar o relacionamento com a Argentina, em especial, nos aspectos comerciais”.

Alberto Fernández venceu as eleições argentinas pela coalizão de esquerda Frente de Todos. Ele tem como vice a senadora Cristina Kirchner, ex-presidente do país. Bolsonaro é crítico do kirchnerismo e apoiou a reeleição do presidente Maurício Macri, derrotado nas urnas nas eleições realizadas em outubro no país vizinho.

Há pouco, em seu Twitter, o vice-presidente disse que, a decisão de Jair Bolsonaro de designá-lo para representá-lo na posso de Fernández foi um “gesto polílitico”.

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Edição: Fábio Massalli

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Internacional

Bolsonaro recua e decide enviar Mourão para posse na Argentina

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Bolsonaro e Mourão lado a lado. Bolsonaro sério e Mourão sorrindo arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Esta é a primeira vez desde 2003 que um presidente brasileiro não vai à posse do presidente da Argentina

O presidente Jair Bolsonaro mudou de ideia e pediu para o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participar da cerimônia de posse do líder argentino Alberto Fernández, em Buenos Aires, nesta terça-feira (10). A informação foi revelada pela TV Globo News .

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De acordo com o site G1 , Bolsonaro chamou Mourão em seu gabinete para pedir que ele viajasse para a Argentina para representar o governo brasileiro no evento. A ideia do mandatário do Brasil é fazer com que as relações voltem ao normal, informou Mourão à publicação.

A decisão foi tomada horas depois que Bolsonaro disse que analisaria primeiro a lista de convidados para decidir quem enviaria. Ele ainda chegou a desistir de mandar o ministro da Cidadania, Osmar Terra, e disse que  apenas o embaixador do Brasil na Argentina iria à posse.

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Apesar do Brasil ser representado por um político de alto-escalão do governo, esta será a primeira vez desde 2003 que o presidente da República não irá à posse do novo mandatário da Argentina. O país vizinho é o terceiro principal parceiro comercial do Brasil. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro defendeu diversas vezes a reeleição de Mauricio Macri e trocou várias farpas com Fernández.

Fonte: IG Mundo

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