Momento Saúde

Governo de SP prorroga vacinação contra a gripe e amplia público

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O governo de São Paulo anunciou hoje (30) que vai prorrogar a vacinação contra a gripe em todo o estado até o dia 24 de julho. A novidade é a liberação da vacina para toda a população, e não apenas para os grupos prioritários. A imunização estará disponível até que as doses se esgotem nos postos de saúde.

Neste ano, as doses da vacina são constituídas por três cepas do vírus Influenza: A/Brisbane/02/2018 (H1N1)pdm09; A/South Austrália/34/2019 (H3N2); e B/Washington/02/2019 (linhagem B/Victoria).

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apela especialmente para que crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos, gestantes e puérperas sejam vacinadas, pois os índices de vacinação nesses públicos ainda são inferiores a 60%.

“É muito importante que pessoas que se enquadram nestes grupos vulneráveis busquem a unidade de saúde mais próxima de sua residência. A vacina protege contra as complicações da gripe e não causa a doença”, disse Nubia Araújo, diretora de Imunização da secretaria.

Segundo o governo paulista, a vacina é segura, eficaz e ajuda a evitar doenças respiratórias causadas por gripes e resfriados, mais frequentes nessa época do ano.

A vacina não protege contra o novo coronavírus, mas o governo considera que ela é fundamental para diminuir o número de pessoas que apresentam problemas respiratórios graves, principalmente as que necessitam de internação.

“Além de proteger a população contra a Influenza, precisamos minimizar o impacto sobre os serviços de saúde em meio à pandemia de covid-19, já que os sintomas dessas doenças são semelhantes”, disse o secretário da Saúde, José Henrique Germann.

Até o momento, mais de 14,2 milhões de doses de vacina contra o vírus Influenza já foram aplicadas em todo o estado de São Paulo, nos grupos considerados prioritários, como idosos, crianças, gestantes e profissionais da saúde. A meta de chegar a 90% da população-alvo foi atingida entre alguns públicos, alcançando 5,8 milhões de idosos (100%); 1,5 milhão de profissionais da saúde (100%) e 6,7 mil indígenas (100%). 

Mais cedo, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo já havia anunciado a prorrogação da vacina contra a gripe na capital paulista.

Edição: Lílian Beraldo

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Brasil tem 65,4 mil mortes causadas pela covid-19

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O Brasil chegou a 65.487 mortes em decorrência da covid-19. Foram registradas mais 620 mortes nas últimas 24 horas, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (6). Ontem (5), o balanço informava a ocorrência de 64.867 mortes em função da pandemia.

Pelas estatísticas do Ministério da Saúde, foram identificados mais 20.229 casos da doença. Com isso, o número total de pessoas infectadas chegou a 1.623.284. Ontem, o painel do Ministério da Saúde mostrava 1.603.555 casos confirmados.

Os números diários do balanço do Ministério da Saúde em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pelas restrições nas equipes que fazem contagem de dados nas secretarias municipais e estaduais, e maiores às terças-feiras, quando há aumento de registros em razão do acúmulo do que não foi encaminhado no fim de semana.

Do total de infectados até o momento, 927.292 já se recuperaram e 630.505 mil pacientes ainda estão em acompanhamento.

Regiões

A região com maior número de mortes por covid-19 é o Sudeste, com 29.900. O Nordeste registra 21.235 óbitos; o Norte, 10.039; o Centro-Oeste, 2.328; e o Sul, 1.985.

Os estados com mais mortes em função da pandemia são São Paulo (16.134), Rio de Janeiro (10.698), Ceará (6.481), Pará (5.105) e Pernambuco (5.163). As unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (122), Tocantins (224), Roraima (371), Acre (394) e Santa Catarina (406).

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Momento Saúde

Crivella pode requisitar PM para fiscalizar aglomeração em bares

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O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, disse que poderá pedir ajuda da Polícia Militar (PM) para fiscalizar a aglomeração em bares. Durante o final de semana, foi grande o número de pessoas sem máscaras e sem o distanciamento mínimo estabelecido nos bares da capital fluminense, sendo que muitas se negaram a sair, desrespeitando a presença de fiscais da prefeitura.

“A gente tem que pedir à Polícia Militar para acompanhar os nossos fiscais. Porque há um desacato às autoridades. Os fiscais vão ali para salvar as pessoas, que estão se expondo a uma doenças perigosa. A partir do momento em que eles são recebidos com tanta violência verbal e até ameaças, nós vamos precisar pedir o apoio da Polícia Militar, para intervir e levar para a delegacia. Isto é crime de desobediência”, disse Crivella.

Segundo o prefeito, quem descumpre as medidas de distanciamento social, coloca a própria vida e a dos outros em risco: “Pior que o coronavírus é o surto de imprudência, de negligência. Isso depende da consciência de cada um. Não faz sentido nenhum a gente ter de novo uma pandemia, uma curva alta, por imprudência das pessoas”.

Desacato e demissão

Um casal foi registrado por câmeras de vídeo questionando um dos fiscais da prefeitura durante uma das operações. Identificada, a mulher foi afastada da empresa onde trabalhava. Em nota, a Taesa – Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. alegou que não concordava com atitudes contrárias às medidas de combate à pandemia.

“A companhia não compactua com nenhum comportamento que coloque em risco a saúde de outras pessoas ou com atitudes que desrespeitem o trabalho e a dignidade de profissionais que atuam na prevenção e no controle da pandemia de covid-19. Diante dos fatos expostos, decidiu pelo afastamento da funcionária”, manifestou a empresa. A mulher não foi localizada para se manifestar.

Balanço das operações

A prefeitura divulgou um balanço de três dias de operações de fiscalização em bares e restaurantes entre a noite de quinta-feira (2) e a madrugada de domingo (5). Foram inspecionados 108 estabelecimentos, com cinco interdições e 56 multas, a maioria por falta de higiene, funcionamento irregular e aglomeração.

Ouça na Radioagência Nacional:

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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