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Grupo mobiliza a sociedade ‘Pelas vidas na 163’

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Nos últimos meses a  BR-163 que liga as cidades de Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, a Santarém no Pará, cortando o estado do Mato grosso, vem sendo destaque na mídia devido as más condições  de tráfego.

Em 2014 a empresa responsável pela Rota do Oeste, instalou a cobrança de pedágios ao longo dos mais de 800 km da rodovia. No entanto, de lá para cá, apenas 170 km foram duplicados, entre  Cuiabá a Rondonópolis.  No dia 14 deste mês, foi entregue a pavimentação do trecho que liga o Estado de Mato Grosso ao Porto de Miritituba/PA,  com a presença do Presidente Jair Bolsonaro.

Devido ao grande número de acidentes registrados na rodovia e falta de infraestrutura,  motivaram a criação do grupo ‘Pelas vidas na 163’,  composto por lideranças empresarias, classe religiosa, produtores rurais, representantes da sociedade civil e autoridades competentes, cujo principal objetivo é mobilizar a sociedade de Lucas do Rio Verde e pressionar a Rota do Oeste, concessionaria que administra a BR-163 a efetuar a duplicação prometida  para rodovia federal e buscar melhorias necessárias.

O movimento irá de reunir as 19h00 desta quinta-feira (27) no auditório do Sindicato Rural, localizado em frente à sede da 49ª Ciretran.   Marco Aurélio Albieri integrante do movimento, esclarece que  o movimento pretende pressionar o Governo Federal a tomar providências e a cumprir o tratado de diretrizes contra as atrocidades do contrato de concessão.  “Gostaríamos de encher o auditório para que nosso movimento ganhe mais força do que já temos hoje …. chame seu amigo, seu vizinho, todos e todas as entidades de Lucas do Rio Verde são convidados com o fim apenas de SALVAR VIDAS NA BR 163.”

 

Por:  Aline Viana

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Conselho Estadual de Educação de MT autoriza aulas e atividades escolares on line durante o período da pandemia de Coronavírus

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O Conselho Estadual de Educação autorizou que as escolas públicas e privadas de Mato Grosso façam aulas e atividades on-line para cumprir os 200 dias letivos anuais, pelo menos enquanto durar a pandemia do novo coronavírus. Antes da crise, esse tipo de recurso não podia ser contado como hora de aula.

“Deverão reorganizar seus calendários escolares, nessa situação emergencial, podendo propor, para além da reposição de aulas de forma presencial, formas de realização de atividades escolares não presenciais”, diz trecho da resolução normativa 002/2020.

Esse tipo de aula não será obrigatório, até porque nem todas as escolas possuem recursos suficientes para transmitir conteúdo on-line, porém, para poder realizar esse tipo de exceção, as escolas públicas deverão “contar com a prévia autorização do mantenedor”, através de solicitação aos órgãos de supervisão.

Para o controle de carga horária, deve-se registrar “a frequência dos alunos de acordo com o desenvolvimento das atividades propostas, às quais devem ser registradas e adequadas comprovando-se assim, as atividades realizadas fora da instituição escolar”.

O decreto do governo do Estado suspendeu as aulas das escolas públicas em Mato Grosso de 23 de março a 5 de abril, podendo ser prorrogado. A medida é uma forma de conter a propagação do coronavírus, que é transmitido através de espirros, tosse e toques.

 

Otavio Ventureli(com GazetaDigital)

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Delegado de Polícia titular da GECAT orienta como proceder ao receber informações sobre Coronavírus pelo Whatsapp

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Centenas de conteúdos falsos estão sendo monitorados pela Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) e autores dos compartilhamentos destas informações são convocados a depor.

Diante do cenário de pânico entre as pessoas, o delegado de Polícia Judiciária Civil, Eduardo Botelho(foto) orienta como proceder o receber informações sobre o coronavírus, Covid-19.

A indicação principal é não abrir ou compartilhar links de conteúdos que chegam por meio do whats app. Além da chance de ser informação falsa, a mensagem pode instalar vírus no aparelho do internauta.

Caso precise consultar dados sobre o tema, que sejam em portais oficiais e confiáveis. Não passe adiante áudios que não sabe a procedência.

De acordo com o delegado, a maioria dos conteúdos falsos compartilhados relata que os casos de coronavírus informados pelos órgãos do governo não refletem a realizada. Os compartilhamentos afirmam que o número de infectados é muito maior e que o Estado está escondendo isso da população.

“O que acontece é que as pessoas recebem esses áudios e essas informações sem checar a veracidade delas e passam para frente. O que consta nesses áudios, quase que em sua totalidade, é “olha gente, os casos que o governo divulga são menores que o real. Então vamos tomar cuidado, vamos ficar em casa, que a coisa está feia”. Só que os dados que devem ser considerados para qualquer análise são os governamentais. Para identificar se a pessoa está com o vírus ou não é preciso passar por uma prova e contraprova”, explica o delegado.

Quando a pessoa multiplica esse tipo de informação, ela está criando um tipo de instabilidade que é cabível de punição. Identificada, ela vai se explicar na delegacia e cabível de punção que pode ser multa ou pagamento de cestas básicas, isso depende da determinação do Judiciário.

“O Gecat está monitorando o conteúdo que circula nas redes sociais e notificando as pessoas a comparecerem na delegacia, onde ela pode se retratar ou não sobre o fato. Se ela não se retratar, pode se enquadrar o artigo 41, da lei de contravenções penais, que é o de criar alarde e pânico na sociedade”, esclarece. O crime é de menor potencial ofensivo e não gera prisão, mas o indivíduo terá que comparecer à delegacia e também poderá sofrer as penalidades citadas acima.

Essa semana uma médica foi intimada a depor por estar compartilhando conteúdo falso. Na delegacia, ela confirmou que passou a diante o áudio e não tinha conferido a procedência do mesmo. A profissional tem 65 anos , dos quais 40 deles dedicados à profissão.

“Nesse caso, a conduta é ainda mais reprovável, pois é uma pessoa instruída que atuou por muito tempo na área da saúde. Tem também aquelas pessoas que não tem essa instrução”, pontua.

Além do monitoramento feito pelo Gecat, o delegado incentiva as pessoas a denunciarem ao se depararem com informações inverídicas que possam criar instabilidade na sociedade.

Denúncias sobre materiais “fake news” (áudio ou vídeo) podem ser feitas pelo telefone (65) 99973-4429 ou enviar mensagem eletrônica no e-mail: [email protected]

 

Otavio Ventureli(com Assessoria)

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