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Honda, Yamaha e BMW interrompem atividades nas fábricas de Manaus

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Fábrica da Honda é a maior da Zona Franca de Manaus, e agora os funcionários terão escalas especiais

A divisão de motos da Honda comunica que as sua produção na fábrica de Manaus (AM) estará suspensa a partir de 27 de março, em função dos impactos da pandemia do Covid-19. O retorno é previsto para 13 de abril, podendo ser postergado para 20 de abril. A decisão prioriza a segurança e saúde das pessoas. Os colaboradores diretamente envolvidos no processo produtivo entrarão em férias coletivas a partir de 30 de março. Entre os dias 27 e 30, as jornadas serão compensadas com a utilização do banco de horas.

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Além disso, a divisão de motos da Honda informou que está direcionando o maior número possível de profissionais das áreas administrativas para férias coletivas ou regime de home-office . Para as atividades imprescindíveis, que não podem ser realizadas a distância, será mantido um contingente mínimo de funcionários, com as medidas de prevenção recomendadas pelas autoridades.

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A maior fábrica de motos da Honda no mundo fica localizada no Distrito Industrial de Manaus e foi inaugurada em 1971. Até hoje 25 milhões de unidades foram produzidas na fábrica que é uma das maiores da região. Com 7 mil empregados, hoje, a planta conta com 24 modelos diferentes em seu portfólio. No local também são produzidas rodas de alumínio e aço, carenagens, componentes de motor, chassi e estruturas de aço, além de peças plásticas.

Outras fábricas da Zona Franca

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A planta da BMW, por exemplo, tem retorno previsto apenas para o dia 23 de abril

Enquanto isso, outras fábricas de motos em Manaus também decidem suspender as atividades para se previnirem contra o Coronavírus . A BMW interrompe a partir de 30 de março, com retorno previsto para 23 de abril. Outras ações para aumentar a proteção na fábrica foram o cancelamento de viagens, proibição de aglomerações na produção e na área administrativa. A montadora também adotou home office para parte dos trabalhadores.

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Enquanto isso, na Yamaha — a maior concorrente da Honda — a parada terá início no dia 31 de março, com retorno previsto em 20 de abril. A empresa cancelou viagens e vem adotando home office e videoconferências, sobretudo na unidade de Guarulhos (SP), onde ficam as principais áreas administrativas da empresa.

Fonte: IG CARROS

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Empresas terceirizam frotas para reduzirem custos

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Locadoras aumentam faturamento com terceirização de frotas e com a alta do custo de ter carro próprio hoje em dia no Brasil

Com a crise da Covid-19, enquanto o país se esforça para o conter o avanço da doença, as empresas começam a fazer planos para reduzir alguns custos, sem comprometer áreas essenciais ao negócio. 

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Uma das alternativas que devem entrar no radar dos empresários é a terceirização de frotas. Segundo a Marbor Frotas Corporativas, a terceirização de frotas pode diminuir em cerca de 15% o custo das empresas , uma vez que a locadoras contam com melhores condições para a compra e manutenção dos veículos.

“Nesta crise sem precedentes, a prioridade é salvar vidas. Porém, quando tudo isso passar, será ainda mais importante colocar em prática uma política de caixa muito bem definida. Uma das formas para reforçar o fluxo financeiro nos próximos meses poderá ser a troca de carros próprios por alugados”, aponta Renato Vaz, diretor da empresa. “Além disso, a gestão da frota terceirizada fica a cargo da locadora, reduzindo também o custo de administração dos clientes”, completa.

De acordo com a Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), entre 80% e 90% das empresas do país ainda contam com frotas próprias. Isso demanda uma série de cuidados e gastos permanentes, com financiamentos, manutenções, documentações, impostos, seguros, etc.

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“Com uma frota terceirizada, mesmo que pequena, a empresa paga apenas o aluguel mensal, enquanto toda a gestão dos veículos é feita pela locadora. E o custo total ainda é menor do que comprar e manter carros próprios”, diz Renato Vaz. 

Para ajudar as empresas no planejamento financeiro, a Marbor disponibiliza a ferramenta “Conta em Foco”, que compara os custos totais dos carros próprios com os dos alugados. Para ter acesso, é necessário entrar em contato com a empresa.

Fonte: IG CARROS

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Avaliação: Audi A6 2020 dá um show de dirigibilidade

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Audi A6: sofisticação, desempenho, segurança e conforto para poucos na nova geração do sedã de luxo


Nem parece, mas já fazem 25 anos do lançamento do Audi A6. À época, ele estreava para dar continuidade ao modelo 100. Passadas quase três décadas, eis a novíssima geração (nomenclatura 4A2B2Y), que desembarcou no Brasil por R$ 426.990 na configuração Performance (única disponível).

Construído sobre a plataforma MLB EVO, a mesma do SUV-cupê Q8 ( leia mais ) e do “irmão” A7 Sportback, a carroceria cresceu 6 mm no comprimento (4,939 m), 12 mm na largura (1,886 m) e 2 mm na altura (1,457 m).

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Ou seja, são dimensões similares ao do BMW 540i (R$ 422.950), cujas medidas são de 4,936 m, 1,868 m e 1,479 m, respectivamente. As novas dimensões trouxeram mais conforto interno e o entre-eixos do Audi A6 espichou de 2,912 mm para 2,924 mm. Mesmo assim, menor frente ao do rival da Bayerische Motoren Werke AG (2,975 m) e aos 2,939 do Mercedes-Benz Classe E (preços de R$ 345.900 a R$ 836.900, na variante esportiva Mercedes-AMG E 63 S 4 Matic).

As proporções bem definidas do A6 transmitem um toque extra de esportividade. Alguns detalhes do exterior aparecem na grade frontal Single Frame em preto brilhante (mesma tonalidade dos frisos das portas), as caixas de rodas aumentadas em 25 mm para acomodarem as belas rodas de 20″ com pneus de 255/40 R20, as lanternas unificadas e a dupla saída de escapamento. O porta-malas de 530 litros é igual ao do antecessor e a tampa pode ser aberta ao passar o pé sob o para-choque traseiro.

A cabine seguiu os passos do Q8. Luxuosa e ergonômica, estão disponíveis três telas. A primeira, concentra o quadro de instrumentos totalmente digital Virtual Cockpit, com três modos de visualização. O multimídia MMI Touch de 10,1″ traz navegação com gráficos em 3D e conectividade Android Auto/Apple CarPlay. A última de 8,6″ permite ajustar a temperatura do ar-condicionado de quatro zonas.

O áudio da renomada Bang&Olufsen é composto de 16 alto-falantes e 705 watts de pura qualidade sonora. Quatro entradas USB são encontradas. Como já falamos, o entre-eixos aumentou, porém, apenas dois ocupantes traseiros encontram bom espaço para as pernas e os joelhos por conta do túnel central elevado. Um pênalti está na coluna de direção que não é ajustável eletricamente.

MOTOR COMPARTILHADO

Sob o capô, esconde-se o V6 3.0 TFSI (código EA 839) de 340 cv e torque plano de 51 kgfm a partir de baixíssimos 1.370 rpm. É o mesmo bloco presente no Q8 e no A7 Sportback . O câmbio S tronic é de dupla embreagem e sete marchas. Esse conjunto junto da tração integral quattro permite ir de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos – o A7 Sportback cumpre em 5,3 segundos – com velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente).

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A diferença de peso entre o A6 e o A7 Sportback é de poucos 55 kg. E ao volante, o sedã desconhece os seus 1.935 kg. O comportamento agrada, seja ao conduzi-lo em baixas velocidades ou exigir mais do pedal do acelerador. Pelo Audi Drive Select é possível selecionar os programas Auto, Comfort, Dynamic, Efficiency e Individual, que alteram determinados parâmetros, por exemplo, as respostas do motor/transmissão e o funcionamento do ar-condicionado, só para citar.

Dirigindo no Efficiency e ao aliviar o pé do pedal do acelerador é engatado o “ponto morto” do câmbio para aproveitar a inércia e diminuir tanto o consumo quanto as emissões de poluentes. O A6 é um híbrido leve por ser equipado com uma bateria de íons de lítio e sistema elétrico de 48V. Desta forma, é possível andar entre 55 e 160 km/h com o motor a combustão desligado. Outro recurso em prol do meio ambiente está no sistema Start-Stop, que desativa o V6 3.0 TFSI a partir de 22 km/h.

Toda essa tecnologia foi comprovada durante a nossa avaliação. O computador de bordo registrou médias urbanas de 13 km/l (trânsito moderado para congestionado) e superiores aos 18 km/l na estrada. Muito boas para um carro de praticamente duas toneladas.

A personalidade do Audi transforma no Dynamic, com respostas rápidas e instantâneas. A transmissão trabalha de forma irrepreensível e realiza trocas ágeis sem titubear. As suspensões confortáveis possuem um bom compromisso entre conforto e esportividade, enquanto a tração integral quattro sob demanda o deixa grudado no chão. Só é necessária uma atenção maior nas ruas esburacadas devido o perfil baixo dos pneus e as grandes rodas.

SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR
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Audi A6 2020 vem com sistema multimídia de últiga geração e luz ambiente configurável entre os itens de série

O pacote de proteção aos passageiros inclui, entre os itens, o Traffic Jam Assist para controlar a aceleração/frenagem e a direção mantendo o carro dentro da faixa ou na fila de trânsito. Ele funciona de 0 a 250 km/h, de acordo com o fabricante. O Side Assist/Pre Sense Rear engloba o assistente de pontos cegos e o Exit Warning, que informa os ocupantes ao desembarcar da proximidade de um outro veículo. Já o Audi pre sense front consegue detectar ciclistas e pedestres em velocidade de até 85 km/h e outros veículos em velocidade até 250 km/h. É emitido um alerta sonoro e visual nos casos de colisão iminente.

Outro recurso é o assistente de tráfego reverso, o qual utiliza os radares do veículo para informar ao condutor sobre a possibilidade de colisão ao engatar a marcha à ré. Caso necessário, os freios são acionados automaticamente. Por fim, a câmera de 360° auxilia nas horas das manobras ou balizas. Embora seja recheado é uma pena não oferecer a coluna de direção ajustável eletricamente em altura e profundidade.

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O Audi A6 custa a partir de R$ 426.990 e opcionalmente pode receber o Head-Up Display (HUD) por R$ 10.000 extras, assim como o sistema de visão noturna (R$ 16.000) e os faróis Full-LED Matrix (R$ 13.000). Completo, o A6 Performance sai por R$ 465.900.


FICHA TÉCNICA

Audi A6 Performance
Preço básico: R$ 426.990
Carro avaliado: R$ 465.990
Motor: seis cilindros em “V” 3.0, 24V, turbo, injeção direta e indireta, duplo comando de válvulas, variador de fase na admissão e escape
Cilindrada: 2995 cm3
Combustível: gasolina
Potência: 340 cv a 5.500 rpm
Torque: 51 kgfm a partir de 1.370 rpm
Câmbio: automatizado de dupla embreagem, sete marchas
Direção: eletro-hidráulica
Suspensões: Braços sobrepostos (d) e multibraços (t)
Freios: discos ventilados (d/t)
Tração: integral
Dimensões : 4,939 m (c), 1,886 m (l), 1,457 m (a)
Entre-eixos: 2,924 m
Pneus: 255/40 R20
Porta-malas: 530 litros
Tanque: 73 litros
Peso: 1.935 kg
0-100 km/h: 5s1
Velocidade máxima: 250 km/h (limitada eletronicamente)
Consumo cidade: 8,3 km/l
Consumo estrada: 10,3 km/l
Emissão de CO 2 : 150 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: D (Extra Grande)
Fonte: IG CARROS

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