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Hopi Hari vai reabrir em julho com medidas anticovid-19

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O Hopi Hari, parque temático em Vinhedo (SP), vai reabrir em julho. O parque definiu cronograma para reabertura baseado na  flexibilização da quarentena do estado de São Paulo e rígido protocolo sanitário definido em conjunto com a Associação dos Parques de Diversões do Brasil (Adibra), o Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat) e dezenas de parques do Brasil.

hopi hari
Divulgação

O parque temático Hopi Hari vai reabrir em julho

As medidas, aprovadas pelos órgãos de saúde, se basearam em protocolos internacionais adotados por complexos turísticos de vários países.

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Medidas adotadas

Para reduzir a chance de aglomerações, o parque operará, por tempo indeterminado, com 30% de sua capacidade estabelecida pelo Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). Além disso, o Hopi Hari funciona inicialmente apenas aos sábados e domingos, em horário reduzido – das 10h às 17h, e mediante agendamento pelo site para evitar ultrapassar o limite diário.

O ingresso do parque para essa volta às atividades custa R$129,90 no valor individual. Para quem adquiri-lo, o parque fará o teste rápido de anticorpos IgM/IgG para a Covid-19 gratuitamente, no período de 20 a 30/06. 

O passaporti, como é chamado o ingresso, será comercializado a partir de 16 de junho.  Visite o site do Hopi Hari para comprar seus ingressos e ver mais opções de passaporti.

Para quem for ao parque será obrigatório o uso de máscara de proteção. Além disso, os visitantes deverão estar com temperatura corporal inferior a 37,8ºC. A medição será feita logo na chegada, antes da entrada do estacionamento. Assim, quem não se enquadrar no critério já poderá sair. As regras serão as mesmas para os colaboradores.

Dentro do parque, também vão existir algumas regras para garantir a saúde dos visitantes. O local estará adaptado para garantir o distanciamento social dentro das atrações, mesas e cadeiras de restaurantes e lanchonetes. Nas filas, a regra segue. Haverá sempre uma indicação para que os visitantes fiquem com uma distância de segurança.

Na entrada e saída de todas as atrações, será obrigatório utilizar álcool em gel, e ao realizar quaisquer transações em lojas, restaurantes e lanchonetes. No caso das atrações pagas à parte, como o Hadikali e a Tirolesa, deverá se respeitar o agendamento, voltando até o local do brinquedo apenas no horário marcado.

Por fim, algumas atrações indoor foram fechadas temporariamente e a capacidade de outros brinquedos, reduzidas para garantir o distanciamento mínimo exigido. Além disso, o Hopi Hari aumentou a limpeza das regiões de contato direto dos visitantes.

Fonte: IG Turismo

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Já está na hora de cancelar a viagem de réveillon?

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Depois que entramos no segundo semestre do ano, muitos brasileiros passaram a se preocupar com os planos de Ano Novo. Alguns já haviam até comprado as passagens, outros estão esperando a situação melhorar para ir atrás da próxima viagem. Porém, as informações seguem muito incertas, especialmente no setor turístico, então fica aquela dúvida: devo desistir dos meus planos para o réveillon? 


réveillon
Pixabay/Reprodução

“Acreditamos que será possível viajar no Ano Novo com segurança, mas o contexto está mudando constantemente e podemos facilmente errar a previsão”, diz Luísa


Para Luísa Dalcin, diretora de comunicação do buscador Viajala, ainda é difícil dizer com certeza, uma vez que as previsões estão muito instáveis. Além da volta à normalidade das companhias e empresas de hospedagem, que está acontecendo aos poucos, o turista precisa se sentir verdadeiramente seguro. 

“É natural que haja hesitação por semanas e até meses depois da retomada e será preciso um movimento consistente que envolva os órgão de saúde, as autoridades e as empresas de turismo para que a insegurança de viajar se dissipe e o mercado encontre também o seu ponto de ‘nova normalidade'”, afirma.

Segundo uma pesquisa feita pelo Viajala com 3 mil usuários da plataforma em 6 país da América Latina, cerca de 66% dos usuários brasileiros declararam não saber  quando voltariam a viajar para fora do país. Quando perguntados sobre quando acham que poderão voltar a viajar, 11% dos entrevistados gerais disseram acreditar que, para fora do país, só a partir de 2021 e 20% acredita que as viagens nacionais serão possíveis a partir de outubro de 2020.

Além das passagens e das reservas de estadia, também existe a preocupação com as atividades turísticas do local de destino, mas Luísa acredita que quando as viagens forem liberadas, já estaremos em um patamar que será possível fazer os passeios turísticos.

“Existe a tendência de que pontos turísticos que costumam lotar, gerar filas, como museus e monumentos, diminuam sua capacidade e mantenham esse número mais baixo por um bom tempo. Isso requer ainda mais organização do viajante: se antes ele deixava para comprar um ingresso na última hora, talvez seja necessário comprá-lo com dias e até semanas de antecedência”, alerta diretora. 

Além da saúde

“Há também o problema financeiro. A pandemia impactou a vida, o salário, o emprego de muita gente, que precisará pensar também nas próprias contas antes de organizar uma viagem no Ano Novo. São muitos fatores envolvidos”, ressalta Luísa.

Segundo entrevistados pelo Viajala, na hora de voltar a viajar para o exterior, o principal medo dos brasileiros é a própria situação financeira: 34% dos participantes declararam que temem pela sua situação financeira quando o forte da crise passar, enquanto 17% se mostraram preocupados com a cotação de moedas estrangeiras, como o dólar e o euro, que deverão seguir altas mesmo no fim da quarentena. 

Já comprei a minha viagem de final de ano, e agora?

Para aqueles que já estão com as passagens compradas, Luísa acredita que valha a pena esperar para cancelar. “Temos mais de cinco meses ainda. Existem até rumores de vacina para o fim do ano, então vale considerar esperar um pouco mais para ter mais segurança na decisão”, reflete.

Fonte: IG Turismo

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Já está na hora de cancelar a viagem de réveillon?

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Depois que entramos no segundo semestre do ano, muitos brasileiros passaram a se preocupar com os planos de Ano Novo. Alguns já haviam até comprado as passagens, outros estão esperando a situação melhorar para ir atrás da próxima viagem. Porém, as informações seguem muito incertas, especialmente no setor turístico, então fica aquela dúvida: devo desistir dos meus planos para o réveillon? 


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Pixabay/Reprodução

“Acreditamos que será possível viajar no Ano Novo com segurança, mas o contexto está mudando constantemente e podemos facilmente errar a previsão”, diz Luísa


Para Luísa Dalcin, diretora de comunicação do buscador Viajalá, ainda é difícil dizer com certeza, uma vez que as previsões estão muito instáveis. Além da volta à normalidade das companhias e empresas de hospedagem, que está acontecendo aos poucos, o turista precisa se sentir verdadeiramente seguro. 

“É natural que haja hesitação por semanas e até meses depois da retomada e será preciso um movimento consistente que envolva os órgão de saúde, as autoridades e as empresas de turismo para que a insegurança de viajar se dissipe e o mercado encontre também o seu ponto de ‘nova normalidade'”, afirma.

Segundo uma pesquisa feita pelo Viajalá com 3 mil usuários da plataforma em 6 país da América Latina, cerca de 66% dos usuários brasileiros declararam não saber  quando voltariam a viajar para fora do país. Quando perguntados sobre quando acham que poderão voltar a viajar, 11% dos entrevistados gerais disseram acreditar que, para fora do país, só a partir de 2021 e 20% acredita que as viagens nacionais serão possíveis a partir de outubro de 2020.

Além das passagens e das reservas de estadia, também existe a preocupação com as atividades turísticas do local de destino, mas Luísa acredita que quando as viagens forem liberadas, já estaremos em um patamar que será possível fazer os passeios turísticos.

“Existe a tendência de que pontos turísticos que costumam lotar, gerar filas, como museus e monumentos, diminuam sua capacidade e mantenham esse número mais baixo por um bom tempo. Isso requer ainda mais organização do viajante: se antes ele deixava para comprar um ingresso na última hora, talvez seja necessário comprá-lo com dias e até semanas de antecedência”, alerta diretora. 

Além da saúde

“Há também o problema financeiro. A pandemia impactou a vida, o salário, o emprego de muita gente, que precisará pensar também nas próprias contas antes de organizar uma viagem no Ano Novo. São muitos fatores envolvidos”, ressalta Luísa.

Segundo entrevistados pelo Viajala, na hora de voltar a viajar para o exterior, o principal medo dos brasileiros é a própria situação financeira: 34% dos participantes declararam que temem pela sua situação financeira quando o forte da crise passar, enquanto 17% se mostraram preocupados com a cotação de moedas estrangeiras, como o dólar e o euro, que deverão seguir altas mesmo no fim da quarentena. 

Já comprei a minha viagem de final de ano, e agora?

Para aqueles que já estão com as passagens compradas, Luísa acredita que valha a pena esperar para cancelar. “Temos mais de cinco meses ainda. Existem até rumores de vacina para o fim do ano, então vale considerar esperar um pouco mais para ter mais segurança na decisão”, reflete.

Fonte: IG Turismo

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