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Idoso de 89 anos esquece caminho de casa se isola em mata comendo fezes e bebendo urina em Pontes e Lacerda

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Eli de Souza Ferreira, aposentado de 89 anos, ficou aproximadamente uma semana desaparecido desde o último domingo, 24/11.

Segundo relatos, o senhor esqueceu o caminho de casa e ficou isolado quatro dias em uma região de mata, distante 3 km da casa onde reside, em Pontes e Lacerda, Mato Grosso.

O idoso sobreviveu os últimos dias comendo babaçu, fezes e bebendo urina. Nesta quinta-feira, 28/11, quarto e última dia de buscas, o corpo de bombeiros encontrou Eli completamente debilitado, com as costelas visíveis.

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Você conhece a cidade?

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Acompanhe todo sábado um novo texto no momentomt sobre a cidade cidade de Lucas do Rio Verde, também conhecida como: A capital da agroindústria.


A cidade que se destacou em segundo lugar entre as 50 cidades pequenas mais desenvolvidas do país e a quinta colocação entre as melhores cidades do Brasil para se fazer negócios. apontado pela Revista Exame no ano de 2016.

Segundo sites de pesquisa a cidade nasceu na segunda metade da década de 80, através de um Projeto de Assentamento do INCRA trazendo vários colonos do sul do país.

Lucas do Rio Verde é uma cidade que se desenvolveu muito rápido, no início dos anos 2000, a cidade era predominantemente sulista, mas com a divulgação do prodígio dos monocultores e a chegada de multinacionais, pessoas de várias regiões do país migraram para a cidade.

Fundada em 5 de agosto de 1982 ainda então pertencente ao município de Diamantino foi elevado à condição de Distrito e no dia 4 de julho de 1988, quando a sua emancipação política-administrativa, já contava com 5.500 habitantes.

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Seu nome é relacionado ao principal rio que corta o município: O rio Verde, curso d’água que corta o território municipal, com sua nascente no município de Nobres, próximo ao Parque Estadual Águas do Cuiabá. Desemboca no Teles Pires, afluente do Rio Tapajós e por fim no Rio Amazonas. O rio Verde tem diversos fozes dentro do município, o principal é o Córrego Lucas que se estende por três bairros, entre eles o Centro, reconhecido pela cor esverdeada devido a sua profundeza.

E o codinome “lucas” é em homenagem a Francisco Lucas de Barros, seringalista, um dos pioneiro desbravadores do médio norte mato-grossense e norte mato-grossense.

Não perca no próximo sábado mais um texto sobre as curiosidades do nosso município. 

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Micro e pequenas indústrias voltam a crescer sem compensar perdas acumuladas

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Agência Brasil

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Resultado do levantamento em 2019 mostra estabilidade para micro e pequenas indústrias de São Paulo

O Indicador de Atividade da Micro e Pequena Indústria de São Paulo, divulgado nesta sexta-feira (17), mostra que o setor passou por um ano de estabilidade em 2019.

A pesquisa, baseada na avaliação dos empresários sobre os negócios, foi encomendada ao Instituto Data Folha pelo Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi).

Produção da indústria apresenta tendência de queda, aponta IBGE

 O índice de satisfação fechou o ano em 108 pontos, melhor resultado desde 2014, quando marcou 112 pontos. “Mesmo com a melhora no índice neste ano, ainda não foi possível compensar as perdas dos anos anteriores”, ressaltou o Simpi.

Quanto ao emprego nas pequenas indústrias, o indicador fechou o ano passado com 99 pontos, puxado pela alta de 103 pontos, devido às contratações de fim de ano .

Quando o índice está acima de 100 pontos significa que o saldo de empregos é positivo, com mais contratações do que demissões. Abaixo de 100 pontos, o saldo é negativo .

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Confiança da indústria sobe em dezembro e retoma nível de julho de 2018

 A média anual vem sendo negativa desde 2014, com o pior resultado em 2016, quanto ficou em 85 pontos.

Endividamento

Uma parte significativa (45%) das micro e pequenas indústrias fechou dezembro com capital de giro insuficiente. Com isso, 21% dos empresários usaram o cheque especial (modalidade de crédito que tem uma das maiores taxas de juros do mercado) para manter as atividades, e 6% tiveram que recorrer a empréstimos pessoais .

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 Para o presidente do Simpi, Joseph Couri, caso não haja melhora do cenário em 2020 , as pequenas indústrias vão acumular cinco anos de perdas.

“O balanço do exercício de 2019 aponta o tamanho dos desafios a serem superados e vencidos em 2020, sob pena de termos cinco anos seguidos perdidos”, afirmou.

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