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Assassino do Tinder é condenado após matar e cortar mulher em 14 pedaços

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 Assassino do Tinder é condenado após matar e cortar mulher em 14 pedaços
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Assassino do Tinder é condenado após matar e cortar mulher em 14 pedaços

A Justiça dos Estados Unidos da América condenou a morte um rapaz chamado Aubrey Trail, de 54 anos de idade, após ele matar e esquartejar uma garota que conheceu no Tinder – Sydney Loofe, de 24 anos de idade. O crime aconteceu em 2017, no estado do Nebraska.

Aubrey e sua namorada – Bailey Boswell, de 25 anos – atraíram Sydney através de um aplicativo de relacionamento para que ela integrasse o grupo de práticas sexuais.

A garota, porém, não sabia das intenções da dupla e “surtou” quando descobriu que poderia se envolver em práticas criminosas. Com isso, Aubrey ficou preocupado com a possibilidade de ser delatado para as autoridades.

“Eu não tinha dúvidas de que ela contaria às pessoas se eu a deixasse ir”, disse o condenado antes de ser conduzido a cadeira elétrica.

*Mais informações em instantes

Fonte: IG Mundo

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Talibã pendura cadáver em grua após execução por policiais

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Grupo extremista Talibã
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Grupo extremista Talibã

Os talibãs penduraram o corpo de um homem morto em uma grua na principal praça da cidade de Herat, no Afeganistão, informa a agência Associated Press neste sábado (25).

Conforme relatos, o homem fazia parte de um grupo de quatro pessoas que teriam cometido uma tentativa de sequestro e foram mortos por policiais. Segundo um farmacêutico ouvido pela agência, os outros três corpos foram levados para outras cidades para serem “expostos”.

Não há nenhum comentário oficial do grupo fundamentalista que retomou o poder em 15 de agosto, mas a cena ocorre poucos dias depois de um dos fundadores do Talibã, mulá Nooruddin Turabi, anunciar que as  execuções e as amputações de quem cometesse crimes seriam retomadas.

Durante o primeiro governo do Talibã, entre 1996 e 2001, quem era acusado de roubo ou furto, tinha a mão ou a mão e o pé amputados, dependendo da gravidade da ação.

Já quem cometesse crimes mais graves, como assassinatos, era executado por parentes das vítimas – que também poderiam poupar a vida do acusado se aceitassem uma indenização conhecida como “dinheiro ensanguentado”.

Fonte: IG Mundo

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