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Banhistas levam seis horas para desencalhar orca com baldes d’água

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Orca encalhada nos EUA
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Orca encalhada nos EUA

Uma orca encalhada foi salva recentemente graças à ação de voluntários, que a mantiveram viva jogando baldes de água sobre ela por seis horas.

Chance Strickland e tripulação do seu iate entraram em ação após avistar o animal de 6 metros de comprimento encalhado na costa do Alasca (EUA) após a maré baixar.

Depois de lançar âncora, a equipe de resgate saltou para a costa rochosa e formou uma corrente humana, passando baldes de água do mar para frente e para trás.

Os “bons samaritanos” chegaram bem na hora, pois vários pássaros oportunistas voavam em círculos, esperando para comer ainda viva a baleia indefesa.

A orca pareceu ficar mais animada depois de sentir o gosto da água pela primeira vez e começou a sacudir o rabo e a fazer barulho.

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Outras tripulações também pararam seus barcos na Ilha do Príncipe de Gales para ajudar na missão de resgate.

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês) foi chamada. Especialistas chegaram ao local com uma mangueira especial para borrifar uma névoa de água do mar sobre o animal e assustar o bando de pássaros famintos.

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Chance disse ao “New York Times” que podia ouvir o animal em apuros chamando outras orcas.

“Havia lágrimas saindo de seus olhos. Foi muito triste”, relatou ele.

Mas o final foi feliz. Depois de seis horas, a maré subiu e levou a orca de volta ao oceano, de acordo com Aroon Melane, que filmou o resgate e postou o vídeo no TikTok.

Fonte: IG Mundo

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Cientistas da Bolívia tentam desvendar mistérios do boto cor-de-rosa

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Pescadores que antes cobiçavam o boto-cor-de-rosa estão trabalhando com pesquisadores na floresta amazônica da Bolívia em uma iniciativa de alta tecnologia para tentar garantir a sobrevivência da espécie rara e entender melhor suas necessidade

Recentemente, cientistas do grupo ambiental global WWF e da ONG boliviana Faunagua rastrearam quatro botos no Rio Ichilo usando tecnologia de satélite que permite que pescadores usem um aplicativo de celular para comunicar suas localidades.

“Eles (pescadores) caçavam os botos para usá-los como isca de pesca”, disse Paul Van Damme, da Faunagua. “(Agora) estamos conscientizando-os e os incluindo como pesquisadores e cientistas”.

Apesar de serem emblemáticos, pouco se sabe sobre as populações e os habitats do boto, de acordo com a WWF. Pescadores que ainda frequentam os rios relatarão o que eles comem e o quão longe migram e darão aos cientistas pistas sobre as ameaças que enfrentam.

A iniciativa dá aos pescadores uma nova perspectiva sobre uma espécie que é sua presa há muito tempo, disse Lila Sainz, chefe da filial boliviana da WWF.

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“Tudo que afeta os botos afetos os humanos que usam estes recursos”, explicou Sainz. “Por isso, se os botos estão bem, as pessoas estão bem”.

A vasta floresta amazônica da Bolívia é um habitat crítico para uma ampla variedade de espécies, dos botos aos tucanos e às onças, cuja existência está sendo ameaçada pelo desmatamento, represas em fozes de rios, incêndios florestais e o desenvolvimento.

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