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Cerca de 40 mil bolivianos residentes em São Paulo enfrentam filas para votar

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jeanine añez
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Jeanine Añez é a presidente interina atual da Bolívia; ela tomou posse após possíveis fraudes na eleição de Evo Morales



Neste domingo (18), cerca de 40 mil cidadãos bolivianos radicados na cidade de São Paulo participaram das eleições presidenciais da Bolívia, segundo o Tribunal Superior Eleitoral do país. Esta é a primeira eleição desde 1997 em que Evo Morales não participa.


Os principais e mais populares candidatos competindo no primeiro turno são Luis Arce, do mesmo partido de Evo; o centrista Carlos Mesa; e Luis Fernando Camacho, da extrema-direita.

A presidente interina, Jeanine Añez , e o ex-presidente Jorge Quiroga eram candidatos pela direita, mas desistira da corrida. O motivo foi uma estratégia para dificultar a vitória de Arce.

Em São Paulo, bolivianos enfrentaram longas filas para votar. Ao contrário do voto no Brasil, a votação é realizada em cédulas de papel. A eleição boliviana foi sediada pelo Instituto de Ciência e Tecnologia São Paulo, na região central da capital paulista.

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Eleitores escutados pelo G1 afirmam que sentem incertezas em relação às eleições deste ano. Um deles não acredita que o partido de Evo seja reeleito.

Outro eleitor acredita que o momento é de polarização e compara a situação com a do Brasil. “O que todo mundo quer é que, independentemente de quem for o presidente, ele terá o desafio de unir o país, não governar com sentimentos e imposições”, afirmou ao Portal Ronald Mancilla, que mora há 15 anos no Brasil.

Fonte: IG Mundo

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Chilenos votam para descartar Constituição da era Pinochet

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Os chilenos lotaram as principais praças do país na noite de domingo depois que os eleitores deram amplo apoio ao plano de descartar a atual Constituição do país, que vem da era do ditador Augusto Pinochet, em favor de uma nova Carta que será escrita pelos cidadãos.

Na Plaza Italia, em Santiago, foco de gigantescos e muitas vezes violentos protestos no ano passado que tinham como reivindicação uma nova Carta Magna, fogos de artifício foram lançados em meio a uma multidão de dezenas de milhares de pessoas gritando em uníssono a palavra “renascimento”.

Com mais de três quartos dos votos apurados, 78,12% dos eleitores optaram por uma nova Constituição. Muitos manifestaram esperanças de que um novo texto vai moderar um viés amplamente capitalista com garantias de mais direitos iguais na saúde, aposentadorias e educação.

“Essa vitória pertence às pessoas, é graças aos esforços de todos que estamos neste momento de comemoração”, disse Daniel, de 37 anos, à Reuters na Plaza Nunoa, em Santiago. “O que me deixa mais feliz é a participação dos jovens, os jovens querem fazer as mudanças.”

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O presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse que se o país estava dividido por causa dos protestos e dos debates sobre aprovar ou rejeitar os planos para uma nova Constituição, de agora em diante deve se unir por trás de um novo texto que forneça “um abrigo para todos”.

O líder de centro-direita, cuja popularidade despencou em meio aos protestos e se manteve claudicante, falou para aqueles que queriam manter a atual Constituição, apontada como responsável por fazer do Chile um dos sucessos econômicos da América Latina.

Qualquer novo texto deve incorporar “o legado das gerações passadas, a vontade da geração atual e as esperanças das gerações que virão”, disse ele.

“Esse referendo não é o fim, é o início de uma estrada que temos de percorrer em direção a uma nova Constituição”, acrescentou.

Quatro quintos dos eleitores disseram que querem que a nova Carta seja elaborada por um órgão de cidadãos especialmente eleito –formado por metade de homens e metade de mulheres– em vez de uma convenção mista de parlamentares e cidadãos, o que enfatizou a ampla descrença dos chilenos na classe política.

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Os integrantes de uma assembleia constituinte de 155 membros serão eleitos em abril de 2021 e terão até um ano para concordar com um texto, e as propostas terão de ser aprovadas por maioria de dois terços.

Os chilenos terão então de votar novamente sobre se aceitam o novo texto ou querem retomar a Constituição anterior.

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