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Chinês é condenado à morte após atear fogo na ex-mulher influencer ao vivo

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Tibetana tinha quase 30 mil seguidores nas redes sociais
Bruno Ignacio

Tibetana tinha quase 30 mil seguidores nas redes sociais

Um homem foi condenado à morte nesta quinta-feira (14) após encharcar de gasolina e atear fogo na ex-mulher enquanto ela fazia uma transmissão ao vivo para seus mais de 30 mil seguidores. 

Amuchu, a influencer tibetana assassinada aos 30 anos postava vídeos do seu dia a dia no país na rede social Douyin, equivalente ao TikTok chinês. Ela havia se divorciado dele três mesas antes do ocorrido.

O crime aconteceu em setembro do ano passado. Ela não resistiu aos graves ferimentos e morreu duas semanas depois.

A morte gerou indignação no país, que só começou a punir casos de violência doméstica em 2016. Uma hashtag de apoio à ela foi criada e chegou a ser censurada pelas autoridades chinesas.

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Seu crime “mostrou uma crueldade extrema, e seu impacto na sociedade foi terrivelmente ruim”, disse o tribunal em um comunicado.

Uma em cada quatro mulheres chinesas foi vítima deste tipo de violência pelo menos uma vez na vida, de acordo com um estudo publicado em 2013 pela Federação das Mulheres da China, informa a AFP.

Fonte: IG Mundo

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Unicef: 45 mil pessoas precisam de ajuda humanitária em Moçambique

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) estima que mais de 45 mil pessoas, incluindo 23 mil mulheres e crianças, precisem de assistência humanitária” em Moçambique, depois da passagem da tempestade Ana, desde segunda-feira (24).

A população afetada vive nas províncias mais povoadas do país, ou seja, Nampula e Zambézia, e ainda em Tete, Niassa, Sofala e Manica, todas no norte e no centro.

De acordo com dados das autoridades locais e do Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD), pelo menos 20 pessoas morreram, embora relatos da população nas zonas afetadas indique número de vítimas ainda maior.

Citando dados do INGD, a agência da ONU informou, em comunicado, que a tempestade “danificou quase 10,5 mil casas, bem como pontes, linhas elétricas, escolas, sistemas de água e instalações de saúde”. 

Balanço preliminar da Proteção Civil diz que foram atingidas 12 instalações de saúde e 346 salas de aula (137 escolas), “deixando 27,38 mil alunos sem lugar para aprender, antes do novo ano letivo, que tem início previsto para segunda-feira (31)”.

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O governo anunciou que vai colocar pontes metálicas provisórias, para que seja retomada a circulação em duas importantes vias rodoviárias: sobre o rio Revuboé, na província de Tete, e sobre o rio Licungo, na Zambézia.

Entretanto, apesar de a tempestade Ana já ter passado, a Proteção Civil diz que risco de inundações persiste na província de Sofala, porque as chuvas continuam a alimentar bacias hidrográficas que ficaram acima dos níveis de alerta nos últimos dias.

“O Unicef estima que precisará de US$ 3,5 milhões para responder às necessidades imediatas das populações afetadas”, e acrescenta que está utilizando recursos internos.

Moçambique enfrenta época ciclônica sazonal, e a tempestade tropical Ana foi a primeira e única até agora a atingir o país.

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