Internacional

Contágio do novo coronavírus está diminuindo na Inglaterra, diz estudo

Publicados

em


source
Boris Johson, primeiro ministro da Inglaterra
Reprodução

Boris Johson, primeiro ministro da Inglaterra

A disseminação do novo coronavírus na Inglaterra caiu em junho e no início de julho, de acordo com um estudo do Imperial College com 150 mil voluntários.

“Quando a epidemia de SARS-CoV-2 na Inglaterra saiu da fase inicial de lockdown, a prevalência dos testes positivos continuou a diminuir”, constatou o chamado estudo de Avaliação da Transmissão Comunitária em Tempo Real.

O estudo, que será revisado antes da publicação de um relatório final, também descobriu que o risco de infecção era maior em Londres do que em outras áreas da Inglaterra. Ele descobriu que havia um maior risco de infecção entre as pessoas de etnia negra e asiática, principalmente do sul da Ásia.

Fonte: IG Mundo

Leia Também:  Imigrantes tinham úteros retirados a força nos EUA, diz enfermeira
Propaganda

Internacional

Reino Unido corre risco de novo lockdown

Publicados

em


.

O Reino Unido deve reintroduzir algumas medidas de lockdown contra o coronavírus cedo ou tarde, afirmou um epidemiologista neste sábado (19), com novos casos da covid-19 chegando ao maior índice desde o começo de maio.

Neil Ferguson, professor de epidemiologia do Imperial College, de Londres, e ex-conselheiro do governo, afirmou à BBC que o país enfrentará uma “tempestade perfeita” de infecções, com as pessoas voltando ao trabalho e às escolas.

O primeiro-ministro Boris Johnson disse na sexta-feira (18) que ele não quer outro lockdown nacional, mas que novas restrições podem ser necessárias porque o país enfrentaria uma inevitável segunda onda da covid-19.

“Eu acho que algumas medidas adicionais devem ser necessárias, cedo ou tarde”, disse Ferguson.

Na sexta-feira (18), foi publicado que ministros estavam considerando um segundo lockdown nacional, com novos casos da covid-19 no maior índice em meses, internações hospitalares crescendo e taxas de infecção elevadas em partes do norte da Inglaterra e em Londres.

“Neste momento, estamos nos níveis de infecções que víamos neste país no final de fevereiro, e, se esperarmos mais duas ou quatro semanas, estaremos de volta aos níveis de meados de março, e isso irá – ou pode – causar mortes”, disse Ferguson.

Leia Também:  Trump ou Biden: qual cenário é melhor para o Brasil?

Dados do governo, deste sábado (19), mostraram 4.422 novos casos, 100 a mais que na sexta-feira (18), e o maior total diário desde 8 de maio, com base em testes positivos.

A verdadeira taxa de infecção deve ser maior. A agência de estatísticas do Reino Unido disse na véspera que por volta de 6 mil pessoas por dia, apenas na Inglaterra, provavelmente pegaram a doença durante a semana de 10 de setembro, com base em testes aleatórios.

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, requisitou uma reunião com Johnson e os líderes de País de Gales e Irlanda do Norte, durante as próximas 48 horas, para tentar garantir medidas coordenadas entre as diferentes partes do Reino Unido.

O Reino Unido teve o maior índice de mortes da Europa por covid-19, com mais de 41 mil, segundo a contagem do governo.

O aumento de infecções ainda não levou a um crescimento similar em novas mortes – em parte porque os casos estão concentrados entre pessoas mais jovens -, mas as internações hospitalares estão começando a crescer.

Leia Também:  Imigrantes tinham úteros retirados a força nos EUA, diz enfermeira

Mais de 10 milhões de pessoas em partes do norte e da região central da Inglaterra já estão sob alguma forma de lockdown, como proibição de convidar amigos ou familiares para suas casas, ou visitar bares e restaurantes depois das 22h.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA