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Covid-19: Holanda restringe visitas e venda de bebidas alcoólicas

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Medida foi anunciada pelo governo holandês nesta terça-feira (13).

Para conter o aumento no número de casos de Covid-19 , o governo da Holanda anunciou nesta terça-feira (13) novas medidas restritivas. Segundo o decreto, os moradores não poderão receber mais de três visitantes por dia e a venda de bebidas alcoólicas será restringida e poderá ser feita apenas até as 20h.

As medidas foram apelidadas de “lockdown parcial” pela população e entrarão em vigor a partir da próxima quarta-feira, tendo validade de quatro semanas. Outros decretos, como o uso de máscaras nas escolas, continuam em vigor. O intuito, segundo o governo, é evitar um “caos hospitalar” no país.

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o país tem registrado mais de 5 mil novos casos da doença por dia, cinco vezes mais do que a média de mil casos registradas na primeira onda da doença, que ocorreu entre março e abril.

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Durante a primeira onda de Covid-19, a Holanda não adotou a estratégia do confinamento completo. Com isso, o país soma, até o momento, 6.6 mil mortos pela doença.

Fonte: IG Mundo

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Itamaraty envia mensagem de saudação ao presidente eleito da Bolívia

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O Ministério das Relações Exteriores enviou uma mensagem ao presidente eleito da Bolívia, Luis Alberto Arce Catacora, e ao vice, David Choquehuanca, felicitando-os pela vitória no pleito. Nela, o governo brasileiro saúda povo e governo bolivianos pelo clima de “tranquilidade e harmonia” registrado durante o processo eleitoral, bem como pela “atuação independente do Tribunal Supremo Eleitoral” na contagem oficial dos votos.

“O Governo brasileiro congratula-se com as forças políticas do país pelo respeito à vontade popular expressa nas urnas. Reconhece, em particular, a importância da participação dos observadores independentes das missões que acompanharam a votação – da OEA, do Parlasul, da União Europeia, das Nações Unidas, da Uniore e do Instituto Carter Center – cujo escrutínio contribuiu para afiançar a legitimidade e transparência do pleito e garantir que fosse respeitado o desejo soberano do povo boliviano na escolha de seus dirigentes”, diz a mensagem.

O Itamaraty reafirmou a disposição do governo brasileiro em trabalhar com as novas autoridades bolivianas “com vistas à implementação de iniciativas de interesse comum e no âmbito dos laços de amizade, vizinhança e de cooperação que unem os dois países e seus povos.”

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Após ter sido apontado, segundo pesquisas de boca de urna, como vencedor das eleições, Arce disse que a Bolívia “voltou à democracia”, e que fará um governo em prol de todos os bolivianos. “Vamos constituir um governo de unidade nacional”, declarou o candidato vitorioso, que foi ministro da Economia e Finanças Públicas da Bolívia em duas ocasiões durante o governo de Evo Morales – presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.

Sob a justificativa de evitar a continuidade de conflitos violentos que ocorreram em 2019 após um relatório preliminar da Organização dos Estados Americanos (OEA) levantar suspeitas sobre as eleições presidenciais bolivianas na época, Evo Morales convocou novas eleições e, em seguida, se exilou no México e, depois, na Argentina, onde ainda permanece.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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