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Covid-19: Mundo registra mais de 1 milhão de novos casos nos últimos três dias

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Com mais de sete milhões de casos no total, a Índia fica atrás apenas dos Estados Unidos


O mundo registrou mais de um milhão de novos casos do novo coronavírus nos últimos três dias, que  está crescendo mais rápido do que nunca. As ocorrências  foram na França, Rússia, Nepal, nos EUA e na Índia, que ultrapassou o total de sete milhões de casos.


Mortes e hospitalizações  também estão começando a aumentar. A pandemia adoeceu mais de 37 milhões de pessoas e mais de um milhão morreu em todo o mundo, de acordo com um banco de dados do New York Times.

Globalmente, os Estados Unidos lideram o ranking das nações com o maior número de infecções pelo novo coronavírus desde o final de maio. No entanto, a disseminação do vírus na Índia colocou o país na vice-liderança. Neste domingo (11), foram 74.383 novas infecções, totalizando mais de sete milhões, enquanto os Estados Unidos têm mais de 7,7 milhões de casos.

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A Grã-Bretanha, por exemplo, sofreu o maior número de mortes relacionadas ao vírus na Europa . Espanha e França, que estabeleceram um recorde na sexta-feira com 20.339 novos casos e novamente no sábado com 26.896, estão enfrentando uma segunda onda de infecções. A Rússia também registrou  recorde em um dia, com 12.673 novos casos. 

Fonte: IG Mundo

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Glenn Greenwald anuncia saída do “The Intercept” e acusa site de censura

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Glenn Greenwald
Agência Pública

Glenn Greenwald

Glenn Greenwald , jornalista americano, anunciou sua saída do The Intercept , site que ajudou a fundar em 2013, na tarde desta quinta (29) por meio de uma nota oficial.

Segundo Glenn, o motivo de sua saída ocorreu por conta de censura de editores do site, que recusaram a postagem de uma coluna em que o jornalista criticava o democrata Joe Biden, candidato à presidência dos Estados Unidos.

Confira a nota publicada por Glenn Greenwald:

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 “A causa final (da saída) foi que os editores do The Intercept, violando meu direito contratual de liberdade editorial, censuraram um artigo que escrevi nesta semana, se recusando a publicar a não ser que eu removesse todas as partes em que o candidato democrata Joe Biden era criticado, já que todos os editores novaiórquinos do Intercept envolvidos nesa supressão apoiam veementemente o candidato”, afirmou na nota.

Glenn afirma que nesta coluna seriam revelados emails e depoimentos de testemunhas que levantariam dúvidas acerda da conduta de Biden:

“O artigo censurado, com base em e-mails revelados recentemente e depoimentos de testemunhas, levantou questões críticas sobre a conduta de Biden. Não contentes em simplesmente impedir a publicação deste artigo no meio de comunicação que eu co-fundei, esses editores da Intercept também exigiram que eu me abstivesse de exercer um direito contratual separado de publicar este artigo com qualquer outra publicação”, completa Greenwald.

O jornalista ganhou notoriedade no Brasil após a versão brasileira do Intercept publicar diversas conversas do ex-ministro Sérgio Moro e do ex- procurador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol , as matérias foram intituladas de ” Vaza Jato” .

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Fonte: IG Mundo

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