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Covid-19: Nigéria proíbe viajantes da Índia, do Brasil e da Turquia

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A Nigéria decidiu proibir a entrada de viajantes procedentes da Índia, do Brasil e da Turquia, em meio à preocupação com a disseminação do novo coronavírus nesses países, disse o comitê presidencial de acompanhamento da pandemia neste domingo (2).

“Portadores de passaportes não nigerianos e não residentes na Nigéria que tenham visitado o Brasil, a Índia ou a Turquia nos 14 dias anteriores à viagem para a Nigéria, terão sua entrada negada no país”, afirmou Boss Mustapha, presidente do comitê, em comunicado. A proibição entrará em vigor no próximo dia 4. 

A Nigéria anunciou 43 novos casos confirmados de covid-19 neste sábado (2), totalizando 165.153, com 2.063 mortes até o momento.

Hospitais, necrotérios e crematórios indianos estão sobrecarregados, com o país relatando mais de 300 mil casos diários por mais de dez dias consecutivos. No Brasil, novos casos da doença caíram um pouco após o pico do fim de março, mas permanecem altos para os padrões históricos. O total de mortes no país perde apenas para os Estados Unidos.

A Turquia impôs lockdown completo em todo o país na quinta-feira (29), com duração até 17 de maio, para conter um aumento nas infecções e mortes pelo novo coronavírus. O país registra o quarto maior número de casos do mundo.

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Microscópio usado por Darwin em observações científicas será leiloado

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Autor de A Origem das Espécies – tratado sobre biologia que propõe a ideia do mecanismo de seleção natural e foi fundamental para a concepção moderna de evolução -, Charles Robert Darwin é um dos maiores nomes da história da ciência. As anotações e instrumentos utilizados por ele são considerados valiosíssimos, já que foram essenciais na descoberta de um dos maiores marcos da ciência humana.

É o caso de um microscópio que Charles Darwin deu de presente para o filho Leonard, e que permaneceu na família por cerca de 200 anos. Segundo os registros do instrumento, Darwin usou as lentes para observar zoófitos – pequenos seres invertebrados que possuem características semelhantes à plantas –  em suas pesquisas sobre evolução.

Agora, 139 anos após a morte do cientista, os herdeiros do pai da evolução decidiram leiloar o artefato histórico. A empresa responsável pelo leilão será a inglesa Christie’s, que pretende arrecadar entre 250 mil libras esterlinas e 350 mil libras esterlinas – o equivalente a R$ 2,68 milhões.

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“É incrivelmente emocionante olhar por ele e ver o mundo microscópico que Charles Darwin deve ter visto entre os anos de 1820 e 1830”, afirmou James Hyslop, chefe do departamento responsável por objetos científicos, históricos e naturais da Christie’s à agência de notícias Reuters.

Microscópio que pertencia a Charles Darwin será leiloado em dezembro pela Christie's. Microscópio que pertencia a Charles Darwin será leiloado em dezembro pela Christie's.

Microscópio que pertencia a Charles Darwin será leiloado em dezembro pela Christie’s. – Reuters/Toby Melville/Direitos Reservados

“Mais tarde, em 1858, há uma carta incrível que ele [Charles Darwin] escreve para o filho mais velho dizendo que o jovem Leonard estava dissecando com ajuda do microscópio e disse: ‘papai ficarei feliz em fazer isso pelo resto da minha vida’. É maravilhoso ter essa conexão familiar de Darwin pouco antes dele ter ficado famoso”, argumentou Hyslop.

O leilão do microscópio que pertenceu a Charles Darwin acontecerá em 15 de dezembro. A casa de leilões Christie’s ainda não confirmou se o evento será online ou presencial.

* Com informações da Reuters

Edição: Fernando Fraga

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