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Covid-19: Nigéria proíbe viajantes da Índia, do Brasil e da Turquia

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A Nigéria decidiu proibir a entrada de viajantes procedentes da Índia, do Brasil e da Turquia, em meio à preocupação com a disseminação do novo coronavírus nesses países, disse o comitê presidencial de acompanhamento da pandemia neste domingo (2).

“Portadores de passaportes não nigerianos e não residentes na Nigéria que tenham visitado o Brasil, a Índia ou a Turquia nos 14 dias anteriores à viagem para a Nigéria, terão sua entrada negada no país”, afirmou Boss Mustapha, presidente do comitê, em comunicado. A proibição entrará em vigor no próximo dia 4. 

A Nigéria anunciou 43 novos casos confirmados de covid-19 neste sábado (2), totalizando 165.153, com 2.063 mortes até o momento.

Hospitais, necrotérios e crematórios indianos estão sobrecarregados, com o país relatando mais de 300 mil casos diários por mais de dez dias consecutivos. No Brasil, novos casos da doença caíram um pouco após o pico do fim de março, mas permanecem altos para os padrões históricos. O total de mortes no país perde apenas para os Estados Unidos.

A Turquia impôs lockdown completo em todo o país na quinta-feira (29), com duração até 17 de maio, para conter um aumento nas infecções e mortes pelo novo coronavírus. O país registra o quarto maior número de casos do mundo.

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Homem centenário que atuou em campo de concentração vai a julgamento na Alemanha

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Campo de concentração em Sachsenhausen, na Alemanha
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Campo de concentração em Sachsenhausen, na Alemanha

Um homem de 100 anos que atuou como guarda no campo de concentração nazista Sachsenhausen, próximo de Berlim, na Alemanha , será julgado como cúmplice pela morte de 3.518 pessoas. A informação foi divulgada no domingo pelo jornal alemão Welt. A publicação confirmou que o processo deve começar em outubro deste ano.

A identidade do réu não pode ser revelada por questões legais. Apesar da idade avançada, ele deve comparecer às sessões na corte distrital da cidade Neuruppin, no estado de Brandenburg. O presidente do tribunal, Frank Stark, estima que o acusado deve permanecer no local por até duas horas e meia a cada dia de julgamento.

Para o advogado Thomas Walther,  que atua em demandas conjuntas de processos contra nazistas e também está envolvido no julgamento de Neuruppin, a ação realizada 76 anos após o fim da Segunda Guerra é “necessária”.

A acusação foi apresentada em fevereiro. De acordo com a emissora pública de televisão NDR, a denúncia ressalta que o ex-guarda contribuiu “material e intencionalmente” para os assassinatos durante os anos de 1942 e 1945, quando trabalhou no local.


Construído em 1936, Sachsenhausen se tornou conhecido por ter sido palco dos primeiros experimentos para o assassinato em massa de prisioneiros em câmaras de gás. Estima-se que até 200 mil prisioneiros tenham sido enviados à força para o campo até 1945.

Fonte: IG Mundo

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