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Damares diz na ONU que Abrace o Marajó será modelo na Amazônia

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A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, disse, durante sua participação na 46ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), que o programa Abrace o Marajó é o novo modelo de desenvolvimento sustentável do Brasil na Amazônia, com ênfase na proteção da floresta e principalmente de quem vive nela. Além de Damares, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, também participou da reunião.

Segundo Damares, o governo brasileiro está cuidando não apenas da Amazônia, mas também da população que vive no bioma. “Com o Abrace o Marajó, por exemplo, vamos investir mais de US$ 900 milhões até 2023”, disse.

A ministra disse que a covid-19 impôs grandes desafios ao mundo inteiro na área de direitos humanos especialmente entre os grupos mais vulneráveis. “Para encarar essa realidade, o governo brasileiro apresentou planos de contingência, estruturados nos eixos saúde, proteção social e proteção econômica, visando atender a necessidade de idosos, pessoas em situação de rua, pessoas com deficiência, família em localidades urbanas vulneráveis, além dos povos em comunidades tradicionais”, disse.

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Damares também reiterou que o Brasil continua firme na defesa da democracia, da liberdade, da família e da vida a partir da concepção. “Continuaremos a trabalhar nos direitos humanos para todos, tanto no Brasil quanto em qualquer lugar no mundo”, disse.

Espaço indispensável

O chanceler Ernesto Araújo disse, durante a sessão, que o Brasil valoriza o conselho como espaço indispensável onde “nações soberanas podem debater as questões mais urgentes dos direitos humanos no mundo”.

“Reafirmamos nossa determinação em conjunto com todas as nações para trabalharmos para uma ordem internacional que honre os padrões estabelecidos na Declaração Universal e em outros tratados internacionais de direitos humanos em face dos desafios do presente”, disse o ministro.

Edição: Fábio Massalli

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Com receio de teste de paternidade, homem manda irmão no seu lugar e é preso

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Christian e Samuel Robinson foram presos por falsidade ideológica
Reprodução DailyMail

Christian e Samuel Robinson foram presos por falsidade ideológica

Com receio de assumir o filho, Christian Robinson, de 26 anos, pediu ao irmão mais novo, Samuel, para que fizesse o teste de DNA no seu lugar. O caso ocorreu na Inglaterra .

Em imbróglio com a ex-companheira, que pedia na Justiça que Christian assumisse a paternidade do filho, o homem solicitou que fosse feito um exame de DNA .

Foi então que Samuel, o irmão mais novo que é soldado do exército britânico, fez o teste em seu lugar, na esperança que o resultado desse negativo.

De fato, com a chegada dos resultados, indicou que o DNA supostamente colhido de Chris deu negativo para o pai, contudo, mostrou que era parente do bebê.

A mãe da criança, confusa com os resultados, afirmou que o jovem da foto que tinha ido até a clínica se parecia muito com uma versão mais nova do ex-companheiro.

Após investigação, os irmãos admitiram a fraude e foram condenados por falsidade ideológica. Christian, pai da criança, foi condenado a pagar cerca de 42 mil reais referentes a pensão que estavam atrasados e a cumprir 18 meses de prisão e Samuel, que teve cargo rebaixado no exército, recebeu pena de 6 meses.

Fonte: IG Mundo

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