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Diretora da OMS minimiza casos de reinfecção do novo coronavírus

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O Brasil tem 4,13 milhões de infectados
Foto: FreePick/Divulgação

O Brasil tem 4,13 milhões de infectados

A diretora técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, disse ontem que, por enquanto, os casos de reinfecção do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no mundo são “quase irrelevantes estatisticamente falando”.

“Dos mais de 26 milhões de infecções registradas no mundo, houve apenas alguns casos de reinfecção, até agora não muito relevantes. Em todo caso, continuamos a estudá-los em conjunto com laboratórios de diferentes países”, afirmou a especialista.

Van Kerkhove destacou que até agora está comprovado que os pacientes infectados com o vírus criaram anticorpos. “Vemos resultados muito promissores, nos quais esta resposta (imunológica) dura vários meses, mas como estamos na pandemia há apenas oito meses, não podemos saber quanto tempo vai durar”, admitiu.

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O Hospital das Clínicas de São Paulo, da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), abriu um ambulatório para pesquisar sete possíveis casos de reinfecção pelo novo coronavírus.

Os pacientes estão sendo acompanhados por uma equipe médica do hospital. Exames e pesquisas em laboratórios estão sendo realizados para confirmar ou descartar as suspeitas.

Fonte: IG Mundo

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Trump indica juíza católica e anti-aborto para a Suprema Corte

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Olivier Douliery/Getty Images

Donald Trump anuncia sua indicada à Suprema Corte, Amy Coney Barrett, na Casa Branca


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , indicou, neste sábado, 26, a juíza Amy Coney Barrett (foto) para ocupar a vaga de  Ruth Bader Ginsburg na Suprema Corte .


Amy foi assistente do ministro da Suprema Corte Antonin Scalia, que morreu em 2016. No ano seguinte, Trump a indicou para um tribunal de apelação em Chicago, onde ela trabalhou nos últimos três anos.

Católica praticante, Amy é contra o aborto , o que foi um dos motivos pelo qual Trump a escolheu. Nos últimos anos, Amy tem declarado que o precedente firmado pela Suprema Corte em 1973 deve ser respeitado.

Nesse ano, o tribunal analisou o caso Roe contra Wade e entendeu que o aborto é uma questão privada entre a mulher e o seu médico. Na prática, a decisão acabou liberando a prática no país.

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Mas Amy entende que é possível mudar algumas decisões em relação às restrições contra clínicas que fazem abortos. “Não acho que o cerne do caso Roe contra Wade, de que as mulheres têm direito ao aborto, poderá mudar”, disse ela em um debate na Universidade de Jacksonville, em 2016. “Mas acho que a questão se as pessoas podem fazer abortos tardios ou quantas restrições podem ser impostas às clínicas, acho que isso pode mudar.”

A juíza e seu marido, Jesse Barret, têm sete filhos , incluindo dois que foram adotados do Haiti e um com síndrome de Down. Com 48 anos, ela pratica crossfit e, se for aprovada pelo Senado, será a integrante mais nova da corte.

Fonte: IG Mundo

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