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Eleições americanas: Partido Republicano instala urnas falsas na Califórnia

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Jordan Tygh%2C ligado ao Partido Republicano%2C incentivou os eleitores a enviar mensagens a ele pedindo
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Jordan Tygh, ligado ao Partido Republicano, incentivou os eleitores a enviar mensagens a ele pedindo “locais convenientes” para entregar suas cédulas.

Na última segunda-feira (12), o secretário de estado da Califórnia, Alex Padilla, e o advogado-geral Xavier Becerra ordenaram que o Partido Republicano remova as urnas falsas que foram instaladas em Los Angeles, Orange County e Fresno County. As informações foram dadas pelo Yahoo .

Padilla disse que recebeu imagens que mostram urnas rotuladas como “oficiais” , embora não tenham sido instaladas pelas autoridades eleitorais.

“Enganar os eleitores é errado, independente de quem faça”, declarou Padilla  ao ressaltar que as urnas falsas são ilegais.

Ele e Becerra aconselharam que os eleitores que depositaram o voto nas urnas erradas contatem o site de votação da Califórnia

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Os republicanos alegam que essa é apenas uma forma de “coleta de votos” , prática que permite que voluntários, organizações ou trabalhadores de campanha coletem cédulas e as entreguem no ponto eleitoral do condado.

O Partido Republicano sinalizou que deve retirar a palavra “oficial” das urnas, mas não irá cumprir a ordem de Padilla e Becerra.

“Se eles [republicanos] se recusarem a obedecer, então é claro que consideraremos todas as nossas opções legais”, disse Padilla.

Fonte: IG Mundo

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Operação na Itália desmantela esquema de fraude em cidadania para brasileiros

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Catânia
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Câmeras de segurança gravaram as ações fraudulentas no departamento de cidadanias de Catânia

 A polícia italiana desmontou nesta sexta-feira (30) mais um esquema de fraudes no reconhecimento de cidadania por direito de sangue para brasileiros, desta vez em Catânia, uma das principais cidades da Sicília, no sul do país.

As forças de segurança cumpriram mandados de prisão domiciliar preventiva contra supostos envolvidos nas irregularidades, incluindo quatro servidores da Prefeitura de Catânia que teriam recebido dinheiro “em troca de favores prestados no desempenho de suas funções”.

Ainda foram detidos um dos dois supostos organizadores do esquema e um despachante. Um ítalo-brasileiro que vive na América do Sul também é investigado, e a polícia interditou quatro imóveis usados para hospedar candidatos à cidadania.

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Os quatro servidores colocados em prisão domiciliar são um guarda civil (responsável pela certificação da residência), uma integrante do gabinete para estrangeiros, a responsável pelo departamento de cidadanias e um funcionário do arquivo de registro civil.

A operação foi batizada como “Tudo incluído”, em português mesmo, já que os candidatos pagavam 5 mil euros (R$ 34 mil pela cotação atual) por pacotes que contemplavam alojamento, alimentação e a cidadania reconhecida em pouco menos de duas semanas, sendo que a tramitação normal dura por volta de três meses.

Uma das provas apresentadas pelo Ministério Público é um vídeo feito com uma câmera escondida no departamento de cidadania da Prefeitura de Catânia.

Na gravação, um homem diz para uma mulher: “Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim. Vou dizer primeiro a boa: a notícia boa é que chegaram cinco. A notícia ruim é que estão irritando antes de chegar… Porque as querem feitas a cada três dias. Esperamos que seja o bastante, 625 euros, certo?”.

Em seguida, ele tira algo da carteira e entrega para a mulher, que guarda em sua bolsa. Não está claro o que o homem quis dizer com a frase “porque as querem feitas a cada três dias”.

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O Ministério Público estima que o esquema tenha movimentado 250 mil euros, e os investigados são suspeitos de crimes como formação de quadrilha, favorecimento à imigração clandestina, corrupção e falsificação de ato público.

Esquemas

Ao longo dos últimos anos, a polícia e o Ministério Público desmantelaram diversas quadrilhas que praticavam corrupção e fraudes nos processos de reconhecimento de cidadania italiana jus sanguinis, especialmente envolvendo brasileiros.

A mais recente delas aconteceu há cerca de duas semanas, em Crescentino, no noroeste da Itália . O problema mais frequente é a questão da residência. Para obter o reconhecimento, é preciso comprovar moradia no país, o que exige a permanência por um período relativamente incerto, mas que pode durar por volta de três meses.

Existem despachantes que vendem a ideia de que tal etapa pode ser concluída rapidamente ou sem a necessidade da presença permanente do candidato em solo italiano, o que vai de encontro ao que estabelece a lei.

Fonte: IG Mundo

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