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Equador vai denunciar China por pesca ilegal em Galápagos

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Apesar de estar em águas internacionais, as embarcações costumam desligar rastreamento por satélite para penetrar na zona marítima do Equador e praticar pesca ilegal


O governo do Equador está preparando uma denúncia nas Nações Unidas contra a China por pesca ilegal em sua costa. Atualmente, uma frota de 340 barcos chineses (foto) se encontra a 200 milhas do arquipélago de Galápagos. Apesar de estar em águas internacionais, as embarcações costumam desligar os sistemas de rastreamento por satélite para penetrar na zona marítima do Equador e praticar pesca ilegal.


“A frota chinesa não se submete a controle algum e está afetando o ecossistema da região há, pelo menos, quatro anos”, diz o deputado equatoriano César Rohon.

Após queixas do Ministério das Relações Exteriores do Equador, o governo chinês afirmou que aplicará uma moratória voluntária da pesca na região entre 1º de setembro e 14 de novembro. A medida é inócua, porque as embarcações estão no local desde o final de julho e logo mais a temporada se encerra.

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Os chineses iniciam a pesca ilegal nessa zona mais cedo, quando a frota de barcos equatoriana ainda está atracada aos portos para cumprir com as exigências ambientais.

“Os chineses estão levando embora os recursos que nós estamos cuidando. É preciso um esforço internacional para que a China obedeça as regras internacionais e permita observadores internacionais em seus barcos”, diz Rohon. Os chineses, porém, resistem a aceitar observadores ou a permitir que suas embarcações sejam abordadas.

“Há denúncias sérias de que parte da tripulação não sai do barco durante três, quatro ou cinco anos, o que poderia ser considerado trabalho escravo”, diz Rohon.

Fonte: IG Mundo

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Celebração do ano-novo na Times Square, em Nova York, será virtual

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A Times Square, em Nova York, vai se despedir de 2020 sem as tradicionais aglomerações de pessoas que marcam a véspera do Ano Novo, com os organizadores da celebração anunciando nesta quarta-feira (23) planos para a realização de um evento menor e virtual em resposta à pandemia de covid-19.

Em um teaser (trailer promocional) preliminar sobre o que deve acontecer em 31 de dezembro, a Times Square Alliance disse que assistir à famosa queda da bola em 2021 será um evento digital para todos, com exceção de um grupo muito limitado de homenageados, que estarão presentes fisicamente com distanciamento social.

“Pessoas de todo o mundo estão prontas para se juntar aos nova-iorquinos nas boas-vindas ao ano novo, com a icônica queda da bola”, disse o prefeito Bill de Blasio em um comunicado. “Um novo ano representa um novo começo, e nós estamos animados para celebrar.”

A comemoração da véspera de Ano Novo na Times Square está entre as maiores do mundo, geralmente atraindo cerca de 1 milhão de pessoas, enquanto mais de 1 bilhão de pessoas assistem pela televisão à queda da bola do topo do One Times Square no momento da chegada do ano novo.

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Muitos dos detalhes e o entretenimento ao vivo, que compõem boa parte das horas de celebração que antecedem a contagem regressiva, ainda estão sendo determinados, afirmou a Times Square Alliance, coprodutora do evento.

Mas o presidente da aliança, Tim Tompkins, prometeu aos espectadores “ofertas virtuais, visuais e digitais significativamente novas e aprimoradas”, em uma celebração dos “espíritos corajosos e criativos” que ajudaram as pessoas a superar um ano que muitos prefeririam esquecer.

Edição: Denise Griesinger

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