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EUA aprovam ajuda de US$40 bilhões à Ucrânia

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Projeto recebeu 85 votos a favor e 11 contra
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Projeto recebeu 85 votos a favor e 11 contra

O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (19) um novo pacote de cerca de US$ 40 bilhões em ajuda militar e humanitária à Ucrânia, que enfrenta ataques da Rússia desde o dia 24 de fevereiro.

O projeto de lei recebeu 85 votos a favor e 11 contra e, agora, seguirá para a mesa do presidente americano, Joe Biden, para assinatura.

A medida inclui, entre outras coisas, US$ 20,1 bilhões em ajuda militar, US$ 8 bilhões em apoio econômico e mais de US$ 1 bilhão para os refugiados que tentam escapar da guerra.

A ajuda à Ucrânia tem sido um raro ponto de coesão no Congresso americano, com a maioria dos democratas e republicanos se unindo para auxiliar o governo de Volodymyr Zelensky.

Por várias semanas, Biden estava pedindo uma ajuda de US$ 33 bilhões para a Ucrânia, mas no início da semana os líderes legislativos acordaram em aumentar a assistência para aproximadamente US$ 40 bilhões.

Com a aprovação do novo pacote de ajuda à Ucrânia, o orçamento total dos EUA para o país sobe para quase US$ 54 bilhões, tendo em vista que, em março passado, o Congresso já havia liberado US$13,6 bilhões em auxílio ao governo ucraniano.

Na ocasião, Zelensky comparou o conflito de seu país com o ataque a Pearl Harbor e os atentados do 11 de setembro de 2001.

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Fonte: IG Mundo

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Líbia: migrantes sofrem violência sexual em troca de comida, diz ONU

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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia
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Migrantes sofrem violência em troca de comida na Líbia


Os migrantes detidos na Líbia enfrentam diversos abusos, e as mulheres são especialmente vulneráveis à violência sexual e geralmente são estupradas em troca de comida e água, denunciaram funcionários da ONU nesta quarta-feira.

A missão da ONU que investiga a situação na Líbia afirmou que os migrantes denunciam ter sofrido “violências sexuais por parte dos traficantes, muitas vezes com o objetivo de extorquir dinheiro de suas famílias”.

“A missão tem motivos razoáveis para acreditar que foram cometidos crimes contra a humanidade contra os migrantes na Líbia”, destacou a missão, reiterando denúncias anteriores desse grupo de investigação.

Milhares de migrantes são detidos em centros administrados pelo Departamento da Luta contra a Migração Ilegal, cujas instalações estão controladas por grupos armados não estatais ou são retidos pelos traficantes.

Os migrantes são detidos “arbitraria e sistematicamente” e são vítimas de “assassinatos, desaparecimentos forçados, tortura, escravidão, violência sexual”, entre outros abusos.


O risco de sofrer violência sexual é tanto que “algumas mulheres e meninas colocam um implante anticoncepcional para evitar uma gravidez não desejada”, afirmaram os autores do relatório.

Uma migrante que foi detida em Ajdabiya relatou que seus captores exigiram manter relações sexuais com ela em troca da água que precisava para seu filho de seis meses que estava doente.

Em outubro, a missão da ONU denunciou que o país sofreu crimes de guerra e contra a humanidade desde 2016.

* Com informações de agências internacionais

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Fonte: IG Mundo

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