Internacional

Farmacêuticas da Europa e dos EUA prometem rigor em testes para vacina

Publicados

em


.

Nove desenvolvedores de vacinas dos Estados Unidos e da Europa prometeram, nesta terça-feira, manter os padrões científicos que suas imunizações experimentais contra Covid-19 precisam respeitar em meio a uma corrida global acelerada para conter a pandemia.

As farmacêuticas, entre elas Pfizer, GlaxoSmithKline e AstraZeneca, emitiram um comunicado conjunto com um “compromisso histórico de preservar a integridade do processo científico enquanto trabalham com vista a registros e aprovações regulatórias globais em potencial das primeiras vacinas contra Covid-19”.

A medida incomum de prometer obedecer regras bem estabelecidas sublinha um debate altamente politizado sobre qual ação é necessária para refrear com rapidez a disseminação da doença mortal e reativar os negócios e o comércio mundiais.

No mês passado, o chefe da Agência de Alimentos e Remédios norte-americana (FDA) disse que o processo de aprovação normal pode ser contornado para uma vacina contra Covid-19, contanto que as autoridades se convençam de que os benefícios superam os riscos, levando a Organização Mundial da Saúde (OMS) a pedir cautela.

Desenvolvedores de todo o mundo ainda têm que produzir dados de testes de larga escala que de fato provem infecções em participantes, mas a Rússia concedeu aprovação a uma vacina contra Covid-19 no mês passado, levando alguns especialistas ocidentais a criticarem a falta de testes.

Leia Também:  Israel endurece segundo confinamento do país e reduz número de comércios abertos

O chefe da chinesa Sinovac Biotech disse que a maioria de seus funcionários e seus familiares já tomou a vacina experimental da empresa, desenvolvida graças ao programa de uso exclusivamente emergencial do país.

“Queremos que se saiba que, também na situação atual, não estamos dispostos a comprometer a segurança e a eficiência”, disse o cossignatário Ugur Sahin, executivo-chefe da BioNTech BNTX.O, parceira alemã da Pfizer.

“Tirando a pressão e a esperança de uma vacina estar disponível o mais rápido possível, também existe muita dúvida entre as pessoas de que algumas etapas de desenvolvimento possam ser omitidas aqui”, acrescentou.

BioNTech e Pfizer aumentaram a perspectiva de revelar dados de testes cruciais em outubro, o que pode colocar o tema no cerne da agressiva campanha presidencial dos EUA antes da eleição de 3 de novembro.

De acordo com o comunicado, as nove farmacêuticas se comprometeram a seguir diretrizes estabelecidas por autoridades regulatórias especializadas, como a FDA.

Entre outros obstáculos, a aprovação precisa se basear em testes clínicos amplos e diversificados com grupos comparativos que não recebem a vacina em questão. Os participantes e aqueles que trabalham no teste não podem saber a qual grupo pertencem, segundo o compromisso.

Leia Também:  Queda de edifício de três andares mata 20 pessoas na Índia

Edição: Maria Claudia

Propaganda

Internacional

Ataque a faca fere pelo menos quatro perto da antiga redação do Charlie Hebdo

Publicados

em


source
pessoas
BFMTV/Reprodução

Pelo menos quatro pessoas ficaram feridas

Ao menos quatro pessoas ficaram feridas em um ataque próximo à antiga  redação do jornal satírico francês “Charlie Hebdo” nesta sexta-feira (25), informa a mídia local.

Segundo o jornalista Christophe Dansette, do “France 24”, os agressores usavam facas. Ao menos duas pessoas estão sendo procuradas pelas autoridades pelo crime.

Duas das vítimas estão em estado grave, conforme a agência de notícias “AFP”, e toda a área próxima ao prédio foi interditada pelos policiais.

Em 7 de janeiro de 2015, a sede do jornal foi alvo de um ataque terrorista cometido pelos irmãos Sherif e Said Kouachi e 12 pessoas foram assassinadas na ação, entre jornalistas, cartunistas e funcionários do prédio onde o “Charlie Hebdo” ficava. Esse foi o primeiro da série de atentados que ocorreriam no país a partir de então.

Leia Também:  Governador diz que Nova York revisará qualquer vacina contra covid-19

Em 2 de setembro deste ano, a Justiça francesa começou o julgamento do ataque e, como sua forma de protestar, o jornal voltou a publicar sátiras de Maomé – que irritaram os extremistas islâmicos.

Fonte: IG Mundo

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA