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Filha faz boca a boca para tentar salvar mãe na Índia; mortes batem recorde

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Filha fez respiração boca a boca para tentar salvar mãe com Covid-19, mas não conseguiu
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Filha fez respiração boca a boca para tentar salvar mãe com Covid-19, mas não conseguiu

A situação da Covid-19 na Índia é preocupante e tem gerado cenas de desespero nos hospitais do país, muitos sem cilindros de oxigênio para ajudar no tratamento da doença. Uma dessas cenas foi registrada em vídeo, publicado pelo jornalista Amit Singh em rede social: desesperada, uma filha tenta salvar a mãe fazendo respiração boca a boca, sem sucesso.

Segundo a imprensa local, o caso aconteceu na cidade de Bahraich, e a idosa vítima da Covid-19 era uma das que não tinha cilindro de oxigênio para tentar enfrentar a doença, por isso o desespero de sua filha, que se arrisca tendo contato direto com a mãe infectada para tentar salvá-la. Horas depois da gravação, a mãe da garota faleceu.

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Atualmente, a Índia é o país com maior número de casos e mortes diários pela doença provocada pelo novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, um novo recorde de mortes foi batido: 3.689. Foram registrados 392.488 casos de Covid-19 no domingo. Na véspera, foram ainda mais, 401.993 casos diários, o recorde até o momento.

O sistema de saúde indiano já chegou ao limite e colapsou em varias regiões do país. No total, de acordo com os números oficiais, são 19,5 milhões de infectados e cerca de 215 mil óbitos . No Brasil, como comparação, eram até este sábado (1º) 14,7 milhões de casos e 406.437 mortes . A população da Índia é de cerca de 1,3 bilhão, enquanto a brasileira é de cerca de 211 milhões.

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Fonte: IG Mundo

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Unicef pede reabertura de escolas em países atingidos pela pandemia

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) pediu que as autoridades do setor de educação reabram as escolas o mais cedo possível em países nos quais milhões de alunos ainda não voltaram às salas de aula 18 meses após o início da pandemia de cvid-19.

Em 17 países, as escolas permanecem totalmente fechadas e, em 39, estão parcialmente fechadas, informa um relatório divulgado pelo Unicef nesta quinta-feira (16).

Entre as “quase completamente fechadas”, estão escolas frequentadas normalmente por cerca de 77 milhões de estudantes das Filipinas, de Bangladesh, da Venezuela, da Arábia Saudita, do Panamá e do Kuwait.

Quase um terço desta cifra corresponde às Filipinas, país que está enfrentando um dos piores surtos de covid-19 da Ásia e onde um novo ano letivo começou nesta semana.

Segundo o Unicef, os alunos dos seis países representam mais da metade dos 131 milhões de todo o mundo que perderam mais de três quartos do ensino presencial.

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“A crise educacional ainda está aqui e, a cada dia que passa com salas de aula no escuro, pior a devastação”, disse a diretora executiva da agência das Nações Unidas, Henrietta Fore.

O relatório acrescenta que os professores deveriam ter prioridade na vacinação contra covid-19, depois dos profissionais de saúde e das pessoas sob risco maior, para protegê-los da transmissão comunitária.

De acordo com a Unesco, os estudantes podem estar mais seguros em casa, mas a disponibilidade de computadores e celulares e da internet, além da qualidade desigual da educação estão entre os desafios que eles continuam a enfrentar.

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