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França tem manifestações contra a obrigatoriedade da vacina da Covid-19

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Manifestantes franceses marcham contra vacinação obrigatória
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Manifestantes franceses marcham contra vacinação obrigatória


Manifestantes marcham contra a obrigatoriedade da vacina, neste sábado (31), na França. No último dia 12, o presidente francês Emmanuel Macron determinou que todos os profissionais da saúde devem se vacinar até 15 de setembro. Caso contrário, não poderão exercer a profissão ou receber remuneração.

Segundo publicação do perfil Révolution Permanente, várias pessoas se reuniram na cidade de Marselha por iniciativa de militantes sindicais, políticos e ambientalistas. Os manifestantes marcham contra o que eles chamam de “política de saúde autoritária” e  “colapso social de Macron”.


O perfil La Plume Libre mostrou uma concentração de pessoas contra a obrigatoriedade da vacina também em Paris e informou que outros três eventos devem acontecer na capital francesa.

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Em atualização

Fonte: IG Mundo

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Talibã pendura cadáver em grua após execução por policiais

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Grupo extremista Talibã
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Grupo extremista Talibã

Os talibãs penduraram o corpo de um homem morto em uma grua na principal praça da cidade de Herat, no Afeganistão, informa a agência Associated Press neste sábado (25).

Conforme relatos, o homem fazia parte de um grupo de quatro pessoas que teriam cometido uma tentativa de sequestro e foram mortos por policiais. Segundo um farmacêutico ouvido pela agência, os outros três corpos foram levados para outras cidades para serem “expostos”.

Não há nenhum comentário oficial do grupo fundamentalista que retomou o poder em 15 de agosto, mas a cena ocorre poucos dias depois de um dos fundadores do Talibã, mulá Nooruddin Turabi, anunciar que as  execuções e as amputações de quem cometesse crimes seriam retomadas.

Durante o primeiro governo do Talibã, entre 1996 e 2001, quem era acusado de roubo ou furto, tinha a mão ou a mão e o pé amputados, dependendo da gravidade da ação.

Já quem cometesse crimes mais graves, como assassinatos, era executado por parentes das vítimas – que também poderiam poupar a vida do acusado se aceitassem uma indenização conhecida como “dinheiro ensanguentado”.

Fonte: IG Mundo

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