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Índia já é considerada o novo epicentro mundial da Covid-19

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Diferentemente dos EUA e do Brasil, crescimento de infecções ainda está se acelerando no País

A Índia vem passando por sérios problemas para combater a Covid-19. No último domingo (30), o País registrou 78.761 casos de infecção pela doença, recorde dentre as grandes nações do mundo.

Além do contágio, mortes estão se tornando fator preocupante para os indianos. Já são 64 mil, com 971 óbitos só ontem (31), ultrapassando o México, País com o terceiro maior registro de mortes em um só dia.

Especialistas classificam a situação pandêmica da Índia como o maior surto de coronavirus desde a primeira infecção detectada no País em janeiro. Segundo estes mesmo especialistas, se a curva de contágio continuar elevada, levará uma semana para que ultrapassem o Brasil em número de casos e, surpreendentemente, os Estados Unidos em dois meses.

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Diferente dos Países citados acima, a Índia segue com a curva em ascensão, aumentando diariamente o número de mortes e pessoas contaminadas. A explicação para essa elevação de casos tão drástica está na forma como o vírus adentrou o País.

A Covid-19 atingiu primeiramente as áreas das grandes cidades, para só depois chegar às regiões rurais, que possuem infraestrutura precária e qualidade de vida precária sub humana. A Índia é um dos Países mais populosos do mundo, o que preocupa as autoridades quanto à facilidade do contágio.

Junto com os avanços e as medidas de isolamento social tomadas, o mundo sofreu uma desestabilização financeira gigantesca, o que forçou o comércio e diversos postos de trabalho a serem abertos de forma prematura.

A volta do contágio desenfreado fez com que Países com infraestrutura defasada, caso da Índia, atingissem rapidamente a lotação máxima de seus hospitais. Ainda que no início da pandemia os Países mais desenvolvidos sofressem muito com a doença, logo conseguiram encontrar meios de minimizar o contágio, diminuindo significativamente o número de mortes diárias.

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Das maiores economias do mundo, os Estados Unidos ainda é o único deles que sofre com a curva de contaminação da Covid-19, diminuindo o número diário gradativamente. As autoridades indianas acreditam que o coronavirus pode ter se desenvolvido primeiro no País, já que os maiores pontos de contaminação foram em grandes cidades como Mumbai e Nova Delhi. 

Fonte: IG Mundo

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Policial de Nova York é acusado de espionar imigrantes tibetanos para a China

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Baimadajie Angwang é acusado de espionar imigrantes tibetanos


Um policial da cidade de Nova York foi acusado de ser um ativo de inteligência do governo chinês, que concordou em espionar apoiadores norte-americanos do movimento pela independência do Tibete.

Baimadajie Angwang, cidadão norte-americano naturalizado do Tibete, trabalhou desde 2018 como agente da República Popular da China em seu esforço para reprimir o movimento, de acordo com uma denúncia criminal apresentada no tribunal federal do Brooklyn. Acredita-se que ele trabalhou secretamente para pessoas não identificadas do consulado chinês em Nova York.


Não há alegação de que Angwang comprometeu a segurança nacional ou as operações do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD). Ainda assim, ele foi considerado uma ameaça interna , disse William Sweeney, chefe do escritório do FBI em Nova York, em um comunicado.

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Angwang, 33, foi detido sem fiança em uma audiência inicial nesta segunda-feira (21). Sua defesa ainda não comentou o caso. 

Além de ser um oficial do NYPD, Angwang é sargento da reserva do exército dos EUA, que recebeu autorização de segurança do Departamento de Defesa, de acordo com documentos judiciais que o acusam de mentir durante uma verificação de antecedentes que lhe deu esse status.

“Conforme alegado nesta queixa federal, Baimadajie Angwang violou todos os juramentos que fez neste país. Um para os Estados Unidos, outro para o Exército e um terceiro para este departamento de polícia”, disse o comissário do NYPD, Dermot Shea.

O trabalho dele como espião era localizar potenciais fontes de inteligência e identificar possíveis ameaças na área metropolitana de Nova York, dizem os documentos do tribunal. Desde 2014, Angwang relatou as atividades de cidadãos chineses e investigou fontes dentro da comunidade tibetana.

Ele também deveria fornecer, aos membros do consulado, acesso a funcionários graduados do NYPD por meio de convites para eventos oficiais da corporação. Angwang disse ao seu assistente que queria ser promovido dentro da força policial para que pudesse trazer “glória à China”.

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Os jornais afirmam que as evidências incluem comunicações interceptadas entre Angwang e um funcionário do consulado – que ele chamou de “irmão mais velho” e “chefe” – sobre como identificar dissidentes no movimento de independência.

“Eles não acreditam no budismo tibetano”, declarou Angwang ao seu contato. “Quando o consulado estender a mão para ajudá-los, eles vão sentir o calor da pátria. Isso não seria maravilhoso?”.

A certa altura, Angwang sugeriu que a emissão de vistos de 10 anos para tibetanos nos EUA ajudaria a recrutar outros espiões . Antes de se tornar cidadão americano, ele pediu asilo alegando que havia sido preso e torturado na China em parte por causa de sua etnia tibetana.

Fonte: IG Mundo

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