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Mais de 50 mil pessoas se voluntariam a tomar vacina russa Sputnik V

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A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia
Foto: Divulgação/Sputnik V

A Sputnik V é vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Rússia

Primeira vacina registrada oficialmente contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2), a Sputnik V, da Rússia, já ganhou a confiança da população em Moscou. Isso porque mais de 55 mil pessoas se inscreveram para participar dos testes pós-registro.

A informação foi divulgada pelo diretor-geral do Fundo Russo de Investimento Direto (RFPI, na sigla em russo). Ao comentar sobre a terceira fase dos testes da vacina russa, Kirill Dmitriev destacou que o número de voluntários foi atingido em 14 dias. “Em apenas duas semanas 55 mil voluntários foram recrutados em Moscou, o que é mais do que os 40 mil necessários para a fase pós-registro dos testes clínicos da vacina Sputnik V”, disse. 

Dmitriev pontuou os principais motivos da grande adesão popular aos testes da vacina russa. “A grande velocidade do recrutamento é em grande parte devida à compreensão da segurança e eficácia da plataforma de vetores de adenovírus humanos, o qual é a base da vacina russa e foi repetidamente testada por especialistas de diferentes países. Mais de 250 testes clínicos foram feitos e mais de 75 publicações internacionais foram emitidas confirmando a segurança das vacinas e de drogas medicinais baseadas em adenovírus humanos”, afirmou. 

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Ainda segundo o diretor-geral do fundo, Kirill Dmitriev, os efeitos colaterais e riscos da vacina são mínimos. “Especialistas provaram a ausência de possíveis efeitos colaterais sérios da plataforma de vetores de adenovírus humanos, em contraste com as novas e ainda não comprovadas tecnologias de vetores de adenovírus de macaco ou mRNA [RNA mensageiro].”

No Brasil, a Rússia já fechou um acordo com os estados do Paraná e Bahia para o recebimento de pelo menos 50 milhões de doses da vacina.

Fonte: IG Mundo

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Homem é acusado de incendiar o próprio restaurante por causa da crise; assista

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O proprietário teria entrado no local com as próprias chaves
Reprodução/Corpo de Bombeiros de Nova York

O proprietário teria entrado no local com as próprias chaves

No bairro do Queens, em Nova Iorque (EUA) , um homem foi preso após ser acusado de incendiar  o próprio restaurante , em agosto de 2020, supostamente por problemas financeiros devido à pandemia de Covid-19

O jornal New York Post publicou que o Corpo de Bombeiros disse que Asif Raja, de 54 anos, era o dono do Ignited Restaurante & Lounge e ateou fogo no local. O acusado foi preso após a investigação, que foi conduzida pela Força-Tarefa de Resposta a Explosivos Estratégicos e Incêndios do Bureau de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos do município.

As imagens que foram divulgadas mostram o homem subindo as escadas e andando pelo salão antes de colocar fogo nas mesas e no piso. De acordo com os bombeiros, Raja usou as próprias chaves para entrar no restaurante. “Estamos extremamente gratos por ninguém ter se ferido durante este incidente e pela colaboração entre todas as agências de aplicação da lei envolvidas em levar esse indivíduo à justiça”, disse o comissário de incêndio Daniel A. Nigro.

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“Esta prisão demonstra o valor estratégico desta Força-Tarefa Conjunta e sua capacidade de responsabilizar aqueles que propositadamente iniciaram incêndios nesta cidade”, publicou o FDNY (Corpo de Bombeiros de Nova Iorque) nas redes sociais.

O Ministério Público do Distrito Leste de Nova Iorque está processando o caso. Caso seja condenado, Asif Raja pode passar de cinco a 20 anos na prisão. 

Fonte: IG Mundo

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