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Medidas frágeis custam a Peru maior nº de mortes por milhão de habitante

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cemitério no peru faz sepultamento de caixão
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Peru preocupa por aumento de número de óbitos


Devido a pandemia, o Peru prorrogou seu estado de emergência até o fim do mês de setembro. O país preocupa pelo aumento de número de óbitos causados pelo novo coronavírus , já que é o país com mais mortes a cada milhão de habitante em todo mundo no momento. A situação é explicada por falta de medidas eficazes e falta de investimentos na saúde.


Entre as medidas adotadas pelo governo para conter o contágio do novo coronavírus está evitar que a população saia de casa aos domingos. Além disso, também se autorizou que a população fosse proibida de usar seus próprios veículos para promover “igualdade na prevenção”, medida que já foi revogada.

Isso custou ao Peru altos números de infectados e de vítimas fatais da Covid-19. Até a última sexta-feira (28), o país tinha 622 mil pessoas contaminadas e 28.277 mortes. No entanto, os dados do Ministério da Saúde não são considerados confiáveis e especialistas apontam que o país já possui mais de 50 mil mortos.

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Além das medidas de contenção, também são apontados como problemas a crise econômica, que deve ter retração de 17% neste ano, e a instabilidade da saúde no Peru. Assim como no Brasil, três ministros da Saúde ocuparam o posto da pasta desde o início da pandemia.

“O Estado foi lento em muitas coisas, algumas características nossas não ajudaram e o abandono do sistema de saúde custou caro. Mas também houve uma reação rápida, e hoje estamos dando um passo para trás necessário”, afirmou Patricia García, ex-ministra da pasta entre os anos de 2016 e 2017.

Ela afirmou ainda que “mais pessoas detidas em delegacias por violar regras de isolamento do que pacientes internados” no início da pandemia, o que apontaria a posição do governo de Martín Vizcarra, presidente do Peru atualmente, diante da crise sanitária.

Fonte: IG Mundo

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França quer que contribuições para acolher migrante sejam obrigatórias

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A França quer que as contribuições dos países União Europeia (UE) para o acolhimento de migrantes sejam obrigatórias no novo pacto que vai ser negociado para reforçar os chamados “mecanismos de solidariedade” com os países de entrada.

Segundo o governo francês, em comunicado divulgado hoje (24), “cada Estado-membro deve assumir a sua parte no esforço comum, seja por meio de relocalizações, seja, excepcionalmente, por outras modalidades de contribuições obrigatórias”.

A Comissão Europeia apresentou nessa quarta-feira (23) uma proposta para criar um Pacto para as Migrações e Asilo, que visa a tornar obrigatória a “solidariedade” de todos os países da UE com os países de chegada dos migrantes, como a Grécia, a Itália ou Malta, quando esses últimos estiverem “sob pressão”.

A ajuda pode assumir a forma de relocalização dos requerentes de asilo em outros países da UE, mas também a de “assistência para o regresso” ao seu país de origem, quando lhes for recusado asilo, explicou a Comissão Europeia.

Os três integrantes do Executivo francês que assinam o comunicado divulgado hoje, liderados pelo ministro do Interior, Gérald Darmanin, destacam que a França sempre ajudou os países de entrada de migrantes e defendem a necessidade de fazer uma “reforma profunda” com base nas lições da situação dos migrantes na Europa desde a crise de 2015, estabelecendo “um equilíbrio justo entre responsabilidade e solidariedade”.

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Para isso, é preciso “reforçar firmemente o controle nas fronteiras externas da UE a fim de combater a imigração ilegal” e, ao mesmo tempo, melhorar os processos dos pedidos dos que são “elegíveis” para a obtenção do estatuto de refugiado, afirmam.

O ministro do Interior já tinha afirmado que a França defende que cada migrante deve poder requerer acolhimento em um Estado de sua escolha, mas permanecer no país onde entrou na União Europeia enquanto o processo estiver sendo analisado.

No comunicado, Darmanin e os dois secretários de Estado, Marlène Schiappa e Clément Beaune, defendem ainda que é necessário “definir regras mais claras e exigentes sobre a responsabilidade pelo tratamento desses requerimentos”.

“Essa clarificação das regras deve vir acompanhada do reforço dos mecanismos de solidariedade”, acrescentam.

O governo francês considera que a UE deve manter “um diálogo mais exigente” com os países de origem e de trânsito dos migrantes e que essa questão deve fazer parte da estratégia de cooperação europeia.

O objetivo, referem, é reforçar a estabilidade política e econômica desses países e combater as redes criminosas que lucram com a imigração ilegal.

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