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Missionários dos EUA e suas famílias são sequestrados no Haiti

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Missionários dos EUA e suas famílias são sequestrados no Haiti
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Missionários dos EUA e suas famílias são sequestrados no Haiti

Ao menos 17 missionários cristãos norte-americanos e suas famílias, incluindo três crianças, foram raptados por uma gangue em Porto Príncipe, capital do Haiti, neste domingo (17).

Ainda não se sabe se foi feito algum pedido de resgate, mas a embaixada dos Estados Unidos informou que acompanha o caso.

Segundo informações da mídia dos EUA, o grupo era proveniente de Ohio e foi atacado após visitar um orfanato na capital. O rapto ocorreu a cerca de 30 quilômetros do local da visita.

A mídia haitiana afirma que o sequestro foi realizado por um grupo criminoso chamado “400 Mawozo”, uma gangue que se especializou em cometer crimes do tipo para ganhar dinheiro e que atua também perto da fronteira com a República Dominicana.

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Os criminosos são os mesmos que, em abril deste ano, sequestraram um grupo de 10 pessoas, incluindo dois padres franceses.

Desde o início de 2021, o Haiti já registrou mais de 600 sequestros, conforme as organizações humanitárias que atuam no país. No ano passado, haviam sido 231. A ilha vive uma grave crise social, política e humanitária que foi se ampliando ano após ano.

Em 2021, dois episódios causaram ainda mais problemas: o assassinato do presidente Jovenel Moise por um grupo de criminosos, em julho, e um terremoto de 7,2 graus na escala Richter que destruiu uma parte do território e matou 2,2 mil pessoas em agosto. 

Fonte: IG Mundo

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Após internação, líder do movimento antivacina na Itália se rende à vacinação

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Após internação, líder do movimento antivacina na Itália se rende à vacinação
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Após internação, líder do movimento antivacina na Itália se rende à vacinação

Um integrante do movimento antivacina no  norte da Itália se converteu à ciência após ter parado na terapia semi-intensiva por causa da Covid-19.

Lorenzo Damiano era um dos líderes dos negacionistas em Treviso, província da região do Vêneto, um bastião da ultradireita italiana, e havia participado de manifestações contra as vacinas anti-Covid, mas acabou contraindo a doença durante uma viagem a Medjugorje, na Bósnia-Herzegovina.

O vírus o fez passar uma semana internado na unidade de terapia semi-intensiva do hospital de Vittorio Veneto, algo que acabou mudando sua ideia sobre os imunizantes. “Depois desse período, tenho agora outra visão do mundo e vou me vacinar”, disse Damiano a jornais vênetos.

O ex-antivax tem 56 anos e chegou a fundar o movimento “Nuremberg 2”, que propõe processar os responsáveis pelo “grande esquema de um vírus criado de propósito” – o nome faz referência ao Tribunal de Nuremberg, que julgou líderes nazistas após a Segunda Guerra Mundial.

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Além disso, afirmava que “a vacina não vem de Deus”. “Estarei pronto o quanto antes, quando Deus quiser, para fazer o mundo inteiro saber o quão importante é seguir a ciência coletivamente. Às vezes, é preciso passar por uma porta estreita para entender as coisas como elas são. Vacinem-se todos”, acrescentou.


Mais de 84% do público-alvo já está completamente vacinado na Itália, porém mais de 6 milhões de pessoas não tomaram sequer a primeira dose, o que deixa espaço para o coronavírus continuar se disseminando.

A recente alta nos casos no país já fez o governo instituir um certificado sanitário para acesso a praticamente todas as atividades, incluindo locais de trabalho, e antecipar a terceira dose das vacinas para todos os adultos.

Fonte: IG Mundo

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