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Mortes por covid-19 caem para oito no Reino Unido nas últimas 24 horas

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O Reino Unido notificou oito mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, em comparação com 55 do período anterior, elevando para um total de 46.574 as mortes pela doença desde o início da pandemia, anunciou hoje (9) o governo britânico.

O número de infeções foi de 1.062, elevando para 310.825 o número total de pessoas que testaram positivo ao novo coronavírus no Reino Unido, segundo as autoridades.

O Grupo Consultivo Científico para Emergências do governo britânico estima a taxa de transmissão do vírus em nível nacional entre 0,8 e 1, acima do qual o vírus se propaga facilmente.

Esses números foram divulgados após o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ter classificado como “dever moral” e “prioridade nacional” que todas as crianças voltem à escola em setembro.

“Manter as nossas escolas fechadas por mais tempo do que o absolutamente necessário é socialmente intolerável, economicamente insustentável e moralmente indefensável”, escreveu Johnson na edição deste domingo do jornal The Mail on Sunday.

Globalmente, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 727 mil mortos e infectou mais de 19,6 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

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Juiz reduz pena de estuprador porque vítima era “desenvolta”

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A Corte de Apelação de Milão reduziu nesta sexta-feira (18) a pena de um  homem que agrediu e estuprou a companheira em 2019 por considerar que a vítima tinha uma “conduta excessivamente desenvolta” no relacionamento.

O romeno de 63 anos havia sido preso logo após os crimes, em 8 de junho de 2019, e foi condenado em primeira instância pelo Tribunal de Monza a cinco anos de prisão pelos abusos contra a esposa, que também é romena e tem 45 anos.

No entanto, os juízes de Milão decidiram reduzir a pena para 4 anos e 4 meses por considerar que o casal vivia “em um contexto familiar degradado” e “caracterizado por anomalias, como a relação da mulher com outros homens”.

Ainda conforme os magistrados, a intensidade do dolo daqueles crimes foi causada pelo fato de que o homem “manso” teve o comportamento “exasperado por conta da conduta excessivamente desenvolta da mulher”, uma conduta que “ele havia passivamente vivido até aquele momento”.

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Os juízes reconheceram que esse fato “não atenua a responsabilidade”, mas que é “todavia, um índice de uma menor intensidade do dolo, e da condição degradante que o casal vivia”.

– O caso: Segundo a denúncia, comprovada durante o primeiro julgamento, o homem raptou a própria esposa durante a noite, próximo à meia-noite, e a manteve sob diversas agressões durante toda a madrugada.

A polícia localizou a mulher por volta das 7h da manhã após ser alertada pela filha horas antes. Ela havia feito uma chamada de vídeo com a mãe e notou que, próximo a ela, havia um homem com uma faca na mão.

“Minha mãe está em algum lugar de Vimercate, não sei onde, mas sei que está em perigo”, disse ao telefonar para os policiais.

Quando os agentes acharam a mulher, ela não conseguia sequer sair da cama sozinha e apresentava lesões e machucados por todo o corpo.

Em depoimento, a vítima ainda relatou aos policiais que vinha sofrendo maus tratos do companheiro, mas que “nunca haviam chegado a tal ponto”. Ela ainda relatou que o homem afirmou que ela “não sairia viva” do local das agressões.

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À época, os investigadores chegaram à conclusão que o que causou a violência foi a conversa por vídeo com a filha, pois o homem não aceitava a relação dela com a jovem de 23 anos, fruto de um relacionamento anterior da mulher.

Fonte: IG Mundo

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