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Naufrágio na costa da Califórnia deixa três mortos e 27 feridos

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Três pessoas morreram e 27 ficaram feridas nesse domingo (2), quando um barco, que aparentemente transportava migrantes clandestinos, naufragou na costa da Califórnia, informaram as autoridades.

Os 27 sobreviventes foram hospitalizados, disseram os bombeiros de San Diego.

“Era um barco de contrabandistas”, suspeito de transporte ilegal de migrantes para os Estados Unidos, afirmou um porta-voz da polícia de fronteira norte-americana.

Um homem suspeito de ser o piloto do barco foi interrogado, acrescentou Jeffrey Stephenson.

“Os contrabandistas não se preocupam com as pessoas que exploram. Tudo o que lhes interessa é o lucro. O equipamento de segurança era inadequado e, obviamente, o barco estava superlotado”, disse.

A embarcação, com 12 metros de comprimento, naufragou na costa de San Diego, levando os ocupantes a saltar para a água, de acordo com vídeos de testemunhas.

Os Estados Unidos enfrentam um pico nas travessias ilegais na fronteira com o México.

Em março, as autoridades norte-americanas detiveram 172 mil pessoas, número que não era registrado há 15 anos.

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Talibã pendura cadáver em grua após execução por policiais

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Grupo extremista Talibã
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Grupo extremista Talibã

Os talibãs penduraram o corpo de um homem morto em uma grua na principal praça da cidade de Herat, no Afeganistão, informa a agência Associated Press neste sábado (25).

Conforme relatos, o homem fazia parte de um grupo de quatro pessoas que teriam cometido uma tentativa de sequestro e foram mortos por policiais. Segundo um farmacêutico ouvido pela agência, os outros três corpos foram levados para outras cidades para serem “expostos”.

Não há nenhum comentário oficial do grupo fundamentalista que retomou o poder em 15 de agosto, mas a cena ocorre poucos dias depois de um dos fundadores do Talibã, mulá Nooruddin Turabi, anunciar que as  execuções e as amputações de quem cometesse crimes seriam retomadas.

Durante o primeiro governo do Talibã, entre 1996 e 2001, quem era acusado de roubo ou furto, tinha a mão ou a mão e o pé amputados, dependendo da gravidade da ação.

Já quem cometesse crimes mais graves, como assassinatos, era executado por parentes das vítimas – que também poderiam poupar a vida do acusado se aceitassem uma indenização conhecida como “dinheiro ensanguentado”.

Fonte: IG Mundo

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