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Ômicron está por trás de quase todas as infecções por covid na Itália

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A variante Ômicron do novo coronavírus, altamente transmissível, é atualmente responsável por quase todas as novas infecções por covid-19 na Itália, disse o Instituto Nacional de Saúde (ISS) nesta sexta-feira (28). A cepa responde por quase 96% dos casos, de acordo com pesquisa realizada no dia 17 deste mês.

A pesquisa anterior, de 3 de janeiro, mostrou que a Ômicron era responsável por 81% dos casos.

“Na Itália, em 17 de janeiro, a variante foi predominante, com prevalência estimada de 95,8%, enquanto a Delta estava em 4,2% da amostra testada”, disse o instituto em comunicado.

A análise é baseada em 2.486 amostras, testadas em 124 laboratórios e coletadas em todas as 21 regiões italianas e províncias autônomas.

Mundialmente, de acordo com relatório desta semana da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Ômicron representa 89,1% dos casos, enquanto a Delta responde por 10,7%.

A Itália, primeiro país ocidental a ser atingido pela pandemia de covid-19 no início de 2020, viu as novas infecções se estabilizarem nos últimos dias.

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O país registrou 155,69 mil casos relacionados à covid-19 nessa quinta-feira (27), contra 167,20 mil no dia anterior, informou o Ministério da Saúde. O número de mortes caiu de 426 para 389.

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Rússia: candidaturas de Suécia e Finlândia à Otan são ‘grave erro’

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Porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov
Divulgação/Kremlin

Porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov

Nesta segunda-feira (16), o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Riabkov, disse que as  candidaturas da Suécia e Finlândia para integrar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) são um “grave erro”.

De acordo com ele, o “nível de tensão” entre a Rússia e os países do Ocidente vai aumentar ainda mais caso as novas adesões realmente aconteçam. “É um grave erro adicional, cujas consequências terão um longo alcance”, disse o vice-ministro, de acordo com a agência de notícias Interfax .

Hoje, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, também afirmou que a Rússia “acompanhará de perto” as candidaturas de Finlândia e Suécia para a Otan, que não devem fortalecer a “arquitetura da segurança da Europa”, segundo ele.

Riabkov disse que a resposta da Rússia “dependerá das consequências práticas da adesão” dos dois países em relação à Otan. “Para nós, está claro que a segurança da Suécia e da Finlândia não será reforçada por esta decisão”, afirmou.

A Finlândia reafirmou a intenção de fazer parte da aliança no último domingo (15) . No mesmo dia, o partido social-democrata da Suécia aprovou no Parlamento do país a candidatura à Otan .

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Depois dos movimentos, a Otan informou estar convencida de que irá superar os obstáculos impostos pela Turquia para aceitar as adesões dos países à aliança .

Em coletiva de imprensa realizada em Berlim, na Alemanha, o secretário-geral adjunto da Otan, Mircea Geona, disse que a organização está disposta a “encontrar todas as condições para um consenso” a respeito das adesões de Finlândia e Suécia.

A Turquia se colocou contrária às adesões por conta dos países nórdicos acolherem uma grande quantidade de curdos, etnia considerada inimiga pela Turquia.

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Fonte: IG Mundo

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