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OMS garante que há 35 vacinas contra Covid-19 com testes em humanos

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Tedros Adhanom Ghebreyesus
Foto: Reprodução/Twitter

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus

O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou, nesta quinta-feira (10), que há cerca de 180 vacinas contra a Covid-19 em desenvolvimento. Dessas, apenas 35 já estão na fase de testes em humanos.

Ainda durante uma entrevista coletiva, ele comentou que nenhuma doença na história teve um desenvolvimento tão rápido nas pesquisas.

Em abril, a OMS e vários parceiros, entre eles a União Europeia, lançaram um mecanismo para acelerar o desenvolvimento e a distribuição justa de vacinas, diagnósticos e terapias. Segundo Tedros, porém, essa iniciativa precisará de um “aumento significativo no financiamento” para atingir suas metas.

O mecanismo já recebeu US$ 2,7 bilhões, mas segundo a autoridade isso é menos de 10% do que será necessário. O diretor-geral da OMS lembrou também que há várias pesquisas de medicamentos em andamento e disse que a dexametasona foi o único até agora a se mostrar eficaz contra a doença nesses testes, neste caso para pacientes mais graves.

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Pausa em vacina da AstraZeneca é “lição” e “alerta” para o mundo 

A (OMS) também aponta que a pausa nas pesquisas realizadas pela AstraZeneca em relação a uma vacina contra a Covid-19 deve servir de “lição” e de um “despertar” para o mundo sobre as expectativas de solução rápida para a pandemia. 

Soumya Swaminathan, cientista-chefe da OMS, indicou que a suspensão é um “procedimento normal” e reflete uma “boa prática” por parte da empresa.”Nem sempre é tão rápido”, disse a representante da OMS, numa referência ao processo de desenvolvimento de vacinas. Para ela, isso não deve ser um motivo para desencorajar a pesquisa. Mas é cautelosa sobre como o trabalho da empresa será retomada. “Esperamos que (os testes) voltem. Mas vai depender de muitos fatores”, comentou.

Fonte: IG Mundo

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Reino Unido corre risco de novo lockdown

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O Reino Unido deve reintroduzir algumas medidas de lockdown contra o coronavírus cedo ou tarde, afirmou um epidemiologista neste sábado (19), com novos casos da covid-19 chegando ao maior índice desde o começo de maio.

Neil Ferguson, professor de epidemiologia do Imperial College, de Londres, e ex-conselheiro do governo, afirmou à BBC que o país enfrentará uma “tempestade perfeita” de infecções, com as pessoas voltando ao trabalho e às escolas.

O primeiro-ministro Boris Johnson disse na sexta-feira (18) que ele não quer outro lockdown nacional, mas que novas restrições podem ser necessárias porque o país enfrentaria uma inevitável segunda onda da covid-19.

“Eu acho que algumas medidas adicionais devem ser necessárias, cedo ou tarde”, disse Ferguson.

Na sexta-feira (18), foi publicado que ministros estavam considerando um segundo lockdown nacional, com novos casos da covid-19 no maior índice em meses, internações hospitalares crescendo e taxas de infecção elevadas em partes do norte da Inglaterra e em Londres.

“Neste momento, estamos nos níveis de infecções que víamos neste país no final de fevereiro, e, se esperarmos mais duas ou quatro semanas, estaremos de volta aos níveis de meados de março, e isso irá – ou pode – causar mortes”, disse Ferguson.

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Dados do governo, deste sábado (19), mostraram 4.422 novos casos, 100 a mais que na sexta-feira (18), e o maior total diário desde 8 de maio, com base em testes positivos.

A verdadeira taxa de infecção deve ser maior. A agência de estatísticas do Reino Unido disse na véspera que por volta de 6 mil pessoas por dia, apenas na Inglaterra, provavelmente pegaram a doença durante a semana de 10 de setembro, com base em testes aleatórios.

A primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, requisitou uma reunião com Johnson e os líderes de País de Gales e Irlanda do Norte, durante as próximas 48 horas, para tentar garantir medidas coordenadas entre as diferentes partes do Reino Unido.

O Reino Unido teve o maior índice de mortes da Europa por covid-19, com mais de 41 mil, segundo a contagem do governo.

O aumento de infecções ainda não levou a um crescimento similar em novas mortes – em parte porque os casos estão concentrados entre pessoas mais jovens -, mas as internações hospitalares estão começando a crescer.

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Mais de 10 milhões de pessoas em partes do norte e da região central da Inglaterra já estão sob alguma forma de lockdown, como proibição de convidar amigos ou familiares para suas casas, ou visitar bares e restaurantes depois das 22h.

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