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OMS relata aumento diário recorde de casos do novo coronavírus

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou um aumento diário recorde de casos globais do novo coronavírus nessa quinta-feira (8), quando o total foi de 338.779 em 24 horas, liderado por uma disparada de infecções na Europa.

A Europa relatou 96.996 casos novos, o maior total da região já registrado pela OMS. As mortes globais aumentaram 5.514 e chegaram a 1,05 milhão.

O recorde anterior de casos novos notificados pela OMS foi de 330.340 no dia 2 de outubro. A agência registrou o recorde de 12.393 mortes em 17 de abril.

Como região, a Europa está relatando mais casos do que a Índia, o Brasil ou os Estados Unidos. A Índia relatou 78.524 casos novos, seguida pelo Brasil com 41.906 e os EUA com 38.904, de acordo com a OMS, cujos dados são menos atualizados do que os relatórios diários de cada país.

De acordo com uma análise dos dados nacionais mais recentes feita pela Reuters, as infecções de covid-19 estão aumentando em 54 países, o que inclui disparadas na Argentina, no Canadá e na maior parte da Europa.

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As infecções no Reino Unido atingiram níveis recordes, com mais de 17 mil novos casos registrados ontem.

As novas infecções diárias de covid-19 na França continuaram acima do patamar recorde de 18 mil pelo segundo dia nessa quinta-feira e novas restrições foram impostas para conter o surto.

O número médio de novas infecções na Bélgica aumentou durante sete dias seguidos, e também ontem a Alemanha relatou seu maior aumento diário de casos novos desde abril.

Nos EUA, que têm o maior número total de casos e mortes do mundo, as novas infecções estão crescendo, assim como o número de pacientes de covid-19 hospitalizados desde o início de setembro.

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Aborto na Polônia: Justiça restringe maioria dos casos permitidos por lei

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Omar Marques/Getty Images

Um protesto contra a restrição ao aborto em Cracóvia, Polônia, na quarta-feira


O Tribunal Constitucional na Polônia decidiu, nesta quinta-feira (22), que o aborto por anomalias fetais – que representam cerca de 98% de todos os casos –  viola a Constituição , efetivamente impondo uma proibição quase total da prática.


O efeito será endurecer ainda mais a lei de aborto da Polônia – já a mais rígida na União Europeia, exceto a de Malta – deixando as mulheres com direito a interrupções legais apenas se a gravidez ameaçar sua vida ou saúde, ou se resultar de um ato ilegal como o estupro ou incesto.

A decisão de hoje já gerou protestos. No entanto, devido às restrições do novo coronavírus introduzidas recentemente, limitando as reuniões públicas a 10 pessoas, as mulheres manifestaram-se rotativamente fora do Tribunal Constitucional.

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Fonte: IG Mundo

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