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“Padre Júlio Lancellotti é mensageiro de Deus”, diz Papa Francisco

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Padre Júlio Lancelotti
Reprodução/Twitter

Pontífice confirmou conversa com o padre brasileiro neste último sábado

papa Francisco confirmou ter ligado para o padre Júlio Lancellotti na noite deste sábado (10) e ressaltou que o religioso é um verdadeiro “mensageiro de Deus”.

“Ontem à noite, consegui ligar para um padre italiano idoso, missionário da juventude no Brasil, mas sempre trabalhando com os excluídos, com os pobres”, lembrou o Pontífice .

Lancellotti é vigário episcopal para a Pastoral do Povo da Rua , da Arquidiocese de São Paulo, e realiza trabalhos sociais para ajudar moradores de rua há 36 anos. Nos últimos meses, ele tem se dedicado para diminuir o impacto do novo coronavírus entre a população mais vulnerável.

“[Ele] vive aquela velhice em paz: consumiu a sua vida com os pobres. Esta é a nossa Mãe Igreja, este é o mensageiro de Deus, que vai até às encruzilhadas das estradas”, afirmou.

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Francisco ainda ressaltou que seguir esse caminho impõe uma condição: usar uma veste nupcial, que simboliza a misericórdia que Deus nos dá gratuitamente, isto é, a graça”.

“Sem graça não se pode dar um passo em frente na vida cristã. Tudo é graça. Não basta aceitar o convite ao seguimento do Senhor, é necessário estar disponível para um caminho de conversão, que muda o coração”, explicou o Santo Padre.

Neste sábado (10), Francisco telefonou para Lancellotti para manifestar sua proximidade à população em situação de rua nesse período de pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Na conversa, o argentino expressou sua simplicidade após ter visto as fotos da campanha realizada para os vulneráveis. Recentemente, o padre foi alvo de ameaças depois que o deputado estadual Arthur do Val , conhecido por “Mamãe Falei”, iniciar uma campanha de difamação contra Lancellotti.

Fonte: IG Mundo

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Itamaraty envia mensagem de saudação ao presidente eleito da Bolívia

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O Ministério das Relações Exteriores enviou uma mensagem ao presidente eleito da Bolívia, Luis Alberto Arce Catacora, e ao vice, David Choquehuanca, felicitando-os pela vitória no pleito. Nela, o governo brasileiro saúda povo e governo bolivianos pelo clima de “tranquilidade e harmonia” registrado durante o processo eleitoral, bem como pela “atuação independente do Tribunal Supremo Eleitoral” na contagem oficial dos votos.

“O Governo brasileiro congratula-se com as forças políticas do país pelo respeito à vontade popular expressa nas urnas. Reconhece, em particular, a importância da participação dos observadores independentes das missões que acompanharam a votação – da OEA, do Parlasul, da União Europeia, das Nações Unidas, da Uniore e do Instituto Carter Center – cujo escrutínio contribuiu para afiançar a legitimidade e transparência do pleito e garantir que fosse respeitado o desejo soberano do povo boliviano na escolha de seus dirigentes”, diz a mensagem.

O Itamaraty reafirmou a disposição do governo brasileiro em trabalhar com as novas autoridades bolivianas “com vistas à implementação de iniciativas de interesse comum e no âmbito dos laços de amizade, vizinhança e de cooperação que unem os dois países e seus povos.”

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Após ter sido apontado, segundo pesquisas de boca de urna, como vencedor das eleições, Arce disse que a Bolívia “voltou à democracia”, e que fará um governo em prol de todos os bolivianos. “Vamos constituir um governo de unidade nacional”, declarou o candidato vitorioso, que foi ministro da Economia e Finanças Públicas da Bolívia em duas ocasiões durante o governo de Evo Morales – presidente da Bolívia por três mandatos consecutivos, de 2006 a 2019.

Sob a justificativa de evitar a continuidade de conflitos violentos que ocorreram em 2019 após um relatório preliminar da Organização dos Estados Americanos (OEA) levantar suspeitas sobre as eleições presidenciais bolivianas na época, Evo Morales convocou novas eleições e, em seguida, se exilou no México e, depois, na Argentina, onde ainda permanece.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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