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Pena de morte: Governo dos EUA vai executar primeira mulher desde 1953

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Suprema Corte dos EUA voltou a permitir execuções federais em julho deste ano

O governo dos Estados Unidos marcou para 8 de dezembro deste ano a primeira execução federal de uma mulher desde 1953. Trata-se de Lisa Montgomery, condenada à pena de morte em 2008.

Lisa foi condenada à morte por ter assassinado uma mulher grávida de oito meses, cortado sua barriga com uma faca de cozinha e roubado o bebê, que sobreviveu ao ataque e hoje tem 16 anos.

O governo federal norte-americano ficou 17 anos sem poder executar pessoas até julho deste ano, quando a Suprema Corte dos EUA decidiu pelo retorno das execuções federais . Desde julho, sete pessoas foram executadas pelo governo federal, todos homens. Lisa Montgomery será a primeira mulher executada em âmbito federal desde 1953. Durante os anos em que as execuções federais estiveram proibidas, as penas de morte eram aplicadas apenas pelos governos estaduais.

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No processo de Lisa Montgomery, a acusação apresentou o histórico de busca dela, revelando que ela havia pesquisado como realizar cesáreas , dando ao crime o caráter premeditado.

Segundo a defesa, Lisa sofria de ” gravidez psicológica “, a pseudociese, quando a mulher acredita que está grávida e chega a apresentar sintomas.

Antes de tomar a decisão final, em 2008, o juiz do caso passou cinco horas pensando e acabou condenando a mulher à morte por entender que ela merecia morrer devido à natureza hedionda do crime.

Antes de Lisa, a última mulher a passar por execução federal nos EUA havia sido Bonnie Brown , condenada à câmara de gás após participar de um caso de sequestro e assassinato de um garoto de 6 anos.

Fonte: IG Mundo

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Roma é alvo de protesto violento contra medidas anti-Covid

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Roma Itália
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Roma Itália

Na tarde desta terça-feira (27), centenas de pessoas se reuniram na Piazza del Popolo, no centro de Roma , para protestar contra o governo do primeiro-ministro da Itália , Giuseppe Conte, e as medidas tomadas para tentar conter a pandemia do novo coronavírus . As informações são da agência de notícias italiana Ansa.  

O ato foi organizado pelo Forza Nuova, partido político nacionalista de extrema-direita da Itália. A ocasião foi marcada por tumultos e confrontos entre os manifestantes e a polícia italiana. Diversos militantes lançaram bombas de fumaça e papel contra os agentes, que usaram hidrantes para dispersar a multidão.   

Durante o ato, latas de lixo foram incendiadas e scooters e bicicletas foram destruídas ao longo da via del Muro Torto. As autoridades informaram que um grupo de pessoas foi preso.

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Segurança pública

De acordo com a Ansa, após mais um protesto contra as medidas anti-Covid, a ministra do Interior da Itália, Luciana Lamorgese, convocou uma reunião com um Comitê de Segurança para esta quarta-feira (28), às 11h30 (no horário local) para debater a ordem e segurança pública do país.

Ainda de acordo com a agência, nesta segunda (26), diversas manifestações pacíficas e violentas foram registradas em toda a Itália. As polícias de Milão e de Turim denunciaram cerca de 30 pessoas por conta dos tumultos.   

Fonte: IG Mundo

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