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Polícia prende 28 suspeitos de estuprar adolescente de 15 anos na Índia

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Polícia indiana prendeu 28 suspeitos de estuprar adolescente de 15 anos
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Polícia indiana prendeu 28 suspeitos de estuprar adolescente de 15 anos

A polícia indiana prendeu 28 suspeitos de estuprar durante nove meses uma adolescente de 15 anos na cidade indiana de Mumbai. Segundo as autoridades, os abusos começaram em janeiro e ocorreram repetidas vezes desde então.

As investigações apontam que o início dos crimes foi motivado depois que o namorado da jovem a estuprou e filmou a relação não consentida. Ele e seus amigos teriam então usado a gravação para chantagear a garota a fazer sexo com eles contra sua vontade. Os abusos ocorreram em diferentes subúrbios da cidade.

A adolescente denunciou os crimes na noite da última quarta-feira. De acordo com as autoridades, a vítima acusou 33 pessoas de participação no estupro. Ela disse ainda que conhecia quase todos eles. Até o momento, a polícia prendeu 26 suspeitos e deteve outros dois menores de idade.

Segundo o jornal The Hindu, a vítima procurou a polícia após narrar os crimes para sua tia, que a percebeu desanimada e aflita com mensagens e telefonemas durante uma festa de aniversário. Juntas, elas planejaram uma armadilha para prender parte dos acusados em flagrante.

Na Índia, uma série de manifestações já tomaram as ruas do país em razão do alto número de casos de estupros coletivos e violência contra a mulher. Desde 2012, após um episódio de abuso coletivo dentro de um ônibus que gerou indignação global, a nação introduziu leis mais rígidas para punir crimes de natureza sexual.

No ano passado, a Índia registrou mais de 28 mil casos de estupro, o equivalente a quase 77 por dia, segundo o National Crime Records Bureau. Ativistas, no entanto, afirmam que há subnotificações já que boa parte dos abusos não é denunciada pelo fato de o assunto ainda ser tabu na sociedade indiana.

Fonte: IG Mundo

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Especialista diz que infecções são leves em crianças sul-africanas

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O aumento de internações entre crianças durante a quarta onda de infecções por covid-19 na África do Sul, impulsionada pela variante Ômicron do coronavírus, não deve gerar pânico porque os sintomas têm sido leves, afirmou uma autoridade sanitária neste sábado (4).

Um número alto de crianças internadas com covid-19, no mês passado em Tshwane, área metropolitana que inclui a capital Petroria, gerou preocupações de que a nova Ômicron poderia ser mais perigosa para crianças do que outras variantes.

Os cientistas ainda não identificaram qualquer relação e alertaram que outros fatores podem ter influenciado.

Ntsakisi Maluleke, especialista em saúde pública na província de Gauteng que inclui Tshwane e a maior cidade Joanesburgo, disse à Reuters que dos 1.511 pacientes que testaram positivo para covid-19 nos hospitais da província, 113 tinham menos de nove anos, uma proporção maior do que em outras ondas de infecções.

“Estamos tranquilos por relatórios dos médicos de que as crianças têm infecções leves”, disse em entrevista. Acrescentou que autoridades sanitárias e cientistas estão investigando o que está levando a mais internações em idades menores e que espera mais esclarecimentos em duas semanas.

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Como apenas um percentual pequeno dos testes positivos para covid-19 na África do Sul são enviados para sequenciamento de genomas, as autoridades ainda não sabem por quais variantes as crianças internadas foram infectadas.

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