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Primeiro-ministro do Japão renuncia por motivos de saúde após oito anos no cargo

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homem de terno e gravata
Reprodução/Japan Kantei

Primeiro-ministro do Japão sofre de doença crônica

O primeiro-ministro do Japão , Shinzo Abe, 65 anos, confirmou nesta sexta-feira (28) sua intenção de renunciar ao cargo por motivos de saúde.

No poder desde dezembro de 2012, o premiê conservador sofre de colite ulcerosa, doença crônica que causa inflamação no cólon e no reto, e disse que seu atual estado de saúde o impede de se “concentrar nas questões mais importantes do governo”.

“Agora que não sou capaz de cumprir o mandato do povo, eu decidi que não devo mais ocupar a posição de primeiro-ministro”, declarou Abe, em pronunciamento transmitido ao vivo pelas emissoras japonesas.

O líder do Partido Liberal-Democrata é o premiê mais longevo na história do Japão e vinha tendo seu futuro envolvido em especulações nas últimas semanas após duas visitas misteriosas a um hospital. Ele também governou entre setembro de 2006 e setembro de 2007.

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“Gostaria de me desculpar sinceramente com o povo do Japão por deixar meu cargo um ano antes do fim do meu mandato e em meio ao problema do coronavírus”, acrescentou Abe. Ele deve permanecer no poder até seu partido eleger um novo líder e submetê-lo ao Parlamento como primeiro-ministro.

Entre seus potenciais sucessores estão o ministro das Finanças e ex-premiê, Taro Aso, o ex-ministro da Defesa Shigeru Ishiba, o chefe de gabinete do governo, Yoshihide Suga e o ex-ministro das Relações Exteriores Fumio Kishida.

Este último seria o favorito de Abe, segundo a imprensa japonesa, enquanto Aso comanda a principal ala dentro do Partido Liberal-Democrata.

Fonte: IG Mundo

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Nova York registra aumento da taxa de infecção por Covid-19

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Prefeito de Nova York, Bill de Blasio.
Reprodução/Twitter

Prefeito de Nova York, Bill de Blasio.

Nesta terça-feira (29), autoridades americanas alertaram para o aumento da taxa de infecção pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) na cidade de Nova York . Nas últimas 24 horas, a taxa subiu de 1,93% para 3,25%, segundo a agência de notícias AFP .

Nova York é a maior cidade dos Estados Unidos e chegou a ser o epicentro nacional de Covid-19 em abril e maio, com mais de 23,8 mil mortes.

Nos últimos meses, a cidade conseguiu reduzir a taxa de infecção para 1%, um dos índices mais baixos do país.

Recentemente, porém, Nova York voltou a registrar números mais elevados. O prefeito Bill de Blasio declarou que as pessoas que não utilizarem máscaras em público serão multadas.

“Pela primeira vez em muito tempo os números diários superam os 3% e isso é um verdadeiro motivo de preocupação “, disse Blasio. 

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Para André Cuomo, governador do estado, a prefeitura “falhou em garantir o cumprimento” de regras sobre uso de máscaras e distanciamento social

O aumento de casos ocorre na mesma semana em que estudantes devem voltar às escolas, e quando restaurantes e bares vão poder admitir clientes em espaços internos com 25% da capacidade.

Fonte: IG Mundo

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