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Reabertura na Europa: avanço da Covid-19 fecha 22 escolas na França

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Ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, disse que o número é baixo em relação ao número de centros de ensino no país
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Ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, disse que o número é baixo em relação ao número de centros de ensino no país

O governo da França anunciou que 22 centros de ensino serão totalmente fechados por conta do avanço de casos da Covid-19  no país. O alerta ocorre na mesma semana em que aulas presenciais foram retomadas. Outras 100 classes de alunos também serão suspensas. No total, a França soma 300.181 casos, incluindo 30.706 mortes.

Das 22 escolas, 12 estão localizadas na Ilha da Reunião, um território ultramarino francês no Oceano índico, informou o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, durante uma entrevista à rádio Europe 1. As aulas na França voltaram no último dia 2, retomando o ano letivo para cerca de 12,4 milhões de alunos.

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Com a pandemia, o governo implementou uma série de novas medidas de segurança para evitar novos contágios, como o uso obrigatório de máscaras para os professores e alunos a partir de 11 anos dentro e fora das escolas.

Mas, segundo o ministro francês, foram 250 suspeitas ou confirmações de casos de contaminação desde então. O número, segundo ele, é pequeno em relação às 60 mil instituições de ensino no país. “Quando há mais de três casos, o fechamento de uma estrutura escolar é acionado. Apesar dos temores, todos voltaram e isso me deixa satisfeito”, disse.

Sobre a situação das famílias que terão que cuidar dos filhos após as aulas terem sido novamente suspensas, Blanquer disse que há um protocolo de ajuda a ser adotado caso venha a ocorrer uma interrupção em massa das aulas.

Fonte: IG Mundo

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Governo espanhol quer isolamento parcial de Madri

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O governo da Espanha recomendou a retomada de um isolamento parcial em toda a cidade de Madri para conter a disseminação do novo coronavírus, depois que autoridades municipais impuseram restrições somente em algumas áreas da região, disse o ministro da Saúde, Salvador Illa. 

“Essas são as medidas mínimas que temos que tomar para controlar a disseminação do vírus na cidade”, afirmou Illa em entrevista.

Um dos países europeus mais atingidos pela pandemia, a Espanha adotou um isolamento draconiano entre março e maio, impedindo as pessoas de saírem de casa. As restrições começaram a ser suspensas em estágios e por região, e foram totalmente descartadas no dia 21 de junho, mas a pandemia ressurgiu nas últimas semanas.

As autoridades da região de Madri determinaram um isolamento em 45 áreas, principalmente as mais pobres, onde o índice de contágio está acima de mil casos para cada 100 mil pessoas.

Em uma desavença aparente entre o governo nacional e as autoridades regionais, Illa anunciou suas recomendações em entrevista coletiva, ao mesmo tempo em que Madri anunciava medidas mais brandas que só cobrem algumas áreas da região.

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O ministro disse que somente as autoridades regionais de Madri têm poder para tomar essa decisão.

As recomendações de um novo isolamento parcial impediriam as pessoas de deixar a cidade, mas elas poderiam sair de casa para ir ao trabalho e à escola. Os bares continuarão abertos, mas com certas limitações.

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