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Suspeito de participação nos ataques em Paris diz que ato “não foi nada pessoal”

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Suspeito de participação nos ataques em Paris diz que “não foi nada pessoal”

O terrorista Salah Abdeslam, único sobrevivente entre os autores materiais dos atentados de 13 de novembro de 2015, em Paris, na França , disse nesta quarta-feira (15) que os ataques foram uma retaliação pelos bombardeios contra o Estado Islâmico.

“Nós atacamos a França, miramos a população, os civis, mas não era nada de pessoal. O objetivo não é colocar uma faca na ferida, mas sim ser sincero”, declarou o franco-marroquino durante o processo em Paris contra 20 réus por envolvimento nos atentados.

Abdeslam é o único deles que participou ativamente dos ataques em 13 de novembro de 2015, mas, ao contrário de seus comparsas naquela noite, não detonou o próprio corpo como estava planejado e acabou preso.

Em seu julgamento, o terrorista argumentou que os aviões franceses que bombardeavam o Estado Islâmico “não faziam distinção entre homens, mulheres e crianças”. “Queríamos fazer a França sofrer a mesma dor que nós sofremos”, acrescentou.

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Dos outros 19 réus no processo, 10 estão em prisão preventiva, enquanto três respondem em liberdade, todos eles acusados de dar suporte financeiro e logístico aos terroristas. Seis pessoas ainda serão julgadas em contumácia, sendo que algumas delas já teriam morrido na Síria ou no Iraque.

Iniciado em 8 de setembro, o julgamento é descrito pela imprensa local como o maior na história moderna da França e deve durar pelo menos nove meses, envolvendo cerca de 330 advogados e 1,8 mil sobreviventes e parentes das vítimas.


Os atentados de 13 de novembro deixaram 130 mortos na casa de shows Bataclan, em bares e restaurantes do 10º e do 11º arrondissements de Paris e nos arredores do Stade de France, em Saint-Denis, cidade satélite da capital francesa.

Fonte: IG Mundo

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EUA afirmam que ataque de drone em Cabul matou 10 civis

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 Um ataque de drones em Cabul no mês passado matou até 10 civis, incluindo sete crianças, disseram os militares dos Estados Unidos nesta sexta-feira (17), desculpando-se pelo que consideraram um “erro trágico”.

O Pentágono disse que o ataque de 29 de agosto tinha como alvo um homem-bomba do Estado Islâmico que representava ameaça iminente para as tropas lideradas pelos EUA no aeroporto, enquanto completavam os últimos estágios de sua retirada do Afeganistão.

Mesmo diante do surgimento de relatos de vítimas civis, o principal general dos EUA descreveu o ataque como “justificado”.

O general dos fuzileiros navais Frank McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA, disse que no momento do ataque, estava confiante de que havia evitado uma ameaça iminente às forças norte-americanas no aeroporto.

“Nossa investigação agora conclui que o ataque foi um erro trágico”, disse a repórteres.

Ele afirmou que agora acredita ser improvável que os mortos fossem membros da afiliada local do Estado Islâmico, ISIS-Khorasan, ou representassem ameaça direta às forças dos EUA. O Pentágono avalia reparações, segundo McKenzie.

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Em um comunicado, o secretário de Defesa, Lloyd Austin, disse que o ataque com drone matou o senhor Ahmadi, que trabalhava para uma organização sem fins lucrativos chamada Nutrition and Education International.

“Agora sabemos que não havia conexão entre o Sr. Ahmadi e o ISIS-Khorasan, que suas atividades naquele dia foram completamente inofensivas e nada relacionadas com a ameaça iminente que acreditávamos enfrentar”, disse Austin no comunicado.

“Pedimos desculpas e faremos o possível para aprender com esse erro horrível.”

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