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Trump e Biden trocam acusações após mais uma morte em protesto

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pessoas segurando placa
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Protestos do black lives matter foram registrados nos EUA

A morte de um homem apoiador  do presidente norte-americano, Donald Trump, em Portland no sábado (29) fez com que o republicano e o seu adversário nas eleições de novembro, Joe Biden, trocassem acusações.

“A única maneira de você parar a violência e o alto crime nas cidades onde os democratas governam é através da força. Lei e Ordem”, escreveu o mandatário em duas postagens. Para o republicano, seu rival está se manifestando sobre o caso porque “está caindo nas pesquisas” eleitorais para a disputa de 3 de novembro.

Por sua vez, o candidato democrata desafiou Trump e disse que os Estados Unidos “não podem se tornar um país em guerra consigo mesmo”.

“A violência mortal que nós vimos em Portland é inaceitável. Atiradores nas ruas de uma grande cidade norte-americana são inaceitáveis. Eu condeno todo o tipo de violência feita por qualquer um, sejam de direita ou de esquerda. E eu desafio Donald Trump a fazer o mesmo. […] Um país que aceita a morte de outros norte-americanos que não concordam com você. Mas esse são os Estados Unidos que o presidente Trump quer que sejamos, os Estados Unidos que ele acredita que nós somos”, postou em sua conta no Twitter.

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A morte do homem ainda está sendo investigada pelas autoridades locais, que não informaram se houve um confronto entre um grupo antirracista e um de apoiadores ultraconservadores e de extrema-direita chamado Patriot Prayer.

Desde a morte de George Floyd, em 25 de maio, a cidade do estado do Oregon é marcada por protestos diários do movimento Black Lives Matter (“Vidas Negras Importam”), que se intensificaram após a abordagem truculenta a Jacob Blake em Kenosha.

No sábado, no entanto, um grupo pró-Trump se organizou e realizou uma carreata e passeata na cidade e a polícia – com o FBI – tenta descobrir de onde partiu o tiro. Essa não é a primeira vez que os ultraconservadores se reúnem em Portland, mas é a primeira que tem uma morte registrada.

“Os policiais de Portland ouviram sons de tiros e atenderam ao chamado, localizando uma vítima com um ferimento à bala no peito. Um médico constatou que ela estava morta”, informou em comunicado o Departamento de Polícia local.

Fonte: IG Mundo

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Biden e Putin conversam por telefone sobre prisão de opositor e armas nucleares

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Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden

O presidente da Rússia, Vladimir Putin , e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden , se falaram por telefone pela primeira vez desde que o americano assumiu o cargo, nesta terça-feira (29). A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, anunciou o contato entre os líderes políticos.

Entre os temas tratados foram a proposta de extensão do tratado de armas nucleares do Novo Start, que limita o armamento de ambos países, a prisão do opositor Alexei Navalny e o apoio dos EUA à soberania da Ucrânia.

“Ele(Biden) ligou para o presidente Putin esta tarde com a intenção de discutir nossa disposição de estender o novo START por cinco anos. E também para reafirmar nosso forte apoio à soberania da Ucrânia em face da agressão em curso da Rússia, e também para levantar questões preocupantes, incluindo o hack SolarWinds, relatórios da Rússia colocando recompensas em soldados dos Estados Unidos no Afeganistão, interferência nas eleições de 2020, o envenenamento de Alexei Navalny e tratamento de manifestantes pacíficos pelas forças de segurança russas “, declarou a porta voz do governo americano.

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Em tom ríspido, a presidência americana declarou que irá defender os seus interesses nacionais a despeito das “malignas ações russas”.

Por outro lado, o Kremlin , sede do governo russo, declarou que Putin disse ao democrata que apoia a normalização das relações entre os dois países: 

“Uma normalização das relações entre a Rússia e os Estados Unidos responderia aos interesses de ambos os países e também de toda a comunidade internacional, dada a responsabilidade particular (de ambos os Estados) em manter a segurança e estabilidade mundiais”.

Fonte: IG Mundo

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