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Trump sente-se muito bem e permanecerá hospitalizado, diz Casa Branca

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se sente muito bem e quer voltar a trabalhar na Casa Branca, mas permanecerá hospitalizado, disse o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Robert O’Brien, neste domingo (4).

“Falei com o chefe de Gabinete [Mark Meadows] esta manhã e a boa notícia é que o presidente se sente muito bem e realmente quer voltar para a Casa Branca e voltar ao trabalho, mas acho que ele vai ficar no [hospital] Walter Reed por pelo menos outro período de tempo”, disse O’Brien no programa Face the Nation, da CBS.

Trump agradece apoiadores e diz que “verdadeiro teste” virá nos próximos dias

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump escreveu em seu Twitter uma mensagem de agradecimento aos seus apoiadores neste domingo, direto do hospital onde recebe tratamento para covid-19, após uma série de mensagens contraditórias da Casa Branca causarem confusão generalizada sobre seu estado de saúde.

Levado ao Centro Médico Militar Nacional Walter Reed na última sexta-feira(2), Trump divulgou um vídeo de quatro minutos no sábado dizendo que o “verdadeiro teste” de sua condição virá nos próximos dias.

“No período próximo de alguns dias, acho que esse será o verdadeiro teste. Então veremos o que acontecerá pelos próximos dias”, disse Trump diante da câmera, parecendo cansado e vestindo uma jaqueta e uma camisa de gola aberta.

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A doença de Trump impactou na campanha eleitoral e lançou luzes sobre a forma como o presidente está lidando com a pandemia. O presidente republicano está atrás do rival democrata Joe Biden nas pesquisas de opinião.

Uma pesquisa Reuters/Ipsos publicada neste domingo (4) revelou que Biden abriu uma vantagem de 10 pontos sobre Trump no cenário nacional, margem um pouco maior do que nos últimos dois meses. Cerca de 65% dos americanos disseram que Trump provavelmente não seria infectado se ele tivesse levado o vírus mais a sério –opinião que metade dos republicanos entrevistados também endossam. Cerca de 55% disseram não acreditar que Trump vinha dizendo a verdade sobre o vírus.

A campanha de Trump afirmou que o vice-presidente Mike Pence, que assume a presidência caso Trump seja incapaz de cumprir suas obrigações, terá uma programação eleitoral “agressiva” nesta semana, assim como os três filhos mais velhos de Trump.

Por repetidas vezes Trump minimizou a ameaça da pandemia, mesmo após a morte de mais de 208.000 americanos e diante da destruição da economia dos EUA.

Em um tuíte na manhã deste domingo, Trump disse “muito obrigado!”, referindo-se aos apoiadores que se reuniram na noite de sábado em frente ao hospital Walter Reed agitando bandeiras da campanha Trump 2020.

Diferentes avaliações sobre a saúde de Trump feitas por funcionários do governo no sábado (3) não deixaram claro o estado de saúde do presidente desde que testou positivo para o coronavírus na noite de quinta-feira(1).

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Uma equipe de médicos da Casa Branca disse no sábado que a condição de Trump estava melhorando e que ele já estava falando em voltar para a sede do governo.

Minutos depois, o chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, deu aos repórteres uma avaliação menos otimista, dizendo que os sinais vitais do presidente nas 24 horas anteriores foram muito preocupantes e que as próximas 48 horas seriam críticas em termos de cuidado. Disse também que ainda não estavam em um caminho claro que apontasse para uma recuperação completa.

Funcionários do governo descreveram a transferência para o hospital Walter Reed como preventiva e disseram que Trump ficaria lá por vários dias.

Mas em uma entrevista à Fox News transmitida na noite de sábado, Meadows revelou que a condição de Trump na sexta-feira era muito pior do que as autoridades haviam tornado públicas, dizendo que os médicos recomendaram que o presidente fosse ao hospital após constatarem com febre e verificarem que seu nível de oxigênio no sangue havia caído rapidamente.

Com a colaboração de Alexandra Alper, Jeff Mason – Reuters. 

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Nicarágua aprova lei que prevê prisão por divulgação de notícias falsas

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Homem segurando a bandeira da Nicarágua
Oswaldo Rivas/Agência Brasil

Nicarágua aprova lei de combate a fake news; deputados alegam que lei promove censura

O Congresso da Nicarágua aprovou nesta terça-feira (27) uma lei de combate a crimes cibernéticos conhecida pela oposição como “lei da mordaça” . A lei punirá com prisão pessoas e entidades que divulgarem notícias consideradas falsas na concepção do governo.

Foram 70 votos a favor, todos de deputados da governinsta  Frente Sandinista (FSLN) , contra 16, da oposição liberal.

“Acabou o negócio dos mentirosos, dos que são parte da indústria das mentiras nas redes sociais, dos que criam e difundem notícias falsas, criando alarme, medo e desânimo, afetando a estabilidade econômica, a ordem pública”, sentenciou no debate o deputado governista Emilio López.

De acordo com o texto,  “a propagação de notícias falsas” pode levar de dois a quatro anos de prisão; se a informação “mentirosa” prejudicar a honra de uma pessoa e sua família, a pena será de um a três anos de prisão.

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Já as publicações que incitam ódio e violência , serão punidas com penas de três a cinco anos.

Segundo a deputada da oposição, Azucena Castillo, a lei está “orientada à oposição” e “vem acender o clima de repressão”, que existe no país desde os protestos antigovernamentais de 2018.

A lei delega ao Ministério do Governo, à polícia e à estatal Empresa Nicaraguense de Telecomunicações (TELCOR) investigar e punir os delitos cometidos por meios de comunicação e aplicativos digitais.

Fonte: IG Mundo

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