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Ursos de pelúcia gigantes são usados para manter distanciamento no México

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Ursos de pelúcia mantêm clientes distantes em restaurantes
Reprodução/CNN en Español

Ursos de pelúcia mantêm clientes distantes em restaurantes

Colocar ursos de pelúcia gigantes “sentados” às mesas mesas foi a forma que um restaurante na Cidade do México encontrou para lembrar seus clientes que eles devem respeitar o distanciamento social durante suas refeições em meio à retomada das atividades na pandemia da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

A estratégia foi utilizada pelo estabelecimento como um alerta para seus consumidores de forma de divertida, sem que um funcionário precisasse ficar fiscalizando os clientes a fim de evitar aglomerações.

À agência Reuters , segundo relatou a CNN en Español, os clientes disseram estar de acordo com a medida, considerada uma mensagem eficaz para promover o respeito ao distanciamento social.

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Além de ser uma medida que faça as pessoas respeitarem as recomendações sanitárias, com a presença dos ursos no restaurante o ambiente se torna mais amigável, menos triste e vira uma atração.

De acordo com informações levantadas pela Universidade Johns Hopkins, referência mundial de monitoramento da Covid-19, o México é um dos países mais afetados pela doença no mundo. Os casos confirmados são 395 mil, enquanto os óbitos são 44 mil.

Em número de infectados pelo novo coronavírus, o país está atrás apenas de Estados Unidos (4,3 milhões), Brasil (2,4 milhões), Índia (1,5 milhão), Rússia (822 mil) e África do Sul (452 mil).

Fonte: IG Mundo

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Cientistas localizam água salgada em planeta-anão

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Justin Cowart / Wikimedia Commons

Descoberta de água salgada no planeta-anão foi publicada em revistas científicas

Um vasto reservatório com água salgada em estado líquido se esconde sob a superfície do planeta-anão Ceres , o maior e mais famoso astro do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter, revelaram os dados da sonda Down, enviada em uma missão da Nasa.

Os resultados foram publicados em uma série de sete matérias nas revistas do grupo Nature – Astronomy, Geoscience e Communications – nesta segunda-feira (10) e revelam detalhes do planeta-anão mais próximo da Terra.

Desde 2015, cientistas analisam o Ceres e, através do espectrômetro italiano Vir, foi possível detectar e estudar os minerais que compõem os pontos brilhantes observados na superfície da cratera Occator, que tem cerca de 90 quilômetros de diâmetro, e que se acredita ter sido formado há 20 milhões de anos.

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Os dados analisados foram observados, entre junho e outubro de 2018, a apenas 35 quilômetros de distância, na fase final da missão.

Os especialistas já cogitavam que essas “manchas” eram provas de um antigo oceano que percorria toda a superfície do planeta-anão. No ponto mais alto observável da Cerealia Facula (uma recente e brilhante estrutura geológica no centro da cratera), foi revelado uma mistura de diversos minerais que se formam na presença da água líquida.

Em particular, o cloreto de sódio hidratado, o nosso “sal comum” rodeado de inúmeras moléculas de água. Em um cálculo aproximado, eles estimam que o oceano estava ainda líquido há 1,2 milhão de anos.

Para os cientistas, Ceres é um “corpo geologicamente ativo” e conta ainda com vulcões congelados. O planeta-anão, que ganhou essa classificação em 2006, foi descoberto em 1801 pelo padre italiano Giuseppe Piazzi e, há pouco mais de 20 anos, é alvo de intensas pesquisas dos astrônomos, já que os “pontos brilhantes” sobre sua superfície sempre foram uma incógnita.

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Fonte: IG Mundo

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